27/05/2026
🚨 Em mais uma rodada da mesa permanente de negociação, a Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) apresentou um grito de socorro à direção da Caixa Econômica Federal. Entre as demandas urgentes apresentadas pela Comissão na manhã desta terça-feira (26/05), estão o fim do teto de custeio do plano de assistência médica dos empregados, o Saúde Caixa, a mudança do modelo de remuneração variável do SuperCaixa e a construção conjunta de um novo modelo de atendimento nas unidades do banco. Mais uma vez, a CEE saiu da reunião sem uma proposta concreta que venha a atender a categoria.
🗣️ Na abertura da reunião, o coordenador da CEE/Caixa, Felipe Pacheco ( ), destacou a necessidade da retomada das negociações do Saúde Caixa e da mudança no modelo de remuneração variável implementado pelo banco, o SuperCaixa e o BonusCaixa. Segundo ele, o programa SuperCaixa não contemplou todos os empregados, atingindo apenas trabalhadores da rede, enquanto áreas como matriz e centralizadoras permaneceram sob outro modelo de remuneração.
⚠️ “As mudanças acarretaram distorções e perdas financeiras signif**ativas para os empregados que, mesmo atingindo metas individuais, deixaram de receber premiações devido a fatores externos ao desempenho pessoal. Além de ter sido implementado de forma unilateral, o SuperCaixa vem provocando desmotivação, sensação de tratamento desigual e insegurança entre os trabalhadores da rede”, reforçou o coordenador.
💻 Já com relação ao modelo de atendimento nas unidades do banco, os membros da Comissão apresentaram diversas críticas ao processo de digitalização adotado. Segundo eles, o banco estaria impondo uma “digitalização forçada” aos clientes e aos empregados, com metas de tempo e cobranças por atendimentos virtuais simultâneos ao presencial, o que tem gerado sobrecarga, precarização do atendimento e riscos psicossociais aos trabalhadores. “Os empregados vêm sendo pressionados a atender clientes presencialmente e, ao mesmo tempo, responder às demandas do projeto Gênesys para evitar penalizações. Falta diálogo com os empregados que atuam diretamente nas agências”.