01/10/2026
O Brasil está envelhecendo rapidamente. E viver mais, uma das grandes conquistas sociais das últimas décadas, traz consigo um desafio que não pode mais ser tratado como uma questão para o futuro: garantir que os anos adicionais de vida sejam vividos com dignidade, autonomia, segurança, saúde, renda e pleno exercício da cidadania.
Celebrado nesta quinta-feira, 1º de outubro, o Dia Internacional da Pessoa Idosa chama atenção justamente para essa transformação. Instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1990, por meio da Resolução 45/106, a data busca conscientizar a sociedade sobre os impactos do envelhecimento populacional e estimular a proteção dos direitos das pessoas idosas.
Em 2026, a ONU escolheu como tema "A Era da Longevidade: repensando sistemas para vidas mais longas". A mensagem é que o aumento da expectativa de vida precisa ser acompanhado pela adaptação das políticas de emprego, previdência, habitação, saúde, educação ao longo da vida e proteção social.
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Brasil já tem cerca de 36 milhões de pessoas com 60 anos ou mais; para a Contraf-CUT, aumento da longevidade precisa ser acompanhado por políticas que assegurem renda, saúde, proteção social, autonomia, participação e respeito