30/05/2026
Maio foi o pior mês do Ibovespa desde fevereiro de 2023.
A queda de 7,22% foi puxada pela saída líquida de estrangeiros de R$14,1 bilhões, enquanto 21 ações recuaram mais de 10% no período.
Historicamente, maio é um dos meses mais difíceis para a bolsa. O índice acumula a sétima semana consecutiva de perdas, sequência que não ocorria desde 2004.
Nos dados de sazonalidade desde 1998, maio fecha no negativo em 61% dos anos, com média de baixa de -5,6% nos meses ruins. Em 2026, a queda foi de -7,22%. Mesmo assim, o Ibovespa ainda acumula +7,86% em 2026.
Quem permaneceu posicionado atravessou o mês mais difícil dos últimos dois anos e segue no positivo no ano.
As carteiras recomendadas Blue3 perderam menos que o índice em maio e seguem todas positivas no acumulado do ano. No período de 12 meses, o desempenho de cada uma:
- Perspectiva: +23,52%
- Small Caps: +20,18%
- Multiestratégia: +16,98%
- Renda Imobiliária: +12,52%
Do lado externo, o S&P 500 fechou maio com alta de +5,15%, acumulando nove semanas seguidas de ganhos, a maior sequência desde 2023.
O índice operou na máxima histórica durante o mês, impulsionado pelo setor de tecnologia e pelo arrefecimento das tensões entre EUA e Irã.
Em maio, aumentamos a exposição da Multiestratégia em bolsa americana e reduzimos em ações Brasil. A carteira terminou o mês com -2,12%, enquanto o Ibovespa caiu -7,22%. Essa diferença não é coincidência: é gestão ativa.
Dados completos nos slides acima.