Super Fácil Empréstimos pessoal e consignado

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08/08/2020

Como funciona o empréstimo com o cartão de crédito?

Sim, é possível contratar um empréstimo com cartão de crédito, sem comprometer o seu limite, e alem de receber o dinheiro em até 24hrs (dias úteis) sem comprometer o seu limite.

Se você estiver negativado e quiser entender como funciona o cartão de crédito para a sua situação envie uma mensagem para a gente, estamos prontos para analisar essa situação.

BC reduz juros pela 9ª vez, a 2% ao ano, o menor nível da história.O Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Centr...
08/08/2020

BC reduz juros pela 9ª vez, a 2% ao ano, o menor nível da história.

O Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central cortou hoje a taxa básica de juros (Selic) em 0,25 ponto percentual, de 2,25% para 2% ao ano. É o menor patamar desde o início da série histórica, em 1996. A decisão foi unânime e veio dentro do esperado pela maior parte dos analistas de mercado. Este foi o nono corte seguido, o quinto anunciado neste ano, e ocorre ainda na esteira das preocupações sobre os efeitos do coronavírus no Brasil e no mundo....
Ciclo de cortes começou em 2016 Em outubro de 2016, o BC deu início a uma sequência de 12 cortes na Selic. Neste período, a taxa de juros caiu de 14,25% ao ano para 6,5% ano. De maio de 2018 até junho de 2019, a taxa foi mantida no mesmo patamar. Foram dez encontros do Copom sem mudanças na Selic. No final de julho do ano passado, porém, o Copom reduziu a Selic em 0,5 ponto percentual, para 6% ao ano. Em dezembro, a taxa já estava em 4,5% ao ano. Em fevereiro deste ano, foi reduzida novamente, desta vez para 4,25%; em março, para 3,75%; em maio, para 3%; em junho, enfim, para 2,25%. Juros ao consumidor são mais altos... A Selic é a taxa básica da economia e serve de referência..
Veja mais em https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2020/08/05/bc-copom-juros-selic-5-agosto.htm?cmpid=copiaecola
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O Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central cortou hoje a taxa básica de juros (Selic) em 0,25 ponto percentual, de 2,

Se é verdade que “quando a miséria bate na porta, o amor p**a pela janela”, como diz o ditado, é preciso quebrar todas a...
01/07/2018

Se é verdade que “quando a miséria bate na porta, o amor p**a pela janela”, como diz o ditado, é preciso quebrar todas as barreiras possíveis para evitar que eventuais crises financeiras abalem não só o orçamento do casal, mas a relação como um todo –muitas vezes de forma irreparável. Manter o diálogo e as contas na mesa (mesmo que não literalmente) é receita certa até quando dinheiro não parece ser problema no relacionamento.

Não se trata de abrir conta conjunta ou de compartilhar com o outro cada centavo que sai da carteira, mas de impedir que amor e finanças habitem lados opostos de uma mesma casa. “Não existe regra. Recomendo que sejam usados bom senso e companheirismo, já que a vida a dois pressupõe desejo de compartilhar”, diz a consultora financeira Evanilda Rocha, da Dinheiro Inteligente.

Comum acordo

Mais do que compatibilizar receita e despesas é preciso eleger, segundo ela, um sistema que tenha sido decidido de comum acordo entre o casal e que funcione para ambos – fórmula encontrada por Mariana Costa Rodrigues, de 32 anos, e pelo marido dela, Lucas Morais, de 26.

Casados há dois anos, eles optaram por unif**ar os rendimentos. Da conta única saem os recursos para despesas da casa e para os gastos pessoais. “Ano passado, tivemos o orçamento reduzido e ele remodelou os cálculos para que não passássemos aperto. O segredo é manter uma disciplina”, diz a advogada.

Sucesso

Eventuais questionamentos sobre os gastos do outro existem, admite Mariana. “Nada que estremeça a relação”, garante. Maturidade é a chave do sucesso. “Às vezes, acontece um ‘o que signif**a essa compra no valor X?’. Recentemente, quis renovar o guarda-roupa, por exemplo. Acabei gastando um pouco mais do que previa e a única coisa que ele me perguntou foi se eu realmente precisava de todas aquelas roupas”, br**ca. Em praticamente todas as situações, porém, a fórmula tem funcionado.

Para facilitar as coisas, ou melhor, as contas, a maior parte das despesas é paga no débito. Quebrar o “protocolo” de vez em quando e se permitir um gasto extra também faz parte do combinado. “Atritos ocorrem. Nem sempre é fácil alinhar interesses e decisões sobre o que comprar e como pagar. Mas com bom senso e consciência, no final dá tudo certo”, diz.

Tudo junto

Irmã dela, Juliana Rodrigues Horta, de 27 anos, copiou o modelo de gestão ao juntar as escovas de dente com o bancário Frederico Horta, 30. Na casa deles, não há o dinheiro de um e o do outro. “Sou um pouco descontrolada e acabo esquecendo as datas de vencimento, então repasso meu salário para ele, que controla e paga tudo em dia. Não me sinto prejudicada nem mal, pelo contrário, acho ótimo”, diz a engenheira.

Apesar de, na casa deles, privacidade financeira muitas vezes acabar em segundo plano diante da divisão completa entre o que entra e sai, não falta liberdade para que cada um faça as próprias escolhas quando assim desejar.

Segundo Juliana, apesar de gerenciar o pagamento das contas e administrar as finanças, o marido não é o “gerente da casa”. “Não peço permissão para gastar. Trabalho, tenho meu salário e também tenho bom senso para saber da nossa situação financeira. O que ele faz é simplesmente controlar datas e contas e orientar”, detalha.

Modelo individual

Consultor do site de educação financeira do Mercantil do Brasil, Carlos Eduardo Costa diz que é exatamente assim que as coisas devem caminhar. Para ele, que é avesso a fórmulas matemáticas que impõem percentuais específicos para despesas e receitas, os métodos devem ser descobertos caso a caso. “Tudo depende do modelo de casal, se há filhos, se a casa é própria ou não. Cada realidade impõe um gasto diferente, desde que se tenha em mente que parte da renda deve ser guardada não só para objetivos em curto prazo, mas visando o futuro”, alerta.

Esconder a realidade do par, por pior que seja, é outra bola fora, diz o educador financeiro. Para ele, maior problema que existe. Em situações assim, quando há dívidas, o único caminho é abrir o jogo e buscar o socorro dentro de casa. “Lá na frente, aquele que não sabia de nada, quando descobrir vai se sentir traído”, alerta Costa.

“Evitar falar de um aperto financeiro não vai torná-lo mais fácil. Vai gerar ainda mais dificuldades e desconfiança” - Carolina Ratton, picóloga de casais

Alinhar os objetivos do casal ajuda a evitar ruído na relação

Psicóloga especialista em atendimento de casais e família, Carolina Ratton Moraes diz que o signif**ado atribuído por cada um ao dinheiro vai dizer muito sobre como o casal lidará com ele ou com a falta dele. A dica é evitar que as DR’s venham à tona somente quando houver um problema, mas mantê-las rotineiramente a fim de descobrir o caminho ideal para os dois.

“Se os sonhos e planos individuais e familiares não forem compartilhados e revisados em cada etapa do ciclo de vida, cedo ou tarde isso se tornará um problema. Os objetivos em comum precisam estar alinhados, desde que levados em consideração os planos individuais também”, enfatiza.

Na casa dos assistentes sociais Leonardo Rodrigo Pinto Martins, de 44 anos, e Celina Roque de Lima Martins, de 39, falta de comunicação e de uma poupança – por parte dela – já foram motivos de desentendimento. Foi preciso colocar as contas na ponta do lápis e reiniciar a organização financeira para que as coisas voltassem aos eixos e o relacionamento melhorasse.

Na opinião de Leonardo, não há organização ideal, mas a que atende os anseios dos dois. “Acho que harmonia financeira depende de um relacionamento sincero, principalmente no que diz respeito aos gastos. Depois de um estresse que tivemos e de uma boa conversa, trocamos de apartamento, de carro, tivemos o Bernardo (primeiro filho, de 8 anos) e estamos nos livrando do cheque especial e do cartão de crédito”, comemora.

“É preciso avaliar a capacidade financeira de cada um para tomar uma decisão em benefício da riqueza dos dois” - Evanilda Rocha, consultora financeira

Além disso:

Autora de cursos e palestras sobre finanças, a analista comportamental e master coach Carolina Jannotti reforça que manter o equilíbrio entre os pilares saúde, social, emocional e financeiro é a chave para a realização do casal. Segundo ela, se um dos aspectos vai mal, os demais se fragilizam. “Casais e famílias não conversam sobre dinheiro. Cada um de nós foi criado de uma forma e temos crenças financeiras diferentes, que refletem nos nossos comportamentos e resultados. Dialogar é o ponto de partida”, reforça.

Para orientar quem não tem um método próprio ou não sabe por onde começar uma organização financeira, ela criou a Métrica da Riqueza. A fórmula consiste na seguinte distribuição da renda: 60% para gastos essenciais (definidos pelo casal antecipadamente), 5% para educação ou cursos de crescimento pessoal ou profissional, 10% poupado para objetivos em comum (troca de carro ou viagem, por exemplo), 10% para investimento, 5% para doação e os 10% restantes para uso individual.

Segundo Carolina, respeitar o último ponto é essencial para evitar brigas e desentendimentos, já que o percentual de recursos exclusivos para cada um terá sido previamente definido por ambos. “A Métrica não é uma regra obrigatória, mesmo tendo sido determinada após diversos estudos e análise comportamental de pessoas de sucesso. Conhecendo-se e identif**ando onde está a auto-sabotagem, os pontos fortes e fracos e as crenças limitantes, f**a muito mais fácil se adaptar às regras e fazer a própria receita dar certo”, enfatiza.

“Se com tudo dando certo às vezes já é difícil, imagine criando um tabu e evitando falar sobre o assunto?” - Carlos Costa, consultor financeiro

(Fonte http://hojeemdia.com.br/plural/dinheiro-bem-casado-finan%C3%A7as-discutidas-e-gerenciadas-sem-estresse-nem-segredo-evitam-problemas-1.635162)

Se é verdade que “quando a miséria bate na porta, o amor p**a pela janela”, como diz o ditado, é preciso quebrar todas as barreiras possíveis para...

Desde novembro de 2011, os microempreendedores individuais (MEIs) de Santa Catarina contam com o apoio do Governo do Est...
13/11/2017

Desde novembro de 2011, os microempreendedores individuais (MEIs) de Santa Catarina contam com o apoio do Governo do Estado para ampliação e modernização de seus negócios. A data marca o lançamento do Juro Zero, programa coordenado pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), que já concedeu R$ 200 milhões em mais de 70 mil operações de crédito.

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“Quando lançamos o programa, a ideia era atender 30 mil MEIs em todo o Estado. Mais que uma política de desenvolvimento econômico, o Juro Zero é uma política de desenvolvimento social. Ficamos muito felizes com este sucesso, principalmente porque beneficiamos muitas pessoas, promovendo a formalização e o desenvolvimento econômico em todas as regiões catarinenses”, disse o governador Raimundo Colombo.

O programa abre uma linha de crédito de até R$ 3 mil para MEIs formalizados. Este valor pode ser parcelado em oito vezes, e com as sete primeiras parcelas pagas em dia, a última é isenta, quitada pelo Governo do Estado. Cada MEI pode participar até duas vezes do processo. “É importante ressaltar que o Juro Zero incentivou notavelmente a formalização. Há seis anos, Santa Catarina tinha 50 mil MEIs formalizados e, hoje, são 284 mil MEIs”, ressalta o secretário da SDS, Carlos Chiodini.

Uma das participantes foi a empresária Brianna Pelegrini, de Lages. Em 2012, ela largou o emprego como engenharia ambiental para abrir a Santíssima Catarina, uma empresa que produz sapatos exclusivos e artesanais. “Eu sempre gostei de customizar minhas peças e contava com auxílio da minha mãe, que era professora. No verão de 2012, confeccionamos uma alpargata com retalhos de tecido. Minhas amigas adoraram e começaram a encomendar peças”, lembra. Ela conta que em julho do mesmo ano conheceu o Juro Zero e, com o empréstimo, comprou a primeira máquina e alugou uma casa para iniciar a empresa. “Hoje temos 30 funcionários e já exportamos peças para outros países”, revela Brianna.

O modelo catarinense de concessão de crédito já foi adotado em outros municípios e Estados, como São Paulo, que lançou em janeiro o Juro Zero Empreendedor e concedeu, até setembro, R$ 1 milhão. “Em Santa Catarina, no mesmo período, realizamos mais de nove mil empréstimos que totalizaram R$ 26,7 milhões”, observa o diretor de Apoio às Micro e Pequenas Empresas e Empreendedores Individuais da SDS, Marcio da Silveira. Ele destaca, ainda, que a taxa de inadimplência dos participantes é muita baixa, em torno de 1%.

O Juro Zero conta com parceria da Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina (Badesc), do Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) e da Associação das Organizações de Microcrédito de Santa Catarina (Amcred/SC).

Desde novembro de 2011, os microempreendedores individuais (MEIs) de Santa Catarina contam com o apoio do Governo do Estado para ampliação e modernização d

13/11/2017

Fique por dentro das Mudanças atuais do Empréstimo Consignado que prometem agitar o setor

MUDANÇAS NO EMPRÉSTIMO CONSIGNADOs mudanças no empréstimo consignado esta sendo aguardada por milhares de pessoas que ut...
22/10/2017

MUDANÇAS NO EMPRÉSTIMO CONSIGNADO

s mudanças no empréstimo consignado esta sendo aguardada por milhares de pessoas que utilizam o empréstimo consignado no Brasil. Entre algumas das mudanças as que mais estão sendo aguardadas são:

Aumento no prazo do empréstimo consignado
Aumento na quantidade de empréstimo por convênio
Proposto pelo governo atual para fomentar o consumo e tentar reduzir o endividamento as mudanças no empréstimo consignado caminham a passos lentos.

Aumento no prazo do empréstimo consignado

Foi proposto pelo governo que seja estendido o prazo para o empréstimo consignado em 12 meses considerando o prazo atual, por exemplo:

Para aposentados e pensionistas do INSS de 72 vezes para pagar passaria poder pagar em até 96 vezes.

Servidores Federais teriam seu prazo estendido de 96 para 120 meses.

Outras mudanças estão sendo discutidas como a redução da taxa de juros contudo o que se tem de mais concreto é o aumento do prazo e quantidade de contratos por cliente.

Aumento na quantidade de empréstimo por convênio

Pela regra funciona assim: “30% de comprometimento de renda para empréstimos ou quantidade máximas de contrato por Matrícula ou Benefício”.

Convênios com o INSS por exemplo que atende a milhões de aposentados e pensionistas tem como limite 6 empréstimos.

Com a nova regra poderiam ter até 9 empréstimos o que evitaria ter de portar ou refinanciar seus contratos agrupando parcelas.

Mudanças no Empréstimo Consignado x Vantagens

Muitas vezes o que se parece um facilitador nem sempre é a melhor saída para um problema. Considere que estamos tratando de situações as quais comprometem e prolongam um endividamento.

Empréstimo deve ser contratado por necessidade e não por costume ou porque quer comprar algo supérfluo.

Quando falamos em aumentar o prazo lembre-se que estará aumentando seu total a prazo.

A forma mais correta a se fazer antes de contratar um empréstimo é o total a prazo que é o jeito mais simples de você saber o quanto vai pagar no final, ou seja, pegue o valor da parcela e multiplique pela quantidade de meses que vai pagar, o resultado desta conta é o seu total a prazo.

Fonte:

Fique por dentro das Mudanças atuais do Empréstimo Consignado que prometem agitar o setor

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