Sant'cont Contabilidade

Sant'cont Contabilidade A confiança é um elemento determinante no mundo empresarial. Por isso a SANTCONT é comprometida não apenas com a contabilidade de sua empresa, mas com o ac

12/12/2016

FEDERAL
PARCELAMENTO DO SIMPLES NACIONAL
Inscritos em Dívida Ativa
A Portaria PGFN n° 1.110/2016, dispõe sobre as normas para o parcelamento dos débitos do Simples Nacional disposto no artigo 9° da Lei Complementar n° 155/2016, inscritos em Dívida Ativa.
Os débitos devidos à PGFN, até a competência de maio de 2016, poderão ser parcelados em até 120 parcelas, mensais e consecutivas, observado o valor mínimo de R$ 300,00 por parcela, conforme disposições da Resolução CGSN n° 132/2016, não publicada pelo Comitê Gestor do Simples Nacional até o momento.
A partir de hoje, dia 12.12.2016 até o dia 10.03.2017, o pedido de parcelamento deverá ser apresentado exclusivamente na página da PGFN, na opção "Parcelamento", na modalidade "Parcelamento Especial Simples Nacional", pelo devedor principal ou pelo corresponsável.
O pedido terá validade a partir do pagamento da 1ª parcela. A consolidação ocorrerá na data do pedido de parcelamento.
Para a inclusão de débitos inscritos em dívida ativa com parcelamento em curso, o contribuinte deverá, previamente, comparecer à unidade de atendimento integrado da Receita Federal do Brasil (RFB) de seu domicílio tributário, até o dia 10.03.2017, para solicitar, de forma irretratável e irrevogável, a desistência do parcelamento.
As parcelas vencerão no último dia útil de cada mês e o DAS será emitido, exclusivamente, no e-CAC da PGFN, pelo sistema de parcelamento da PGFN.
O parcelamento será rescindido quando ocorrer a falta de pagamento de 3 parcelas, consecutivas ou não; ou existir saldo devedor após a data de vencimento da última parcela.
Parcela paga parcialmente será considerada inadimplida.
Com a rescisão do parcelamento, o saldo devedor será cobrado.

5 DICAS PARA O EMPREENDEDOR CONTROLAR SUAS FINANÇAS:Nós sabemos que a sua vida de empreendedor não é nada fácil. Princip...
19/09/2016

5 DICAS PARA O EMPREENDEDOR CONTROLAR SUAS FINANÇAS:

Nós sabemos que a sua vida de empreendedor não é nada fácil. Principalmente se você estiver no início de um empreendimento, quando é mais comum que tenha de se ocupar com as inúmeras atividades que fazem parte a gestão empresarial. E entre estas atividades, está uma que é importantíssima: controle das contas a pagar.

Assumir este controle é fundamental para que você gerencie melhor o seu capital – e, em consequência, seus negócios. Afinal, nunca é demais repetir que a sobrevivência da sua empresa passa necessariamente pela boa gestão financeira; e que, nesse sentido, organizar e honrar as contas a pagar é uma atividade nada menos do que obrigatória.

Senão, olhe para os casos de falências que todos os dias pipocam aqui e ali. Pode procurar nos balanços, nos relatórios destas empresas: você muito provavelmente vai encontrar pagamentos atrasados, que implicam multas e juros que, ao se acumularem, serão extremamente prejudiciais para a saúde financeira destes negócios.

Porém, de acordo com o que temos observado, isto não é exclusividade de empresas já estabelecidas: novos empreendedores também encontram muitas dificuldades no momento de gerenciar estas questões.

Pensando nisso, resolvemos produzir um artigo com várias dicas práticas, que podem ser extremamente úteis para a gestão de suas contas a pagar – independentemente do tamanho ou do perfil da sua empresa.

1. Antes de mais nada: controle é igual a registro

Ter total controle dos compromissos que você assumiu signif**a que nenhum custo – nenhum mesmo, fixo ou variável, por mais insignif**ante que pareça – deve f**ar de fora do seu radar (vulgo planilha financeira). Só lembrando: custos fixos são aqueles que se repetem todos os meses, como contas de luz e água, aluguel, telefones, folha de pagamento, etc. E os custos variáveis são aquelas despesas não recorrentes, que não se repetem a cada mês.

Seja como for, absolutamente todas as contas a pagar devem constar dessa planilha, com os respectivos valores, datas de vencimento e formas de pagamento, para que você tenha sempre a dimensão exata das contas da sua empresa. Renovou os computadores? Registre. Trocou o galão de água? Registre também.

Por meio deste controle, você vai monitorar as contas a serem pagas, além de quando e como. E se mesmo assim algum atraso persistir, há sempre a possibilidade de negociar os prazos com seus fornecedores, o que pode eliminar o temível risco de multas e juros.

2. Nunca misture seus gastos pessoais e empresariais

Esta dica vale para um hábito recorrente entre empreendedores, mas que pode trazer sérios problemas para os resultados finais. Procure nunca, sob nenhuma circunstância, utilizar o dinheiro da empresa para quitar contas estritamente pessoais – o que também vai ajudar na hora da declaração do Imposto de Renda, uma vez que é bem mais fácil separar rendimentos de pessoa física e jurídica. O inverso também vale: evite pagar contas da empresa com o seu dinheiro, o que poderia complicar seu fluxo de caixa.

3. Planilhas separadas, contas idem

Para colocar em prática a questão acima, o ideal é já separar todos estes gastos em duas planilhas – uma para sua empresa, outra para você mesmo. E também mantenha duas contas bancárias diferentes: uma para Pessoa Física, outra para Pessoa Jurídica. Desta forma, f**a muito mais fácil controlar os pagamentos de clientes e de fornecedores.

4. Não se esqueça: organização é tudo

Você jamais terá o controle total das suas contas a pagar se não conseguir se organizar. É preciso conhecer sua empresa em detalhes, tintim por tintim – o fluxo de caixa, cada um dos serviços contratados, as curvas de venda de produtos e tudo o que disser respeito à saúde financeira do seu negócio. Ter conhecimento disso vai te ajudar, inclusive, a traçar estratégias fundamentais, como de redução de custos, por exemplo.

Se, por outro lado, você está iniciando um empreendimento e jamais ouviu falar em planilhas financeiras, não tema; o próximo item vai te ajudar.

5. Certo. Mas como controlo minhas contas na prática?

Existem inúmeras formas de colocar suas contas a pagar em ordem. Neste caso, colocar em ordem geralmente signif**a colocar em uma planilha: e é por isso que o Excel continua a ser, ainda hoje, uma ferramenta das mais ef**azes. Porém, se você não tem tanta familiaridade com o software, não se preocupe: há diversos programas de gestão financeira com preços bastante acessíveis e pacotes elaborados para diferentes perfis e tamanhos de empresas – inclusive em versões gratuitas. Estes são alguns deles:

ContaAzul: é mais para pequenas e médias empresas. Oferece controle financeiro, controle de estoque integrado às vendas, integração bancária, emissão de notas fiscais, além de relatórios gerenciais.

Bling: oferece caixa que registra todos os recebimentos e pagamentos efetuados cronologicamente. Por meio dele, você também consegue controlar as contas bancárias.

Nibo: centraliza todas as contas a pagar e receber em um só lugar, com boletos e comprovantes totalmente anexados para que você se organize melhor.

Também há várias ferramentas de gestão totalmente gratuitas – como estas aqui:

Planilha de fluxo de caixa: este é um modelo em PDF criado pelo Sebrae para ajudar empreendedores a administrar seus pagamentos.

Controle de contas a pagar: nesta página explicativa, também elaborada pelo Sebrae, você encontra um passo a passo de como implantar um controle eficiente das contas a pagar.

MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUALMicroempreendedor Individual (MEI) é a pessoa que trabalha por conta própria e que se legali...
15/09/2016

MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL

Microempreendedor Individual (MEI) é a pessoa que trabalha por conta própria e que se legaliza como pequeno empresário.

Para ser um microempreendedor individual, é necessário faturar no máximo até R$ 60.000,00 por ano e não ter participação em outra empresa como sócio ou titular.

O MEI também pode ter um empregado contratado que receba o salário mínimo ou o piso da categoria.

A Lei Complementar nº 128, de 19/12/2008, criou condições especiais para que o trabalhador conhecido como informal possa se tornar um MEI legalizado.

Entre as vantagens oferecidas por essa lei está o registro no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), o que facilita a abertura de conta bancária, o pedido de empréstimos e a emissão de notas fiscais.

Além disso, o MEI será enquadrado no Simples Nacional e f**ará isento dos tributos federais (Imposto de Renda, P*S, Cofins, IPI e CSLL). Assim, pagará apenas o valor fixo mensal de R$ 45,00 (comércio ou indústria), R$ 49,00 (prestação de serviços) ou R$ 50,00 (comércio e serviços), que será destinado à Previdência Social e ao ICMS ou ao ISS. Essas quantias serão atualizadas anualmente, de acordo com o salário mínimo.

Com essas contribuições, o Microempreendedor Individual tem acesso a benefícios como auxílio maternidade, auxílio doença, aposentadoria, entre outros.

Quer mais informações?

Entre em contato conosco. Ficaremos felizes em esclarecer suas dúvidas.

Contato:

(21) 970177931 (Nextel)
(21) 2722-1916
(21) 30262440

10 ERROS QUE PODEM FAZER SEU CLIENTE NUNCA MAIS VOLTAR.Com certeza, você já teve uma experiência desagradável com alguma...
06/09/2016

10 ERROS QUE PODEM FAZER SEU CLIENTE NUNCA MAIS VOLTAR.

Com certeza, você já teve uma experiência desagradável com alguma empresa e pensou: “Nunca mais ponho meus pés aqui”. Mas, e se os clientes do seu negócio estiverem pensando o mesmo?

Muitas vezes o empreendedor não sabe, mas adota atitudes que espantam os consumidores. “Em geral, essas atitudes são fruto do despreparo da equipe”, afirma Enio Klein, professor de vendas da Business School São Paulo (BSP).

Isso não quer dizer que, para fazer o cliente não voltar, seu vendedor precisa ser mal educado. “O cliente não volta porque o atendimento não atingiu suas expectativas. E muitas vezes isso não signif**a ser ofensivo, mas sim inconveniente”, explica Mário Rodrigues diretor do Instituto Brasileiro de Vendas (IBVendas).

Mas como resolver isso, se muitas vezes o empreendedor nem sabe que o cliente colocou seu negócio na “lista negra”? A melhor forma é estar mais próximo da operação, segundo Marcelo Scharra, da consultoria Inside Business Design. “O dono da empresa tem que estar próximo para sentir a expectativa do cliente, porque é isso que manda”, aconselha.

Ninguém quer clientes fugindo do seu negócio, certo? Por isso veja a seguir 10 erros que fazem com que o seu cliente não volte mais – e evite cada um deles.

1 – Rejeitar o cliente

Muitas vezes, o cliente procura uma empresa para a qual ele não é o público alvo. E o que essa empresa faz? “A empresa faz de tudo para que ele vá embora, mas não diz claramente que ele deveria procurar outro lugar para ser atendido”, afirma Enio Klein, da BSP. Resultado, o cliente sai constrangido, fala mal da empresa e nunca mais pisa ali.

“Os bancos são campeões de fazer isso. Eles não te querem lá, só que não te avisam e fazem tudo para te espantar de qualquer jeito. Seria muito melhor para a relação de consumo que estabelecimento fosse transparente”, afirma. É sempre bom lembrar que aquela pessoa pode estar no seu público alvo amanhã (ou conhecer alguém que esteja).

2 – Não ouvir a necessidade do cliente

Vamos supor que a sua empresa não se encaixa no primeiro exemplo. Ou seja, ela quer que o cliente fique e compre. Um dos principais erros nesses casos é não ouvir a necessidade do cliente e, pior, oferecer algo de que ele não precisa.

“Esse é um dos erros mais comuns. Você entra numa loja procurando algo, e o vendedor te oferece outra coisa, não te escuta. Isso agride o cliente e ele pode não voltar mais”, explica Klein.

No entanto, para resolver esse problema não adianta simplesmente culpar o vendedor. Em geral, a atitude errada é fruto da falta de treinamento e da pressão sofrida por aquele profissional, que está desesperado por vender. Portanto, invista na capacitação da sua equipe.

3 – Não respeitar o tempo do cliente

A cena é comum: um cliente está na vitrine namorando uma peça. O vendedor chega na porta e pergunta “posso ajudar?”. O cliente então desiste e dá uma resposta evasiva: “Estava só olhando”.

A abordagem antes da hora muitas vezes acaba com a venda, de acordo com Mário Rodrigues, do IBVendas. “As pessoas querem tomar a decisão de compra sozinhas”, explica o especialista. Portanto, muitas vezes é melhor esperar pelo momento certo da abordagem, em vez de ceder à ansiedade.

4 – Oprimir o cliente

Lojas com um ambiente opressivo, onde os vendedores parecem à espreita do cliente como se esperassem para dar o bote não são o ambiente mais convidativo. Pode apostar que muita gente que entra em lugares assim não volta nunca mais.

“Se o cliente se sente pressionado a comprar, não é um bom sinal”, afirma Klein. Muitas vezes isso acontece em lojas em que há rodízio de vendedores, e a remuneração é por comissão. “Nesse sistema, o vendedor f**a com ódio do cliente que entra e não compra nada. É claro que esse cliente vai se sentir mal”.

5 – Não conhecer o produto

Com o acesso à internet, muitas vezes um cliente já fez sua pesquisa em casa antes de procurar um estabelecimento comercial. “Nesses casos, é comum que o cliente saiba mais que o vendedor sobre o produto daquela empresa e também sobre os da concorrência”, afirma Mário Rodrigues, do IBVendas.

A situação é frustrante para o cliente, que pode decidir simplesmente não voltar mais. “As empresas não têm esse processo bem amarrado. Colocam uma coisa no site, mas não capacitam o vendedor para falar sobre aquilo. Não olham o processo com os olhos do cliente”, resume.

6 – Não investir na experiência do cliente

Se você vende determinado produto e seu concorrente também, pode ser que seu cliente não volte mais ao seu negócio se perceber que a experiência oferecida em outro lugar é mais interessante.

“Cada vez f**a mais importante investir na experiência do cliente. Muitas vezes é isso que o faz decidir de quem vai comprar”, diz Marcelo Scharra, da Inside. Isso signif**a que às vezes vale a pena gastar com uma embalagem diferente, ou considerar oferecer um cafezinho no seu estabelecimento. Detalhes como esses podem fazer a diferença entre um cliente que volta e um cliente que não aparece nunca mais.

7 – Não se importar com o pós-venda

Outro erro comum é o empreendedor não se preocupar com o pós-venda. O primeiro passo aqui é entender que ter clientes satisfeitos é fundamental para o seu negócio.

“Muitas vezes, quando o cliente tem uma reclamação, ele mal consegue chegar à empresa. Não existem canais adequados para fazer o contato”, afirma Enio Klein. Se o seu negócio não se preocupa em manter canais abertos para contato, saiba que uma empresa que não atende as reclamações está fadada a perder público.

8 – Desqualif**ar a queixa do cliente

Ainda no pós-venda, quando finalmente o cliente consegue receber um atendimento, é comum encontrar resistência do outro lado do balcão.

“Vem aquele rosário de desculpas para dizer que o cliente está errado. Mesmo que ele não tenha razão, uma pessoa numa loja jamais pode desqualificá-lo. É preciso pelo menos ouvi-lo e explicar qual é a situação”, aconselha Klein.

9 – Descuidar do atendimento virtual

Com o avanço do e-commerce, o atendimento virtual tem ganhado importância. Se o cliente tem uma reclamação e entra em contato com a empresa, é importante que a pessoa do outro lado realmente saiba atender àquela demanda.

“Eu quero entrar no site, apertar o botão e comprar. Mas se der problema eu quero falar com alguém que resolve o meu problema e me chame pelo nome. As centrais de atendimento em geral têm pessoas muito despreparadas”, afirma Rodrigues, do IBVendas.

Esse tipo de erro gera revolta do cliente e pode ainda trazer problemas para a marca, já que o cliente está a alguns cliques de reclamar na internet.

10 – Olhar a troca como custo

Um cliente que precisa trocar um produto pode ter surpresas bem desagradáveis e não querer voltar nunca mais. “Muitas empresas só fazem a troca se o cliente voltar na mesma semana e se o defeito for comprovado milimetricamente. Acham que o cliente está querendo passar a perna. É uma visão muito imediatista”, afirma Scharra, da Inside.

O resultado é que esse empreendedor perde a chance de fidelizar o cliente com um tratamento menos “mesquinho”, analisa.

O Comitê Diretivo do eSocial, através da Resolução n° 002/2016 (DOU de 31.08.2016), alterou os prazos de início de obrig...
01/09/2016

O Comitê Diretivo do eSocial, através da Resolução n° 002/2016 (DOU de 31.08.2016), alterou os prazos de início de obrigatoriedade de transmissão das informações por meio do eSocial.

O novo cronograma é o seguinte:

01/09/2016

Somos a Sant'Cont Contabilidade e Assessoria, uma empresa de consultoria e terceirização de serviços contábeis com mais de 40 anos de experiência no mercado. Constituída por profissionais com larga especialização e orientados com base na legislação atualizada, atuamos em todas as áreas contábeis, contamos com toda estrutura para garantir a tranqüilidade de nossos clientes, que há vários anos confiam suas empresas para nossos profissionais.

Nossa Missão: Fornecer serviços contábeis e assessoramento aos nossos clientes, para que multipliquem seus resultados e tenham uma boa visão de organização. Todo empresário necessita de tranquilidade para a tomada de decisões, por esse motivo trabalhamos todos os dias para o fornecimento de confiança e uma assessoria de qualidade.

A Sant'Cont provê serviços de Consultoria, Assessoria e Auditoria contábil.

Nossos serviços:

DEPARTAMENTO CONTÁBIL:

Orientação contábil;
Classif**ação contábil;
Análise de contas;
Fechamento de balancetes e balanços;
Confecção de guias de impostos retidos na fonte (federais e municipais);
DEPARTAMENTO PESSOAL

Preparação de admissão e demissão de funcionários;
Preparação de folhas de pagamentos e recibos de férias;
Homologação de rescisões de contratos de trabalho;
Preenchimento de formulários da Previdência Social;
Cálculos e preparação das guias de recolhimento de INSS, FGTS, IRRF, Contribuição Sindical e P*S s/folha;
Atendimento de fiscalização;
Preparação de RAIS, Caged e informes de rendimentos de pro labore.

DEPARTAMENTO FISCAL

Escrituração de livros fiscais;
Preparação das guias de recolhimento de: ICMS, ISS, P*S, COFINS, IRPJ, CSLL, DAS, etc.;
Atendimento de fiscalização;
Preparação de DECLAN, DAIF, DCTF, DACON e outras providências fiscais.
DEPARTAMENTO DE LEGALIZAÇÃO:

Abertura e extinção de empresas e criação de filiais;
Registro de contratos, alterações e distratos e comunicação aos órgãos competentes, como Receita Federal, Secretaria de Estado de Fazenda e Prefeituras;
Pedidos de CNPJ, Alvará (inscrição municipal) e Inscrição Estadual;
Certidões negativas de débitos: município, estado, federal, INSS, FGTS, etc.;
Parcelamentos na Receita Federal, Estado e Prefeitura.
Telefonista e Recepção
Atendimento telefônico;
Atendimento a clientes;
Protocolo de entrada e saída de documentos.

Marque uma visita com um de nossos analistas, f**aremos felizes em atendê-los

Endereço

Avenida Ernani Do Amaral Peixoto, N°300, Sala 906
Niterói, RJ
24020076

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 17:00
Quarta-feira 09:00 - 17:00
Quinta-feira 09:00 - 17:00
Sexta-feira 09:00 - 17:00

Telefone

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