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Os números funcionam como um verdadeiro raio-X da saúde mental no trabalho, e mostram um cenário que as empresas não pod...
25/09/2026

Os números funcionam como um verdadeiro raio-X da saúde mental no trabalho, e mostram um cenário que as empresas não podem ignorar.

Em 2025, foram concedidos 546.254 benefícios por incapacidade temporária relacionados a transtornos mentais e comportamentais, um crescimento de 15,66% em relação a 2024. Entre os registros, transtornos de ansiedade e episódios depressivos aparecem com números expressivos.

Mas olhar para os números é apenas o começo.

Sobrecarga, conflitos nas relações de trabalho, baixa autonomia, assédio e problemas na organização do trabalho são alguns dos fatores que precisam ser observados quando falamos em riscos psicossociais relacionados ao trabalho.

Com a atualização da NR-01, vigente desde maio de 2026, esses fatores passaram a estar expressamente contemplados no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO).

Por isso, mais do que agir quando o afastamento acontece, é necessário identif**ar os riscos e trabalhar de forma preventiva.

🔎 O raio-X mostra o problema. A prevenção precisa agir na causa.

E na sua empresa: vocês já sabem onde estão os principais riscos psicossociais?

A ACRH realiza o Diagnóstico de Riscos Psicossociais, apoiando empresas na identif**ação dos fatores de risco e na construção de planos de ação adequados à realidade da organização.

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Ele não pediu demissão. Continua entregando. Mas, emocionalmente, já começou a ir embora.Esse fenômeno vem sendo chamado...
18/09/2026

Ele não pediu demissão. Continua entregando. Mas, emocionalmente, já começou a ir embora.

Esse fenômeno vem sendo chamado de quiet cracking: quando o profissional permanece na empresa e continua cumprindo suas responsabilidades, mas passa por uma desconexão crescente com o trabalho.

É diferente do quiet quitting, expressão usada para descrever a decisão de se limitar ao que a função exige, sem assumir demandas ou esforços extras. No quiet cracking, o ponto central é o desgaste e a perda de vínculo, mesmo que as entregas continuem acontecendo.

Alguns sinais podem aparecer no dia a dia:

✔️ menos iniciativa;
✔️ queda no entusiasmo;
✔️ participação apenas quando necessário;
✔️ distanciamento da equipe e da cultura;
✔️ menor interesse por novos projetos;
✔️ respostas cada vez mais curtas e objetivas.

Isoladamente, esses comportamentos não signif**am que alguém esteja vivendo quiet cracking. Mas mudanças persistentes merecem atenção, e não apenas cobrança.

O que está fazendo esse profissional se desconectar?

Liderança, reconhecimento, oportunidades de desenvolvimento, carga de trabalho, autonomia e relações profissionais são alguns dos aspectos que precisam ser observados.

Para as empresas, f**a uma reflexão importante:

Seu RH acompanha apenas quem está entregando ou também consegue perceber quem está deixando de se envolver?

Na ACRH, trabalhamos com Diagnóstico de Riscos Psicossociais, desenvolvimento de lideranças e gestão de pessoas, ajudando organizações a compreender melhor o ambiente de trabalho e agir preventivamente.

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“Foi só uma brincadeira.”“Ele cobra assim porque é o jeito dele.”“É pressão normal do trabalho.”Quantas situações inadeq...
11/09/2026

“Foi só uma brincadeira.”
“Ele cobra assim porque é o jeito dele.”
“É pressão normal do trabalho.”

Quantas situações inadequadas acabam sendo normalizadas dentro das empresas por frases como essas?

O assédio moral pode aparecer por meio de humilhações, isolamento, constrangimentos, ofensas, desqualif**ação constante e outras condutas abusivas que deterioram as relações e o ambiente de trabalho.

E existe uma diferença importante: cobrar resultados não é assédio. Dar feedback não é assédio. Estabelecer metas não é assédio.

A forma como isso é feito é que importa.

Quando a gestão utiliza humilhação, intimidação, perseguição ou constrangimentos reiterados como ferramentas de cobrança, temos um sinal de alerta.

Em 2026, essa discussão também se conecta à prevenção dos riscos psicossociais relacionados ao trabalho, contemplados pelo gerenciamento de riscos ocupacionais da NR-01.

Por isso, prevenir assédio não signif**a apenas criar um canal de denúncia. Signif**a preparar líderes e colaboradores para reconhecer limites, identif**ar comportamentos inadequados e construir relações profissionais mais respeitosas.

A ACRH oferece a Palestra sobre Assédio Moral no Ambiente de Trabalho, desenvolvida para conscientizar equipes e lideranças de forma prática e aplicável à realidade das organizações.

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Se tudo precisa da aprovação do CEO, existe um problema.E não necessariamente é falta de competência da equipe.Muitas ve...
03/09/2026

Se tudo precisa da aprovação do CEO, existe um problema.

E não necessariamente é falta de competência da equipe.

Muitas vezes, a própria liderança criou uma estrutura em que as pessoas aprenderam que é mais seguro perguntar do que decidir.

O resultado aparece rápido: o gestor f**a sobrecarregado, decisões simples demoram, a equipe perde autonomia e o crescimento da empresa passa a depender da disponibilidade de uma única pessoa.

Por isso, existe uma diferença enorme entre dar ordens e delegar.

Dar ordens transfere tarefas.
Delegar transfere responsabilidade com clareza, limites e autonomia.

Um bom líder não precisa participar de todas as decisões. Ele precisa desenvolver pessoas capazes de tomar boas decisões mesmo quando ele não está presente.

E talvez exista um teste simples para avaliar isso:

Se você f**ar uma semana fora da empresa, o trabalho continua ou uma fila de decisões começa a se formar esperando sua volta?

Na Academia de Líderes da ACRH, desenvolvemos competências como delegação, comunicação, feedback, gestão de equipes, tomada de decisão e desenvolvimento de pessoas para formar lideranças mais preparadas e estratégicas.

📩 Quer desenvolver a liderança da sua empresa? Fale com a ACRH.

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Uma ação trabalhista pode começar muito antes de chegar à Justiça.Às vezes, começa em um controle de jornada que não fun...
28/08/2026

Uma ação trabalhista pode começar muito antes de chegar à Justiça.

Às vezes, começa em um controle de jornada que não funciona, em uma rescisão calculada de forma incorreta, em um FGTS que não foi recolhido corretamente ou em uma denúncia de assédio que não recebeu a devida atenção.

E os números mostram que esses não são riscos distantes.

No Relatório Geral da Justiça do Trabalho 2024, horas extras, verbas rescisórias, adicional de insalubridade, multa de 40% do FGTS e indenização por dano moral aparecem entre os assuntos mais recorrentes nas Varas do Trabalho.

Em 2026, as empresas também precisam olhar com atenção para outro ponto: os riscos psicossociais.

A nova redação da NR-01, vigente desde 26 de maio de 2026, passou a contemplar expressamente esses fatores no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais.

Isso signif**a olhar para situações como sobrecarga, pressão excessiva, falta de autonomia, conflitos, assédio e problemas na organização do trabalho — e não apenas para os riscos físicos e tradicionais.

Compliance trabalhista não é apenas evitar uma multa. É construir processos, ambientes e relações de trabalho mais seguros e sustentáveis.

Na ACRH, apoiamos empresas com diagnóstico de riscos psicossociais, consultoria em gestão de pessoas e desenvolvimento de ações preventivas, contribuindo para uma gestão mais organizada e alinhada às exigências atuais.

📩 Sua empresa sabe onde estão seus principais riscos trabalhistas e psicossociais?

Fale com a ACRH.

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Burnout não começa no dia em que a pessoa desaba.Muitas vezes, existem sinais anteriores: cansaço persistente, irritabil...
21/08/2026

Burnout não começa no dia em que a pessoa desaba.

Muitas vezes, existem sinais anteriores: cansaço persistente, irritabilidade, alterações no sono, distanciamento, queda de concentração e sensação de esgotamento.

Mas é importante fazer uma distinção: não existe uma sequência universal de seis fases que todas as pessoas necessariamente percorrem até o burnout. O modelo clássico de Freudenberger e North, por exemplo, descreve 12 fases — e a própria literatura ressalta que elas não precisam ocorrer de forma linear.

O que existe é algo que as empresas precisam observar com atenção: condições de trabalho que podem favorecer o estresse ocupacional e o adoecimento.

Sobrecarga de trabalho, falta de autonomia, pressão excessiva, conflitos, falta de suporte e problemas na organização do trabalho estão entre os fatores associados aos riscos psicossociais.

E esse tema ganhou ainda mais relevância com a NR-01.

A partir de 26 de maio de 2026, os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho passaram a integrar expressamente o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais.

Por isso, a prevenção não deve começar quando o colaborador já está afastado.

Ela começa identif**ando o que, dentro da própria organização, pode estar contribuindo para o adoecimento.

Na ACRH, realizamos Diagnóstico de Riscos Psicossociais, com análise do ambiente organizacional, identif**ação dos fatores de risco e direcionamento para medidas preventivas e planos de ação.

📩 Sua empresa está preparada para identif**ar e gerenciar os riscos psicossociais?

Entre em contato com a ACRH e saiba como podemos apoiar sua organização na adequação à NR-01.

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O mercado de trabalho está mudando… e as competências que as empresas procuram também. A pesquisa global da GMAC Corpora...
14/08/2026

O mercado de trabalho está mudando… e as competências que as empresas procuram também.

A pesquisa global da GMAC Corporate Recruiters Survey 2026 mostra que, entre as competências mais valorizadas pelos recrutadores, aparecem:

🗣️ Comunicação — 64%
🧩 Resolução de problemas — 62%
🔄 Adaptabilidade — 60%
📊 Análise e interpretação de dados — 59%
🧠 Pensamento estratégico — 58%
🤝 Trabalho em equipe — 58%

E tem um dado que chama ainda mais atenção: o uso de ferramentas de IA chegou a 50% e foi a competência que mais cresceu em valor no último ano.

A tecnologia está transformando o trabalho, mas isso não signif**a que as competências humanas perderam espaço. Pelo contrário.

Segundo a PwC, novas tarefas em funções mais expostas à IA têm 2,5 vezes mais probabilidade de exigir competências como empatia, julgamento e criatividade.

Isso reforça uma tendência importante: o profissional mais preparado para o futuro não é aquele que domina apenas ferramentas. É aquele que consegue usar a tecnologia, pensar criticamente, se adaptar, colaborar e tomar boas decisões.

E isso também traz uma responsabilidade para as empresas: desenvolver as competências que o negócio vai precisar amanhã.

Na ACRH, apoiamos organizações no desenvolvimento de pessoas e lideranças por meio de treinamentos, Academia de Líderes e consultoria em gestão de pessoas, ajudando equipes a desenvolver competências alinhadas aos desafios atuais do mercado.

📩 Quer preparar suas lideranças e equipes para esse novo cenário? Fale com a ACRH.

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Durante muito tempo, investir em saúde mental foi visto por muitas organizações como um custo.Hoje, os dados mostram exa...
31/07/2026

Durante muito tempo, investir em saúde mental foi visto por muitas organizações como um custo.

Hoje, os dados mostram exatamente o contrário.

📊 Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a ansiedade e a depressão provocam a perda de cerca de 12 bilhões de dias de trabalho por ano em todo o mundo, gerando um impacto econômico de aproximadamente US$ 1 trilhão em perda de produtividade.

No Brasil, os transtornos mentais já figuram entre as principais causas de afastamento do trabalho, reforçando a necessidade de uma gestão mais preventiva e estratégica.

Quando uma empresa deixa de cuidar da saúde mental de seus colaboradores, os reflexos aparecem em diversos indicadores:

• aumento do turnover;
• crescimento do absenteísmo e do presenteísmo;
• queda do engajamento;
• conflitos internos;
• perda de produtividade;
• aumento dos riscos psicossociais.

Com a NR-01, a gestão dos riscos psicossociais passa a integrar uma visão mais estruturada sobre saúde e segurança no trabalho.

Mais do que atender às exigências legais, identif**ar esses riscos é uma oportunidade para fortalecer a cultura organizacional, apoiar as lideranças e construir ambientes mais saudáveis.

Na ACRH, auxiliamos empresas na identif**ação dos riscos psicossociais, elaboração de diagnósticos e planos de ação, contribuindo para decisões mais estratégicas e ambientes de trabalho mais seguros.

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A Inteligência Artificial já faz parte da rotina de muitas empresas. E isso é positivo.O desafio começa quando a tecnolo...
24/07/2026

A Inteligência Artificial já faz parte da rotina de muitas empresas. E isso é positivo.

O desafio começa quando a tecnologia deixa de ser uma ferramenta de apoio e passa a substituir o raciocínio, a criatividade e a capacidade de análise das pessoas.

Esse fenômeno tem sido chamado de sedentarismo cognitivo: quando delegamos cada vez mais o esforço mental para ferramentas digitais e exercitamos menos habilidades como pensamento crítico, resolução de problemas e tomada de decisão.

No ambiente corporativo, isso pode signif**ar profissionais mais dependentes de respostas prontas e líderes com menor capacidade de analisar cenários complexos.

Por isso, o desenvolvimento das pessoas continua sendo indispensável. A tecnologia acelera processos, mas competências como pensamento crítico, comunicação, criatividade, inteligência emocional e liderança continuam sendo humanas, e estratégicas.

O futuro do trabalho não será definido apenas por quem usa IA, mas por quem consegue unir tecnologia e pensamento crítico.

Na ACRH, acreditamos que desenvolver pessoas é tão importante quanto investir em inovação.

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Quanto custa perder um colaborador? Quando um profissional deixa a empresa, o prejuízo vai muito além da contratação de ...
16/07/2026

Quanto custa perder um colaborador? Quando um profissional deixa a empresa, o prejuízo vai muito além da contratação de um substituto.

Segundo a SHRM (Society for Human Resource Management), substituir um colaborador pode custar entre 50% e 200% do seu salário anual, considerando recrutamento, seleção, integração, treinamento e o tempo necessário para que o novo profissional atinja o mesmo nível de produtividade.

Mas os impactos não param por aí. O turnover também pode gerar:

📉 Queda na produtividade
📉 Sobrecarga da equipe
📉 Perda de conhecimento e experiência
📉 Aumento do retrabalho
📉 Piora no clima organizacional
📉 Impacto na experiência do cliente

Por isso, reduzir a rotatividade não signif**a apenas economizar. Signif**a fortalecer a cultura organizacional, desenvolver lideranças, melhorar a experiência dos colaboradores e criar um ambiente onde as pessoas queiram permanecer.

Na ACRH, apoiamos empresas na construção dessa estratégia por meio do desenvolvimento de líderes, diagnóstico de riscos psicossociais, treinamentos e consultoria em gestão de pessoas.

📩 Quer reduzir o turnover e fortalecer sua equipe?

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