25/08/2026
Uma servidora pública concursada, aqui do Piauí, recebia menos de R$500 líquidos por mês do contracheque. Isso mesmo: R$500. Suado, trabalhado, concursado e ainda assim quase todo consumido pelo desconto do consignado.
O motivo? Um seguro prestamista que o Banco do Brasil colocou no contrato dela sem consentimento. Ela pagava certinho, todo mês, direto do salário. O gerente sabia. Sabia o quanto custa ser servidor público e viver apertado. Mesmo assim, deixou quase R$7 mil parados no banco dinheiro que já era dela por direito sem mexer um dedo.
Isso não é um erro isolado. É o retrato de um sistema em que o gerente se preocupa mais com a comissão de vender seguro do que com quem tá do outro lado do balcão.
A Inova entrou, analisou o contrato e resgatou o valor. Hoje essa servidora já vive uma realidade diferente.
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