01/02/2021
É bom cortar custos, apertar o cinto, reduzir as perdas, principalmente nesses tempos de incerteza, de pandemia. Cortar custos voltou a ser a bola da vez.
O que NÃO DÁ é para cortar custos do jeito errado.
Vejo muito empresário preocupado em cortar custos diminuindo o cafezinho, as "xerox", fazendo força e campanhas para desligarem a luz. Não que seja errado: sem dúvida, cria a cultura contra o desperdício, a favor do meio-ambiente, sustentabilidade, e isso importa. O efeito financeiro é que pode não ser relevante: na maioria das vezes, não se conseguem grandes mudanças. E os desgastes são enormes.
Mas existem os custos ocultos: tempos perdidos no meio de processos: como por exemplo, uma recepcionista que não consegue autorizar um exame porque a internet é ruim. Pense em alguns minutos para todos os clientes, o quanto isso não soma.
Um outro exemplo são de etapas totalmente desnecessárias, como gastar tempo e recursos elaborando e imprimindo um relatório que ninguém lê.
Às vezes, o custo de controlar e auditar tudo perfeitamente, 100%, é muito maior que o risco. Como uma empresa que tenha muitos carros, f**a muito caro fazer seguro de tudo; é melhor correr o risco de pagar e consertar quando acontece um acidente. Tentar cobrir todas as frentes é muito caro.
O JEITO CERTO DE CORTAR CUSTOS é mapear os processos e saber quanto custa cada atividade relevante da empresa. E com base nesse conhecimento, reduzir onde não haverá impacto para os produtos / serviços da empresa.
Procure-nos para conhecer mais sobre CUSTEIO ABC - "Activity Based Costing" : Custo Baseado em Atividades.
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