07/02/2023
A alta da SELIC encarece o custo do financiamento de automóveis e imóveis. Para conseguir pagar uma menor taxa de juros e com parcelas mais baixas, é necessário uma entrada muito alta, pelo menos 50% do valor do bem.
Como referência, a taxa de juros para financiamento de carros varia de 1,31% a 4,03% ao mês; para financiamento imobiliário, taxas a partir de 9,99% ao ano.
Por outro lado, para quem deseja fazer uma compra ou investimento planejado, o consórcio de autos e imóveis continua sendo uma oportunidade positiva, lembrando que o consórcio não é impactado pelas taxas de juros.
No consórcio não há juros, mas uma taxa de administração total, além de uma atualização do crédito e parcelas, periodicamente, via IPCA ou INCC (principais), mantendo o poder de compra do consorciado.
Via consórcio de automóveis (aproximado) plano com parcelas decrescentes em 96 meses, taxa de administração mensal de 0,1875%, anual 2,25%.
Já no consórcio de imóveis, considerando um plano com parcelas decrescentes, em 216 meses (18 anos), taxa de administração proporcional de 1,33% ao ano; no prazo de 120 meses (10 anos), 1,7% ao ano.
Fazendo uma análise de custo, o consórcio é muito mais econômico e permite um planejamento com parcelas mais baixas.
De qualquer forma, não se pode afirmar que aderir a um consórcio é melhor do que financiar um bem e vice-versa. É preciso avaliar bem.
Na hora da aquisição, é preciso analisar, além dos custos, os objetivos, necessidades e condições financeiras do consumidor para definir a opção mais adequada a cada perfil e momento financeiro.
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