13/08/2026
Como a mobilidade urbana transforma o mercado de seguros
Expansão de ciclovias, bicicletas, motocicletas e aplicativos de transporte ampliam novos riscos nas cidades e exige produtos mais personalizados para acompanhar a evolução da mobilidade.
A mobilidade urbana deve voltar ao centro dos debates durante as eleições deste ano. Entre as principais propostas de candidatos estão a ampliação de ciclovias, investimentos no transporte coletivo, reorganização do trânsito e incentivo a meios alternativos de deslocamento. Essas mudanças, porém, vão além da infraestrutura das cidades e começam a redesenhar também o mercado de seguros.
O crescimento do uso de bicicletas, motocicletas, veículos compartilhados e aplicativos de transporte altera o perfil de risco dos deslocamentos urbanos e cria novas demandas por proteção patrimonial, responsabilidade civil e seguros voltados à atividade profissional.
Esse movimento acompanha uma transformação já observada em diversas cidades brasileiras. Além da expansão da malha cicloviária, segundo o portal Toca imóveis, regiões de São Paulo e Rio de Janeiro apontam que as ciclovias vêm estimulando o uso diário da bicicleta, contribuindo para a redução do trânsito.
Esse é um sinal de melhoria na qualidade de vida e fortalecimento de uma mobilidade mais sustentável. Ao mesmo tempo, esse novo cenário amplia a necessidade de soluções específicas de proteção para diferentes perfis de usuários.
Para os especialistas, a transformação da mobilidade também amplia o papel consultivo do corretor de seguros. Conhecer apenas o veículo deixou de ser suficiente para oferecer a proteção adequada.
Na avaliação dos especialistas, a expansão das ciclovias, o fortalecimento da mobilidade ativa e a diversificação dos meios de transporte indicam que o mercado de seguros continuará evoluindo nos próximos anos. À medida que as cidades adotam novos modelos de deslocamento, cresce também a necessidade de produtos mais flexíveis e da atuação consultiva dos corretores para acompanhar uma população que circula, trabalha e assume riscos de maneiras cada vez mais diferentes.
Fonte: https://cqcs.com.br/noticia