Cleber Seraza

Cleber Seraza Meu objetivo é fazer com que você tenha uma vida feliz e sem dividas!

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15/04/2021

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Você sabe a importância de ter um score alto?O score de crédito sofre impactos de diferentes fatores. Por isso, é dinâmi...
13/04/2021

Você sabe a importância de ter um score alto?

O score de crédito sofre impactos de diferentes fatores. Por isso, é dinâmico e muda com frequência. Seja de uma pessoa física, seja de uma empresa, as regras são sempre as mesmas:

pagar as contas em dia;
manter o nome limpo;
atualizar os dados cadastrais.
No entanto, uma empresa que deixa de seguir essas diretrizes — seja pelo motivo que for — tem sua reputação afetada. Com isso, tem menos condições de negociar suas dívidas com o mercado, conseguir linhas de crédito especiais e ter um bom relacionamento com o mercado.

Afinal, o Serasa Score positivo é um diferencial na negociação, que viabiliza o processo e garante condições mais justas. Assim, você pode:
negociar o pagamento a prazo, com juros menores no mercado;
conseguir descontos para quitações feitas na modalidade à vista;
obter crédito com condições diferenciadas de pagamento.
Ao mesmo tempo, você realiza uma gestão mais estratégica. Além de conceder vendas a prazo com mais segurança, também tem informações que ajudam a ter insights sobre a situação atual do seu negócio.

Afinal, sua empresa também tem uma pontuação com a Serasa Experian e isso fornece a base necessária para garantir a saúde do negócio. Por exemplo, se estiver baixo, indica pouca sustentabilidade financeira. Esse é o momento de equilibrar as finanças, melhorar o capital de giro disponível e tentar pagar todas as contas em dia.

Com a melhora do score na Serasa Experian ou se sua empresa já tiver um resultado alto, mostra que as finanças vão bem e que é possível traçar um plano de expansão. Em outras palavras, sua empresa tem boa saúde e consegue boas ofertas de renegociação no mercado.
A partir das informações coletadas das diferentes fontes de dados, o sistema de score da Serasa Experian faz o cálculo automático e apresenta a pontuação. Esse índice varia de acordo com diferentes faixas. Elas são divididas da seguinte forma:

score de 0 a 300 — apresenta histórico de pagamento ruim, com elevado índice de inadimplência. Isso significa que não é recomendado conceder crédito para esse cliente;
score de 300 a 700 — é um cliente com risco médio de inadimplência. É alguém que pode estar passando por uma situação financeira complicada. Por isso, teve sua pontuação diminuída. No entanto, também pode ser um mau pagador;
score de 700 a 1.000 — oferece risco baixo de inadimplência, especialmente se tiver uma pontuação acima de 900. É alguém com bom histórico de pagamentos e que atrasa apenas quando tem algum imprevisto financeiro.

Média de 2020 de brasileiros endividados atinge maior nível da série.Na média de 2020, 66,5% das famílias brasileiras es...
12/04/2021

Média de 2020 de brasileiros endividados atinge maior nível da série.

Na média de 2020, 66,5% das famílias brasileiras estavam endividadas, 2,8 pontos porcentuais acima do registrado na média de 2019, conforme estudo especial com base na Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), calculada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). É o maior nível para uma média anual da série da Peic, iniciada em 2010.

A Peic considera como endividamento quaisquer tipos de dívidas, incluindo o uso corriqueiro do cartão de crédito. Assim, o crescimento do endividamento sinaliza expansão do crédito e não é necessariamente preocupante. Embora tenha atingido o recorde em 2020, o crescimento arrefeceu em relação ao avanço de 3,3 pontos no endividamento médio em 2019 ante 2018.

A qualidade do crescimento do endividamento passa pela dinâmica da inadimplência. Na média de 2020, segundo a Peic, a proporção de famílias com contas ou dívidas em atraso ficou em 25,5%, 1,5 ponto acima da média de 2019. Aumentou também o porcentual das famílias que declararam não ter condições de quitar os débitos no mês seguinte e que, portanto, tendem a seguir inadimplentes, atingindo 11% na média de 2020, 1,4 ponto acima de 2019.

Segundo a CNC, a pandemia de covid-19 marcou a evolução do endividamento no ano passado. A proporção de famílias com dívidas ou contas em atraso começou 2020 abaixo do registrado no fim de 2019, mas houve sucessivas altas ao longo dos meses de pandemia. Em agosto, a inadimplência atingiu o ponto máximo da série histórica iniciada em 2010, com 26,7% dos entrevistados declarando ter contas em atraso.
Esta porcentagem passou a cair durante o segundo semestre, influenciada pelo conjunto de medidas de combate à pandemia que ajudaram os consumidores com relação à capacidade de pagamento de parte das contas e dívidas”, diz a nota divulgada pela CNC.

Além disso, como o avanço no endividamento em 2020 se deu de forma mais intensa entre as famílias com renda de até 10 salários por mês, a piora nos indicadores de inadimplência foi mais expressiva para esse grupo.

Outro indicador da qualidade do endividamento é a capacidade de pagamento. Na média de 2020, as famílias entrevistadas na Peic declaram ter 30% de sua renda comprometidos com dívidas, 0,5 ponto acima da média de 2019. Já o tempo médio de comprometimento da renda com dívidas ficou em 7,2 meses, alta de 0,3 mês ante 2019, “o que reflete a maior participação de modalidades com prazos mais longos de pagamento, como crédito consignado, carnês, além dos financiamentos de carro e casa”.

“O aumento da parcela média da renda comprometida com dívidas não ocorreu, no entanto, na mesma dimensão que o porcentual de famílias com dívidas, o que evidencia o menor custo do crédito”, diz a nota da CNC.

Assim como nos anos anteriores, o cartão de crédito foi apontado como o principal tipo de dívida entre os brasileiros em 2020 – 78%, na média anual. Em segundo e terceiro lugares, ficaram, respectivamente, o carnê (16,8%) e o financiamento de carro (10,7%).

Número de brasileiros com dívidas cresce no fim de 2020.Após três reduções seguidas, o número de brasileiros com dívidas...
11/04/2021

Número de brasileiros com dívidas cresce no fim de 2020.

Após três reduções seguidas, o número de brasileiros com dívidas voltou a subir no último mês de 2020, informou hoje (6) a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) de dezembro apontou que 66,3% dos consumidores estão endividados, uma alta de 0,3 ponto percentual com relação a novembro. No comparativo anual, o indicador registrou aumento de 0,7 ponto percentual.

Para o presidente da CNC, José Roberto Tadros, o crédito deve ganhar destaque na retomada da economia em 2021. “É importante não somente seguir ampliando o acesso aos recursos com custos mais baixos, mas também alongar os prazos de pagamento das dívidas para mitigar o risco da inadimplência no sistema financeiro”, disse, em nota, Tadros, ressaltando que grande parte do crédito ofertado durante a pandemia de covid-19 foi concedido com carência nos pagamentos e deve começar a vencer no início deste ano.

Em relação à renda, as trajetórias do endividamento passaram a apresentar tendências semelhantes em dezembro. Entre as famílias que recebem até dez salários mínimos, o percentual subiu para 67,7% do total, após três reduções consecutivas. Para as famílias com renda acima de dez salários, o indicador aumentou para 60%.

Segundo a economista da CNC responsável pela pesquisa, Izis Ferreira, com o fim do auxílio emergencial, em janeiro as famílias de menor renda que recebiam o benefício precisam adotar maior rigor na organização dos orçamentos domésticos. “O crédito pode voltar a funcionar como ferramenta de recomposição da renda, ainda no contexto de incertezas sobre a evolução do mercado de trabalho”, afirmou Izis.

Inadimplência em queda
Apesar da alta do endividamento, os consumidores continuam conseguindo quitar débitos e compromissos financeiros. O total de famílias com dívidas ou contas em atraso apresentou a quarta redução consecutiva, caindo de 25,7%, em novembro, para 25,2%, em dezembro. Em comparação com igual mês de 2019, a proporção cresceu 0,7 ponto percentual.

Segundo a CNC, a parcela das famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso e que, portanto, permanecerão inadimplentes teve nova retração, passando de 11,5% para 11,2%. Em dezembro de 2019, o indicador havia alcançado 10%.

Com relação aos tipos de dívida, a proporção de brasileiros que utilizam o cartão de crédito voltou a crescer, alcançando 79,4% das famílias – a maior taxa desde janeiro de 2020 – mantendo-se como a principal modalidade de endividamento. Além do cartão de crédito, o cheque especial também aumentou a sua participação entre as famílias endividadas. “Ambas são modalidades associadas ao consumo imediato e de curto e médio prazos”, disse Izis.


fonte:agenciabrasil.ebc.com.br

No Brasil, 59,4 milhões de consumidores estão negativados.Agência BrasilNo Brasil, 59,4 milhões de pessoas físicas estav...
10/04/2021

No Brasil, 59,4 milhões de consumidores estão negativados.

Agência Brasil

No Brasil, 59,4 milhões de pessoas físicas estavam com o nome negativado ao final de julho. O número representa 39,3% da população com idade entre 18 e 95 anos. Em junho, a estimativa apontava a marca de 59,8 milhões de inadimplentes.
Os dados são do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e foram divulgados hoje (9) em São Paulo. Para as entidades, os números refletem as dificuldades que o cenário de desemprego elevado impõe às famílias.
Na variação anual do número de dívidas atrasadas, o indicador mostrou uma queda de 5,53%. O dado mostra que o número de dívidas tem recuado de maneira mais rápida do que o número de inadimplentes.
A estimativa de devedores vem se mantendo próxima ao patamar dos 59 milhões desde o segundo trimestre de 2016. O presidente da CNDL, Honório Pinheiro disse que o fato ocorre porque as dificuldades do cenário recessivo fazem crescer o número de devedores, mas a maior restrição do crédito e queda do consumo por parte das famílias, provocada pela própria crise, age limitando o crescimento da inadimplência.
"Assumindo que a economia e o consumo irão se recuperar de forma lenta e gradual, a estimativa deve permanecer ainda oscilando em torno dos 59 milhões de negativados ao longo dos próximos meses, sem mostrar um avanço expressivo", afirmou Pinheiro.
Segundo o levantamento, a maior frequência de negativados ocorre com pessoas entre 30 a 39 anos. Em junho, metade dessa população (50,11 %) estava com o nome incluído em listas de proteção ao crédito - um total de 17,1 milhões de pessoas. Os dados mostraram também que uma quantidade significativa das pessoas entre 40 e 49 anos está inadimplente (47,55 %) , assim como os consumidores de 25 a 29 anos (46,10 %) .
Regiões
De acordo com a estimativa, a região Sudeste é a região que concentra, em termos absolutos, o maior número de negativados, somando 25,6 milhões de consumidores, o que representa 39,06% da população adulta da região.
Em seguida, aparecem o Nordeste, com 15,7 milhões de negativados, ou 39,28% da população; o Sul, com 7,8 milhões de inadimplentes (35,01 %) ; o Norte, com 5,3 milhões de devedores (45,52% - o maior percentual entre as regiões); e o Centro-Oeste, com um total de 4,9 milhões de inadimplentes (43,03% da população).
Os dados de dívidas abertos por setor credor revelam que todos os segmentos mostraram retração anual do número de pendências pelo segundo mês consecutivo. No setor de comércio ocorreu o recuo mais acentuado: o número de pendências com o segmento caiu 7,40%. Em seguida, estão comunicação (-6,53 %) , água e Luz (-4,20 %) e bancos (-3,15 %) .
Quando se fala em participação, os bancos seguem como credores de maior parte das dívidas em atraso no país, concentrando 48,87% do total. Em seguida, aparecem os setores de comércio (19,84 %), comunicação (14,08 %) e os segmentos de água e luz (7,89% das pendências).

Endereço

Rua Beija Flor 162, Lagoa Santa Apto 304
Governador Valadares, MG
35065126

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