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17/05/2018

Dólar sobe e encosta em R$3,70 com exterior

Após abrir em queda reagindo à manutenção da Selic em 6,50 por cento pelo Banco Central, o dólar voltou a sucumbir à cena externa e firmou trajetória de alta nesta quinta-feira, já encostando no patamar de 3,70 reais, o maior em pouco mais de dois anos.
Às 12:22, o dólar avançava 0,34 por cento, a 3,6909 reais na venda, depois de acumular valorização de 3,71 por cento em quatro pregões seguidos.
Na máxima do dia, a moeda norte-americana foi a 3,6974 reais, maior patamar intradia desde abril de 2016. O dólar futuro tinha alta de cerca de 0,35 por cento.
"A decisão do BC foi acertada, mas o dólar está com a dinâmica das moedas lá fora", comentou o analista econômico da gestora Rio Gestão, Bernard Gonin.
No cenário internacional, o dólar subia ante uma cesta de moedas e também divisas de países emergentes, como o peso mexicano e a lira turca.
O rendimento do Treasury dos Estados Unidos de 10 anos também subia e se mantinha acima do nível de 3 por cento nesta sessão. Os investidores têm reforçado suas apostas de mais altas de juros no país este ano, depois de dados firmes sobre a economia norte-americana.
Taxas mais elevadas na maior economia do mundo têm o potencial de atrair recursos aplicados hoje em praças financeiras consideradas de maior risco, como o Brasil.
Por isso, pelo menos no início deste pregão, o dólar chegou a recuar, batendo 3,6438 reais na mínima. O BC surpreendeu na noite passada ao manter a Selic em 6,50 por cento ao ano, contrariando as apostas majoritárias de novo corte de 0,25 ponto percentual.
Assim, o diferencial de juros com os Estados Unidos pode não ficar tão pequeno, mantendo os ativos brasileiros com rendimento que possa continuar atraindo investidores.
Mas o movimento durou pouco. Para Gonin, a manutenção da Selic pode não ser suficiente para segurar os recursos aplicados no Brasil diante da perspectiva de alta de juros mais firme este ano nos Estados Unidos.
O BC vendeu a oferta integral de até 4.225 de swaps tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, para rolagem do vencimento de junho. Dessa forma, já rolou 3,96 bilhões de dólares do total de 5,650 bilhões de dólares que vencem mês que vem.
Se mantiver e vender esse volume diário até o final do mês, o BC terá rolado integralmente os contratos que vencem no mês que vem.
A autoridade já vendeu 5 mil novos contratos de swap, totalizando 1 bilhão de dólares em quatro dias de leilões.
(Por Claudia Violante)

Dólar a R$ 4 volta a ser possível, aponta bancoO risco de o dólar voltar ao patamar de R$ 4, visto pela última vez em fe...
03/05/2018

Dólar a R$ 4 volta a ser possível, aponta banco

O risco de o dólar voltar ao patamar de R$ 4, visto pela última vez em fevereiro de 2016, cresceu substancialmente, avalia o ING em um relatório enviado a clientes nesta quarta-feira (2). Em 2018, a valorização já chega a aproximadamente 7% e oscila perto da casa dos R$ 3,55. O banco alterou recentemente a sua estimativa para a taxa para R$ 3,70 na média durante o terceiro trimestre para incorporar os riscos eleitorais.
“Os atuais níveis já incorporam um ambiente político menos favorável à moeda e, ajudados por um superávit comercial externo recorde, parecem suficientemente atraentes para os exportadores de commodities, que aumentaram suas vendas em dólar ultimamente”, aponta o relatório. Além disso, o ING também espera que as intervenções do Banco Central facilitem o caminho mais tranquilo para as altas nos próximos meses.

Munição
Depois de o dólar aproximar-se de R$ 3,55 e fechar no maior nível em quase dois anos, o Banco Central (BC) disse na quarta-feira que renovará os contratos de venda de dólares no mercado futuro. A autoridade iniciará hoje a rolagem de 113 mil contratos de swap cambial que venceriam em junho “com o objetivo de suavizar movimentos no mercado de câmbio”. Atualmente, o Banco Central tem US$ 23,8 bilhões em contratos de swap cambial.

R$ 4 é logo ali
Na avaliação do banco, isso sugere que o BC teria ainda aproximadamente US$ 90 bilhões para esta tarefa antes que o mercado possa começar a questionar seriamente a integridade das reservas de US$ 380 bilhões. “Mas, apesar desses amortecedores (ou seja, entradas de comércio e ampla margem para intervir no mercado à vista e de derivativos), o risco de cenários de estresse em que o real teste recordes históricos próximos a R$ 4 aumentou significativamente”, aponta o banco.

O ING explica que este seria um cenário em que algum candidato mais hostil ao mercado passe a liderar as pesquisas nos próximos meses, um panorama que pode ganhar tração caso a esquerda se una em um só candidato.
“O desconforto do mercado também deve aumentar se os candidatos vistos como capazes de formar uma maioria no Congresso, em aliança com os grandes partidos centro/centro-direita que provavelmente manterão o controle da Câmara (representados pelos partidos MDB-PSDB-DEM), permaneçam não-competitivos”, destaca a avaliação.

Dólar sobe e chega a R$3,53 à espera de decisão do FedO dólar operava em alta e chegou à casa dos 3,53 reais nesta quart...
02/05/2018

Dólar sobe e chega a R$3,53 à espera de decisão do Fed

O dólar operava em alta e chegou à casa dos 3,53 reais nesta quarta-feira, acompanhando o cenário externo em dia de expectativa pelo desfecho do encontro de política monetária do banco central dos Estados Unidos uma vez que pode afetar o fluxo de recursos global.

Às 10:07, o dólar avançava 0,58 por cento, a 3,5279 reais na venda, depois de subir 6,16 por cento em abril e fechar a segunda-feira a 3,5035 reais. O dólar futuro tinha alta de 0,60 por cento.

Na máxima da sessão, a moeda atingiu a 3,5316 reais.

O Federal Reserve deve manter a taxa de juros nesta quarta-feira, mas provavelmente incentivará ainda mais as expectativas de que elevará os custos dos empréstimos em junho, devido à aceleração da inflação e ao desemprego baixo.

Qualquer indicação otimista do Fed além do que já é considerado sobre a atividade pode levar o mercado a "uma sensação 'hawkish' em termos de política monetária, seja para eventual guinada para um total de quatro altas de juros no ano, seja para uma condução mais agressiva no próximo ano".

O Fed aumentou sua taxa básica de juros na reunião de 20 e 21 de março em 0,25 ponto percentual, para um intervalo entre 1,50 e 1,75 por cento. Atualmente, o banco central prevê outros dois aumentos dos juros este ano, embora um número crescente de autoridades monetárias veja três altas como uma possibilidade.

Mais juros nos Estados Unidos pode afetar o fluxo global de recursos, tirando dinheiro de praças como a brasileira e encarecendo o dólar ante o real.

No exterior, o dólar tinha leve queda ante a cesta de moedas, após atingir a máxima de três meses e meio na sessão anterior, com os investidores aguardando o resultado da reunião do Fed. Mas operava misto ante as moedas emergentes, em queda ante o rand sul-africano e alta ante o peso chileno.

O rendimento do Treasury de 10 anos estava praticamente estável, depois de ter subido mais cedo, reaproximando-se dos 3 por cento, patamar que foi ultrapassado na semana passada em meio à percepção de que os juros nos EUA podem subir mais rapidamente do que o esperado inicialmente.

Internamente, os investidores também seguem de olho no cenário político, com as negociações dos partidos para alianças para as eleições de outubro.

O Banco Central não anunciou qualquer intervenção no mercado de câmbio, por ora. Em junho, vencem 5,650 bilhões de dólares em contratos de swap cambial tradicional --equivalentes à venda de dólares no futuro.

O dólar operava em queda e abaixo de 3,40 reais nesta quarta-feira, acompanhando o recuo da moeda norte-americana ante o...
18/04/2018

O dólar operava em queda e abaixo de 3,40 reais nesta quarta-feira, acompanhando o recuo da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes no exterior em dia de agenda tranquila, sem tirar o olho no cenário político local.
Às 9:59, o dólar recuava 0,63 por cento, a 3,3865 reais na venda, depois de cair 0,53 por cento nos dois últimos pregões. O dólar futuro tinha baixa de cerca de 0,60 por cento.
A diminuição da tensão na Síria ao mesmo tempo em que parece melhorar a relação entre Estados Unidos e Coreia do Norte, bem como a trégua momentânea em relação à guerra comercial entre norte-americanos e chineses dão um certo otimismo.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quarta-feira que Mike Pompeo, atual diretor da CIA e futuro secretário de Estado norte-americano, encontrou-se com o líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, na semana passada.
O dólar tinha leves oscilações ante uma cesta de moedas após alcançar a mínima de três semanas, depois que as preocupações sobre eventual guerra comercial diminuíram e dados econômicos firmes nos Estados Unidos impulsionaram o dólar contra o iene e renovaram o apetite pelo risco.
Ante as divisas de países emergentes, como os pesos chileno e mexicano, o dólar operava em baixa.
Internamente, o cenário político seguia em foco, com os investidores acompanhando os prováveis candidatos à Presidência se articulando para garantir apoio e decolar nas pesquisas de intenção de voto que, por ora, ainda mantinham o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na liderança, embora ele esteja preso e dificilmente conseguirá se candidatar.
Ele é considerado pelos mercados financeiros menos comprometido com as contas públicas e o mercado teme que um candidato com as mesmas características vença as eleições.
O Banco Central brasileiro realiza nesta sessão novo leilão de até 3,4 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, para rolagem dos contratos que vencem em maio e somam 2,565 bilhões de dólares.
Se mantiver esse volume e vendê-lo integralmente, o BC rolará o valor total dos swaps que vencem no próximo mês.

Dólar fecha em baixa e volta a R$3,40 com cena externa
17/04/2018

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10/04/2018
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10/04/2018

Libra atinge máxima de duas semanas com comentários de alta de juros.

A libra subiu após Ian McCafferty, integrante do comitê de política monetária do Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês), ter afirmado que a possibilidade de aumentos salariais mais rápidos e uma forte recuperação na economia global enfatizavam a necessidade de custos de crédito mais altos em pouco tempo.

Moedas - Libra atinge máxima de duas semanas com comentários de alta de juros

Ibovespa encerra sequência de 5 quedas seguidas e sobe de olho na "SUPER QUARTA"
20/03/2018

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