28/01/2026
Hoje, 27 de janeiro, Dia da Proclamação dos Direitos dos Animais, eu falo com o coração apertado ao lembrar do cachorro comunitário Orelha, mais uma vítima da violência contra os animais no Brasil. Falo também com a convicção de quem acredita que o respeito à vida é o que transforma, de verdade, uma sociedade.
Orelha vivia há cerca de dez anos na Praia Brava, em Florianópolis, Santa Catarina. Era um cão comunitário, cuidado pelos moradores, presente no dia a dia de crianças, adultos e turistas. Um animal dócil, conhecido e querido, que fazia parte daquela comunidade.
O Dia da Proclamação dos Direitos dos Animais nos lembra que toda forma de vida merece cuidado, dignidade e proteção. A data está ligada aos princípios da Declaração Universal dos Direitos dos Animais, que reconhece que os animais sentem dor, afeto e pertencimento, e que a humanidade tem o dever ético de protegê-los.
No governo do presidente Lula, assumimos o compromisso de colocar a vida no centro das decisões. No Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, estruturamos o Departamento de Proteção, Defesa e Direitos Animais, fortalecemos o Programa Nacional de Manejo Populacional Ético de Cães e Gatos, incentivando o controle populacional humanizado e a guarda responsável, e criamos o SinPatinhas, um sistema nacional que dá visibilidade aos animais domésticos. Só se consegue proteger adequadamente aquilo que conhecemos, e política pública precisa ser feita com base em evidências. É assim que orientamos ações de cuidado e proteção em todo o país.
Respeitar a dignidade de suas vidas é um ato de responsabilidade e amor.