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Welab Inovação Bons serviços são aqueles que promovem uma boa experiência, e contam uma história. Somos uma consultoria que busca a inovação através dos processos do design.

Criamos soluções viáveis e rentáveis para os negócios e sustentáveis para a sociedade. Welab é uma consultoria que busca a inovação para seus clientes através da utilização do design e dos estudos da experiência do usuário (UX). Entendemos design como um processo projetual estratégico que emprega empatia para conhecer o ser humano, colaboração através de dinâmicas de cocriação e experimentação através de protótipos físicos e de serviços. Welab inicia suas atividades em 2012, mas já começa com a experiência de seu fundador com mais de 17 anos em projetos de inovação e design, sempre trabalhando através das lentes do design de interação e do service design thinking.

27/09/2026

3 — lucro.

Enquanto a família passa fome, alguém está lucrando muito. Fechando a série, o ponto mais duro de tudo isso.

O brasileiro, no geral, ainda não tem o hábito de se autogerenciar financeiramente. E muita gente recorre ao jogo como se fosse a saída para o final de semana.

Eu já ouvi gente falando isso na cara: que ia sentar na frente do jogo do Tigrinho pra tentar levantar dinheiro pra comprar comida. E o resultado, quando dá errado, é depressão, improdutividade, problema no trabalho, problema em casa, criança passando fome.

Essa realidade é bem diferente da americana e da europeia, e é ela que sustenta líderes populistas sendo reeleitos ano após ano, seja um Lula, seja um Bolsonaro. Gente séria tem dificuldade de se posicionar na política brasileira. Dias antes da eleição deste ano, o governo anunciou um reajuste no Bolsa Família.

O Supremo decidiu que era permitido, por entender que era correção de inflação, não criação de benefício novo, mas o momento do anúncio, tão perto da votação, levantou questionamento mesmo assim.

E enquanto isso, sabe quem realmente lucra? O jogo do Tigrinho e os cassinos online. Só em depósito, bets esportivas e esse tipo de jogo somados movimentaram mais de 318 bilhões de reais entre janeiro de 2025 e junho deste ano.

E existe estimativa de que 30 bilhões de reais por mês estejam saindo do orçamento das famílias brasileiras para esse tipo de jogo, embora o próprio setor conteste esse número.

O aprendizado da série: o problema não é o tamanho do mercado, é a falta de autogestão de um povo historicamente manipulado. Se você se identificou com alguma parte disso, para, reflete, e não jogue mais. Segue a Welab Inovação para acompanhar a série completa.

Meu nome é Cristiano Leoz, fundador da Welab, e sou mentor de empreendedores que querem acelerar o seu negócio com inteligência. Conheça: welabdesign.com.br

27/09/2026

2 — diferença.

Quarenta bilhões aqui. Novecentos lá fora. O problema não é o tamanho. No capítulo anterior te contei de onde eu falo. Agora, os números. A aposta esportiva foi legalizada no Brasil em 2018, com uma série de regulamentações depois disso.

O faturamento do setor passou de 40 bilhões de reais no ano passado. Lá fora, nos Estados Unidos, o volume apostado passa de 166 bilhões de dólares, perto de 900 bilhões de reais. Um mercado muito maior que o nosso.

Só que o tamanho não é o ponto. O ponto é o ambiente. Eu já falei que clube de futebol é um lugar hostil, usado como massa de manobra. Boa parte dos presidentes de clube no Brasil tem relação direta com política. O Osmar Baquit, ex-presidente do Fortaleza, é deputado estadual há seis mandatos seguidos. Já o Petraglia, presidente de honra do Athletico Paranaense e meu ex-sócio na Premier, não é político, mas é um cara politizado, um bom gestor.

E aqui está a diferença de verdade entre nós e lá fora: o povo brasileiro não é o povo americano, nem o inglês. Na Inglaterra, um país com séculos de cultura e organização, já existe um problema sério com apostas. Agora imagina aqui, com uma população que eu considero pouco esclarecida, historicamente manipulada por lideranças mal-intencionadas.

E aqui eu não escolho lado: tanto o governo Lula quanto o governo Bolsonaro, no meu entendimento, se aproveitaram disso. No próximo capítulo: quem realmente lucra em cima desse cenário, enquanto a família brasileira sofre. Segue a Welab Inovação para acompanhar a série completa.

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mentoriaempresarial

27/09/2026

1 — sério.

Clube de futebol não tem dono. Eu vivi isso por dentro.

Bom dia, turma! Hoje eu vou falar de bets. Antes de falar de aposta, preciso te contar de onde eu falo.

Em 2012, junto com o Petraglia, meu sócio na Premier e hoje presidente de honra do Athletico Paranaense, eu criei o programa de sócio-torcedor do clube, um dos com a gestão mais respeitada do Brasil.

Na mesma época, com outros parceiros, como Robson, da FutebolCard, e Maurício Pinheiro Dias, da Fã Clube, que já faleceu e era um grande amigo, eu ajudei a criar cerca de 20 programas parecidos em outros clubes: Paysandu, Santa Cruz, Vila Nova, Vitória, Portuguesa, Vasco, entre outros. Foi uma experiência e tanto.

Eu aprendi de dentro como funciona esse Brasilzão do futebol, e posso te dizer uma coisa com segurança: clube de futebol é um ambiente complexo.

Normalmente não tem dono, é uma associação, que às vezes vira uma SAF, uma empresa mais organizada, com meta de lucro e de desenvolver jogador. E é um ambiente hostil.

Eu mesmo tomei prejuízo, alguns milhões, no América, do Rio Grande do Norte, no Athletico Paranaense e no Avaí. Não são clubes muito sérios, no sentido de gestão financeira mesmo. É dentro desse cenário que as bets entram.

No próximo capítulo: a diferença real entre o mercado brasileiro de apostas e o mercado lá fora. Segue a Welab Inovação para acompanhar a série completa.

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25/09/2026

3 — bolsa.

Precatório não é só um direito. É bolsa de valores na mão de quem manda.

Fechando a série, deixa eu te explicar o mecanismo por trás de tudo isso.

Existe um mercado de compra de precatório com deságio. Quem tem direito a receber vende mais barato, porque está desesperado.

Tem gente esperando 20, 30 anos para receber o que é seu por direito. Aí um governo fala que não vai pagar, o preço cai a zero, o dono vende no desespero.

Depois vem o STF, declara inconstitucional, o preço dispara. É assim que funciona. E a confusão não para.

Em 9 de setembro de 2025 foi promulgada a Emenda Constitucional 136, que tira os precatórios federais da conta de gastos primários a partir de 2026 e cria um teto novo, só para estados e municípios.

Resumindo a linha do tempo: 2021 parcelou e limitou, 2023 o STF derrubou o limite, 2025 veio uma regra nova, e agora o federal f**a fora do teto, mas estado e município entram num teto que não existia antes. Isso aqui não tem lado, não é petismo nem bolsonarismo.

É confusão em cima de confusão, e não é só com precatório, é com emenda parlamentar e com tudo que você possa imaginar.

Enquanto um assunto está em foco, outro já está sendo preparado. O aprendizado da série: precatório não é só um direito que alguém tem contra o governo.

Na prática, é bolsa de valores na mão de um monte de gente que decide o preço por você, sem te consultar. Se informar não é opção, é sobrevivência. Segue a Welab Inovação para acompanhar a série completa.

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25/09/2026

2 — calote.

Baixou o preço, deu o calote. E alguém comprou tudo na baixa. No capítulo anterior eu te dei o tamanho do problema. Agora vem a parte que ninguém te conta.

Eu converso com empreendedores todos os dias e fico surpreso quando descubro que muita gente não sabe o que é dívida pública, quanto o Brasil deve, nem que pagamos 1 trilhão de reais só de juros no ano passado. Sabe quem ganha com isso?

Os bancos. E enquanto a gente discute isso, sempre tem uma nova cortina de fumaça em construção.

Já tivemos mensalão, petrolão, escândalo do INSS. Sempre tem um assunto novo sendo preparado enquanto o anterior ainda está esquentando.

Voltando ao precatório: em 2021, o governo Bolsonaro aprovou uma PEC que limitou o pagamento das dívidas judiciais.

Isso derrubou o preço do precatório no mercado, porque ninguém queria comprar um direito que o governo tinha acabado de dizer que não ia pagar tão cedo. Foi aí que entrou um comprador.

O Banco Master chegou a acumular pelo menos 16 bilhões de reais em precatórios e pré-precatórios, boa parte comprada com deságio agressivo, pagando entre 10% e 20% do valor de face da dívida original. Em 30 de novembro de 2023, o STF declarou aquele limite inconstitucional.

O preço disparou de novo, e o governo Lula liberou 95 bilhões de reais em precatórios que estavam represados. Sobe quando libera, desce quando trava. E no meio disso, tem sempre alguém comprando na baixa.

No próximo capítulo: por que isso tudo é, na prática, uma bolsa de valores. Segue a Welab Inovação para acompanhar a série completa.

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25/09/2026

1 — tamanho. *Sessenta e nove bilhões e setecentos milhões de reais. Só este ano.* Bom dia, meus amigos! Hoje eu quero falar sobre precatório. Vocês sabem o que é? Precatório é um direito que alguém já ganhou na Justiça contra o governo, e que o governo ainda não pagou. Metade de tudo que existe de precatório no Brasil é abaixo de 1 milhão de reais. Tem caso de bilhão, sim, mas é minoria. A maioria é gente comum esperando um valor pequeno. E o tamanho disso? Neste ano de 2026 o governo tem que pagar 69,7 bilhões de reais em precatório. E já tem mais 64,3 bilhões programados para os próximos anos. Tudo isso espalhado em mais de 143 mil processos, com os maiores blocos vindo de encargos financeiros da União e do Ministério da Previdência. E há poucos dias, a Justiça cancelou 4,7 bilhões de reais em precatórios ligados ao Vorcaro. Assunto que eu vou aprofundar no próximo capítulo, quando eu contar a história de como o preço de um precatório despenca e dispara dependendo de quem está no poder. No próximo capítulo: como um governo consegue fazer o preço de um direito seu cair a zero. Segue a Welab Inovação para acompanhar a série completa. Meu nome é Cristiano Leoz, fundador da Welab, e sou mentor de empreendedores que querem acelerar o seu negócio com inteligência. Conheça: welabdesign.com.br mentoriaempresarial

23/09/2026

3 — hora.

Trinta e cinco anos de vídeo pesado. Três prontos em uma hora, sozinho. Agora, como o roteiro virou vídeo.

O Claude me deu a sugestão: usar o Google Flow, que tem o Nano Banana pra criar os storyboards e o Google Veo pra criar as animações.

Depois era só devolver tudo pra ele, que juntava com uma trilha sonora e fechava o vídeo. Fui lá pro Google Flow.

Acabei assinando um pacote do Google One por R$ 9,99 que me deu 5 terabytes de armazenamento.

Resolveu de uma vez um problema que eu tinha com meus arquivos, minhas fotos, que estavam empacadas na Apple. Colei o primeiro roteiro. Seis cenas pra criar.

Em dez segundos o Nano Banana tinha feito as seis, como storyboard de referência.

Ele me perguntou se estavam aprovadas. Numa delas eu vi a mão torta e pedi pra corrigir.

Gerou outras seis. Aprovei. Apertei um botão e ele animou as seis cenas. Puxei isso pro Claude.

Ele juntou tudo, colocou o texto, encaixou a trilha que eu tinha baixado, e fechou o vídeo em mais dez segundos. Fiz três vídeos completos, sozinho, em uma hora.

O aprendizado da série: a dificuldade de criar um vídeo bom nunca foi exagero meu, ela é real.

O que mudou é que hoje um empreendedor sozinho tem acesso ao mesmo tipo de parceria que antes só uma agência dava.

Vá lá em itapemabeiramar.com.br ou no Instagram da pra ver o resultado. Segue a Welab Inovação para acompanhar a série completa.

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23/09/2026

2 — parceria.

O bloqueio nunca foi a dificuldade. Era eu, sozinho.

No capítulo anterior eu falei do problema.

Agora, o que eu fiz com ele. Vamos lá: o que é necessário pra criar um vídeo tradicional?

Um bom roteiro, um bom conceito, alinhado ao posicionamento que você quer evidenciar, à sua promessa, sua proposta, seu produto, seu serviço.

Depois vem a execução: storyboard, sequência de cenas, ambientação, iluminação, o take que você quer, a aproximação que você quer. É tudo muito difícil de pensar, planejar e executar. Eu sei bem disso.

Na Midiaweb a gente criava vídeos pesados, para Walmart, para LG, para Samsung, e eu tinha gente muito boa lá pra fazer isso.

Eu, mais do que ninguém, nunca minimizei o esforço de criar um vídeo. Trinta e cinco anos fazendo isso, cara. Eu sei que não é fácil.

Até os pequenos detalhes, captação de som, sincronização de câmera, tudo é difícil. Então o bloqueio não estava na dificuldade da tarefa. Estava em mim.

Em mim mesmo. Foi aí que eu comecei a bater um papo com o Claude sobre criar um vídeo para a Itapema Beira Mar, minha empresa de gestão de espaço à beira-mar.

Ele já conhecia o negócio, porque eu já trabalho com ele em várias outras coisas. Foi uma conversa.

Ele entendeu a minha proposta, a minha promessa, como eu queria que as coisas acontecessem, e falou: vou criar um roteiro pra você.

Criou o roteiro, contou a história, montou a campanha inteira, e disse que ela se desenvolvia bem em três vídeos. Preparou os roteiros dos três.

O aprendizado do capítulo: o bloqueio nunca foi a tarefa ser difícil. Foi tentar fazer sozinho o que sempre exigiu um time. Um bom parceiro, hoje, não precisa ser uma agência inteira.

No próximo capítulo: como esses três vídeos saíram do roteiro e foram parar prontos, em uma hora. Segue a Welab Inovação para acompanhar a série completa.

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23/09/2026

1 — execução.

Ter a ideia nunca foi o problema. Executar sozinho, sim.

Bom dia, turma!

Tudo bem? Hoje eu vou falar sobre criação de vídeos com inteligência artificial. Ontem eu precisei criar uns vídeos conceituais para o meu negócio de locação.

E bateu a dúvida de sempre: fazer na mão, gravar alguma coisa nova, ou aproveitar vídeos de praia que eu já tinha prontos, que também são bem legais. Resolvi tentar com IA.

E, como eu estudo tudo que eu vou fazer, fui pesquisar. Encontrei várias plataformas boas no mercado.

A maioria cara, mensalidade alta só para poder executar os vídeos lá dentro.

Mas o problema principal, pra mim, não era nem essa questão de execução. Eu via dois problemas.

O primeiro: ter um bom conceito, bom posicionamento, alinhamento. Isso eu sei fazer, está dentro das minhas habilidades.

O segundo: eu nunca fui designer gráfico, muito menos redator publicitário.

Sempre tive gente muito melhor do que eu nessas áreas. Meu diretor de criação era o Paulo Renato, um cara incrível.

O aprendizado do capítulo: ter uma boa ideia nunca foi o meu problema. Executar ela sozinho, sem uma equipe de criação por trás, sempre foi.

No próximo capítulo: o que aconteceu quando eu testei se a IA resolve esse segundo problema. Segue a Welab Inovação para acompanhar a série completa.

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19/09/2026

3 — humildade.

O protagonista de verdade sabe quem é melhor do que ele. No capítulo anterior eu falei do palco.

Agora, a parte mais nobre do protagonismo. Protagonismo não é aparecer. É se enxergar protagonista e assumir o seu papel, com responsabilidade.

E aqui está o que pouca gente entende. Ser protagonista não é ser o melhor em tudo. É reconhecer onde os outros são melhores do que você.

Eu faço isso com quem eu mentoreio. Primeiro mostro a força real que a pessoa tem, porque a maioria não sabe.

Depois trago ela pra realidade: ela não é melhor do que quase ninguém, na maioria das coisas. Isso não humilha. Liberta.

Vale para a sua esposa, seu marido, seu filho, seu colega de trabalho. Reconhecer que eles são melhores do que você em várias coisas te fortalece, não te diminui.

O melhor sonho é o que se sonha junto. O aprendizado da série: o protagonista de verdade não é o melhor em tudo.

É quem reconhece, com humildade, onde os outros são melhores, e constrói junto com eles. Segue a Welab Inovação para acompanhar a série completa.

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Rua 290, 148
Itapema, SC

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