27/05/2026
Na estrada, gestão de risco é parte do negócio
Este é o último post da nossa série do Maio Amarelo. Depois de falar sobre motociclistas e ciclistas, encerramos com quem move a economia brasileira nas estradas: os caminhoneiros e as empresas de transporte de cargas.
Os números mostram a dimensão do risco
Apesar de representarem apenas 4% da frota nacional, caminhões e ônibus foram responsáveis por 53% das mortes nas rodovias federais em 2024 (https://www.portaldotransito.com.br/noticias/mobilidade-e-tecnologia/transporte-de-carga/acidentes-com-caminhoes-e-onibus-causaram-tres-vezes-mais-mortes-que-veiculos-pequenos-em-2024-nas-rodovias-federais/). As mortes em acidentes com veículos pesados cresceram 26% em relação a 2023, saltando de 2.611 para 3.291 vítimas fatais (https://ocarreteiro.com.br/exclusivo/acidentes-envolvendo-caminhoes/).
O custo financeiro acompanha a gravidade. Os acidentes nas rodovias brasileiras geraram um impacto econômico superior a R$ 16 bilhões em 2024, com caminhões envolvidos em cerca de 20% dos casos, o que provoca efeitos em prazos, contratos e fluxo de caixa ao longo de toda a cadeia logística (https://sindicamp.org.br/acidentes-com-caminhoes-custam-r-16-bilhoes-e-expoem-falhas-operacionais/).
O seguro caminhão como parte da gestão
Para uma transportadora ou um caminhoneiro autônomo, um sinistro não é só um problema mecânico. Significa entrega atrasada, cliente insatisfeito, multa contratual, carga perdida e veículo imobilizado por dias ou semanas. Além disso, um sinistro grave sem cobertura adequada pode comprometer o capital de giro e inviabilizar contratos em andamento.
Nesse contexto, o seguro deixa de ser custo e passa a ser ferramenta de continuidade operacional. Um seguro bem estruturado é um instrumento de gestão de risco, não apenas uma exigência contratual. Para operações de transporte, as coberturas mais relevantes vão além da proteção ao veículo, incluem responsabilidade civil por danos a terceiros, cobertura da carga transportada, assistência 24 horas com guincho, diária de indisponibilidade e proteção ao motorista em caso de acidente, invalidez ou morte.
Mas não existe apólice universal para transporte de cargas. Uma transportadora que opera cargas frigoríficas tem exposição ao risco completamente diferente de uma que faz distribuição urbana. A Blazina analisa a realidade de cada operação (tipo de carga, perfil de rota, frota própria ou terceirizada) e estrutura a cobertura mais adequada, sem faltas ou excessos.
Fale com a Blazina e coloque a gestão de risco onde ela deve estar: no centro do seu negócio. Entre em contato conosco pelo telefone (11) 3683-7889, ou pelo WhatsApp: (11) 95328-3257. Você também nos encontra em nosso linktree: https://linktr.ee/blazinacorretora.
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