Gestão de Cooperativas

Gestão de Cooperativas Informação de qualidade que compartilhamos e que acreditamos. Esperamos que gostem e participem enviando sugestões e críticas.

Parabéns a todos os economistas, responsáveis por compreender a forma a qual as sociedades usam os recursos materiais, e...
13/08/2024

Parabéns a todos os economistas, responsáveis por compreender a forma a qual as sociedades usam os recursos materiais, enquanto visam produzir e distribuir os bens e os serviços. Sabemos que para esta profissão é necessário ter muito amor pelo o que se faz, já que ela pode ser cansativa muitas vezes, mas, sabemos que ver a satisfação de um trabalho bem feito é uma das melhores coisas do mundo.

Feliz dia do economista, a todos que são responsáveis por grande parte do desenvolvimento de nossa economia.

  para a pessoa que está sempre do nosso lado, porque o amor verdadeiro está presente a todo momento.Adviser Consultoria...
12/06/2024

para a pessoa que está sempre do nosso lado, porque o amor verdadeiro está presente a todo momento.
Adviser Consultoria e você... um caso de amor pela sua empresa 💚💚

Apenas em 2022, já são três marcas que conquistaram seu Registro:- Eletro Beltrão;- Cruzeiro do Sul e;- Fish Brazil
27/02/2022

Apenas em 2022, já são três marcas que conquistaram seu Registro:
- Eletro Beltrão;
- Cruzeiro do Sul e;
- Fish Brazil

Apenas em 2022, já são três marcas que conquistaram seu Registro:
- Eletro Beltrão;
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Obrigado a todos pela confiança 🤝🤝

Que tal proteger sua marca?Expandir seus negócios através do modelo de franquia?Ou mesmo aprimorar e profissionalizar a ...
13/06/2021

Que tal proteger sua marca?
Expandir seus negócios através do modelo de franquia?
Ou mesmo aprimorar e profissionalizar a gestão através de ferramentas de gestão?
Então fale conosco: [email protected]

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16/08/2020

Conheça um pouco mais sobre a Adviser. Acesse - https://lnkd.in/es-w2uY Inscreva-se em nosso canal, e passe a seguir-nos...
21/11/2016

Conheça um pouco mais sobre a Adviser.
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04/10/2016

Intercâmbio: uma maneira barata de conhecer e aprimorar processos

Passadas as sabatinas políticas, estamos novamente alimentando este espaço democrático com conteúdo, que acreditamos, seja de utilidade para vocês que nos acompanham, e quero acreditar, já estavam com saudades, assim como estou.
Nesse sentido, gostaria de fazer uma rápida reflexão sobre alguns métodos que existem para conhecer boas (e más) práticas de gestão. A que atrevo-me a dizer ser a mais barata, e a que trás efeitos imediatos é o intercâmbio. A busca por conhecer novas experiências é fundamental para o bom gestor cooperativo.
Existe um ditado que diz: “A pessoa inteligente aprende com seus próprios erros, a pessoa sábia aprende com os erros dos outros”. É com esse pensamento que penso em provocá-los. Quantas vezes os ilustres gestores buscaram conhecer outras experiências de forma a trazer isso para dentro de suas cooperativas?
Experiências, network, são essenciais para que a cooperativa tenha vida longa. A capacitação hoje é uma premissa básica, porém, já insuficiente dada a dinâmica com que as informações circulam em nosso meio.
Assim, a recomendação que este colunista faz é bastante simples, porém, não menos importante. Ao buscar experiências através do intercâmbio, é fundamental elenca alguns pontos:
- Tema e assuntos a serem conhecidos;
- Articulação;
- Foco;
- Pessoas estratégicas a acompanhar a experiência;
- Definição da programação.
Se o visitante tiver claro o que busca conhecer, naturalmente que o aproveitamento dessas informações serão de grande valia. De posse disso, define-se a programação e pronto (boa viagem). Se isso não estiver claro, corre-se o risco de transformar a missão técnica em mero turismo, desfocando a atividade, e frustrando seu objetivo.

Produzido e organizado por: Inácio Pereira, Economista, Especialista em Gestão e Cooperativismo.

26/07/2016

COOPERATIVAS, CENTRAIS E CONFEDERAÇÕES

No Brasil, de acordo com a Lei 5.764/71 existe o que pode ser chamado de modelo hierárquico piramidal no modelo de gestão cooperativo. Chamo modelo piramidal visto que esse artifício permite a viabilização do ato cooperativo (artigo 79 da respectiva lei).
Muitas cooperativas e seus gestores não conseguem entender, e naturalmente não conseguem operar o ato cooperativo, e em virtude disso ficam expostas ao fisco. Outros ainda, por não compreender, preferem recolher os impostos federais, que no caso, são isentos quando da plena operação do ato cooperativo.
De acordo com a lei, a dimensão (ou classificação) das cooperativas são divididas em três modalidades:
- Cooperativas singulares
- Cooperativas centrais
- Confederações de cooperativas
A lei observa que para a constituição de uma cooperativa, é necessário um número mínimo de componentes. Com exceção das cooperativas de trabalho que hoje são 07 componentes, as demais exigem-se o mínimo de 20 pessoas físicas.
Para a constituição de uma Cooperativa Central, a exigência mínima é de três cooperativas singulares. Para a constituição de uma confederação a exigência é de três cooperativas centrais. Cada uma destas com objetivos distintos. Se observar criteriosamente, a cooperativa singular é composta por pessoas físicas (CPF’s)... já as centrais e confederações são compostas por pessoas jurídicas (CNPJ’s).
A cooperativa singular visa representar e fomentar o desenvolvimento de seu quadro social. A cooperativa central visa potencializar as relações dos atos cooperativos, bem como fomentar o desenvolvimento de suas cooperativas singulares filiadas. Já a confederação busca representar suas cooperativas centrais perante o poder público, órgãos de governo e demais entidades.
Mas mais importante do que o simples fato de se viabilizar as operações dos atos cooperativos, e/ou mesmo representar suas filiadas, é fundamental perceber que o papel, seja de cooperativas, seja de federações, acima de tudo, é organizar e facilitar os serviços a serem prestados a seu quadro social. O desenvolvimento econômico passa a ser uma consequência desta ação.

Produzido e organizado por: Inácio Pereira, Economista, especialista em Gestão e Cooperativismo

01/06/2016

COMO SURGIU O COOPERATIVISMO?

O cooperativismo teve sua origem na Inglaterra por iniciativa de operários da cidade de Rochdale. Prejudicados pelo novo modelo industrial – em que as máquinas inventadas substituíram o trabalho artesanal e algumas atividades – os operários foram levados a se preocuparem com outras formas de garantir o sustento de suas famílias. Discutindo as dificuldades e buscando soluções, eles decidiram pela criação de uma sociedade de consumo, baseada no cooperativismo puro.

Combinaram que cada um economizaria pequenas parcelas de seus rendimentos, mesmo submetendo-se a inúmeras privações, pelo menos durante um ano, para tentarem formar algo que pudesse tirá-los da aflitiva situação em que se encontravam.

Essa reunião, que teve a participação de 27 homens e uma mulher, foi realizada em novembro de 1843 e repetiu-se em 21 de dezembro de 1844, para a fundação de um armazém comunitário, com um capital inicial de 28 libras, representando uma libra que cada um do grupo havia economizado.

Foi lançada então a Sociedade dos Probos Pioneiros de Rochdale Limitada. Ao fim do primeiro ano, já contavam com 74 sócios e um capital de 180 libras. Onze anos depois, a organização tinha 400 sócios. Desde então, o cooperativismo alastrou-se pelo mundo, e as normas definidas por aqueles tecelões passaram a nortear as ações das cooperativas em todo o mundo.

Fonte.: https://www.cecred.coop.br/cooperativismo/cooperativismo/historia–4

07/05/2016

Orientações quanto ao trabalho dos conselhos fiscais das cooperativas

Percebe-se em nossos trabalhos, a carência de conhecimento de dirigentes cooperativistas. Isso se dá única e exclusivamente pela falta de investimento em capacitações, e naturalmente pelo desinteresse de quem ocupa tais cargos.
Muitos são os fatores: falta de foco, outras prioridades, e/ou mesmo pelo simples fato de em muitos casos, não ser remunerado por isso.
Entretanto a preocupação, é quanto as responsabilidades. Costumo dizer que: “cooperativismo é algo maravilhoso... até dar problema”. O romantismo acaba a primeira intempérie.
Nesse sentido, é fundamental o investimento em capacitação de dirigentes e colaboradores. Para isto existe o FATES, que poderei abordar em outra oportunidade. Enfim, trago para o post desta semana algumas orientações básicas que um conselho fiscal pode estar acompanhando em suas reuniões conforme preconiza cada estatuto.
Orientações
Escolher o Conselheiro Coordenador, que será responsável especialmente pela convocação das reuniões;
Recomenda-se convocar os 3 Conselheiros Efetivos, podendo o convite ser estendido também aos suplentes;
Deve-se manter a pontualidade das reuniões;
Escolher horários adequados para a abertura dos trabalhos;
Criar uma agenda anual para a realização das reuniões;
Observar a integridade de cada documento a ser analisado;
Quando possível, remunerar o trabalho dos conselheiros;
Registrar as atas em seu livro específico, apontando os aspectos que o conselho entenda que precise ser aprimorado;

Não se recomenda:
Levar documentos da cooperativa para casa;
Quebrar o sigilo das informações;
Realizar a reunião bimestrais com pelo menos de 03 Conselheiros;

Cuidados
Com o manuseio dos documentos;
Com a omissão de responsabilidades do conselho fiscal;
Forma de apresentar, descrever os apontamentos deste conselho;
Em outra oportunidade, tentarei relatar em quais aspectos o Conselho Fiscal deverá ter mais atenção, quanto aos documentos a serem analisados, e como porta-se perante o C.A. e a própria cooperativa

Produzido e organizado por: Inácio Pereira, Economista, especialista em gestão e cooperativismo

05/04/2016

Etapas para se constituir uma cooperativa

Muitas são as dúvidas ao se constituir uma cooperativa. Enquadramento fiscal, procedimentos, legislação, etc. Mas primeiro de tudo, seguindo os princípios cooperativistas, sem dúvidas, que a “vontade humana” é o primeiro passo. Sem esta, o restante não acontece.
Entretanto, estarei expondo aqui algumas etapas a serem seguidas, caso os ilustres seguidores resolvam constituir um empreendimento cooperativo no futuro:
- Definição do ramo de atuação da cooperativa;
- Constituição de estatuto social, seguindo os preceitos da lei 5.764/71;
- Verificar se os cooperados não possui qualquer tipo de impedimento, para se atuar na cooperativa, especialmente relacionados aos seus respectivos CPF’s;
- Fazer uma busca na Junta Comercial de seu Estado, e mesmo junto ao INPI, de forma a evitar de se utilizar nomes conflitantes com outras cooperativas;
- Realizar o registro na respectiva Junta Comercial; Para essas questões de registro na Junta Comercial, geração de CNPJ e afins, a orientação de um profissional especializado é de fundamental importância, pois “encurta” os caminhos durante esse processo.
- Concomitantemente a isso as licenças obrigatórias de funcionamento como Bombeiros, Vigilância Sanitária devem ser apuradas. Lembrando que cada região do país tem a sua peculiaridade quanto a essas licenças.

É importante observar também a questão do registro no respectivo órgão de representação, ligada a OCB (Organização das Cooperativas do Brasil). Cada Estado da Federação possui o seu órgão ligado a OCB, normalmente situado nas capitais. Então é importante se informar. Esse registro é facultativo, mas não menos importante.
Somados a isso, uma capacitação em cooperativismo e gestão para os órgãos do Conselho de Administração e Conselho Fiscal são altamente recomendáveis. Lembrem-se que não pode ficar brincando de cooperativismo.

Produzido e organizado por Inácio Pereira, Economista, Especialista em Gestão e Cooperativismo

Endereço

Francisco Beltrão, PR
85601-270

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