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05/10/2024
27/01/2023

Você pode ajudar idosos da sua cidade por meio do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF). 🥰 No Dia Nacional dos Aposentados, lembramos que os contribuintes podem destinar até 6% do IRPF para o Fundo dos Idosos. 🦁

O fundo tem o objetivo de arrecadar recursos para a implementação de políticas de atendimento, de defesa e de promoção dessas pessoas. 👴👵

Recomendamos que você opte pelo fundo estadual ou municipal, por não estarem sujeitos ao teto de gastos. Além disso, os recursos são direcionados para ações mais próximas a você.

⚠NÃO CUSTA NADA A MAIS. Do menor ao maior valor, a sua doação conta! Converse com o seu contador!

27/01/2023

Para aqueles que amam a lua 😍

04/12/2017

Redação Catho

A quatro meses do final do ano, para os estudantes, é comum que as buscas por estágios se intensifiquem para que, finalmente, possam colocar os aprendizados de sala de aula em prática e pegar experiência na área de formação.

Em contrapartida, o começo da carreira pode ser um dos momentos mais difíceis quando o assunto é ser contratado. Isso porque a falta de familiaridade com o novo universo prejudica quem está neste desafio. Larissa Meiglin, psicóloga e supervisora de Assessoria e Carreira da Catho, deu a letra exata para você ir com tudo na busca pelo seu estágio. Confira as dicas:

1. Se conheça

Faça uma lista com seus pontos fortes e habilidades. Isso lhe ajuda a procurar empresas que tenham objetivos parecidos com o seu e você terá um ambiente agradável, além de ser útil para questionamentos sobre esses pontos.

2. Onde quero trabalhar

Ter conhecimento sobre as empresas na sua área de interesse pode ser muito bom! Busque conhecer a história da companhia, negócio, segmento, cultura organizacional, plano de carreira, dentre outros. É importante para identificar qual ambiente será agradável e estará ligado aos seus valores, reduzindo as chances de insatisfação após a contratação. O Por Dentro das Empresas, por exemplo, é uma ótima referência para checar este tipo de informação.

3. Esteja conectado

Há grandes chances de que seu futuro empregador acesse a internet para ter uma ideia melhor de quem você é. Para estar no controle sobre as informações que ele irá encontrar, certifique-se que você possui um perfil em redes sociais. Não se esqueça que tudo que está na internet é público, por isso é bom ter cuidado com o que você compartilha.

4. Seja antenado

Um dos diferenciais mais importantes que as organizações buscam em estagiários é a ânsia por novos conhecimentos e a facilidade que profissionais mais jovens possuem para buscar informações em multimeios de comunicação. Por isso, além dos conhecimentos de sua área de atuação, o ideal é ser um profissional curioso, que saiba, pelo menos, onde encontrar informações cotidianas. Leia, se informe, procure, seja antenado!

5. Prepare-se

Comece pelo currículo bem feito. Ele, geralmente, é a porta de entrada para aquela seleção tão esperada. Na internet, há sites especializados, que podem oferecer dicas valiosas de como valorizar o currículo e destacar aquilo de melhor que você tem.

6. Amplie sua rede de contatos

Uma das mais conhecidas maneiras de conseguir o emprego tão sonhado é conhecer pessoas da sua área de atuação, o que significa que você deve investir bastante em aumentar a sua rede de contatos. Socializar e se misturar com pessoas de todas as áreas e, fazer amizades, poderá levar você a conhecer seu mais novo colega de trabalho. Aproveite os contatos das festas, baladas, cinema e barzinhos, para eles te conhecerem profissionalmente.

7. Saia da caixa: seja criativo

O forte do brasileiro, sem dúvida, é a criatividade. E por que não usá-la a seu favor? Existem diversas formas, como criação de GIFs mostrando habilidades, fazendo um currículo diferenciado, criação de vídeos ou imagens que contem mais sobre você. Seja diferente! Atitudes assim podem colocar o profissional em evidência no mercado de trabalho, mas aí vai um alerta: tome cuidado, criatividade e bom senso devem andar sempre juntos.

8. Olhe à sua volta

Muitas empresas buscam estagiários que estejam ligados diretamente com uma instituição que eles confiem. Ter um bom desempenho e uma postura proativa nas aulas passam uma boa imagem. Afinal, quem não quer um profissional que sabe se comunicar, que seja aplicado e busque aprimorar seu conhecimento?

9. Trabalho voluntário

Atividades voluntárias deixam seu currículo mais interessante, e acima de tudo, farão você se sentir útil e valorizado, mostrando que você teve experiência e conseguiu administrar a convivência com pessoas diferentes. O voluntariado melhora a comunicação – te tornando mais desenvolto – ajuda a desenvolver um espírito de trabalho em equipe e a pensar no outro.

04/12/2017

Sem dominar o inglês, o brasileiro perde mais da metade das oportunidades de emprego.

No cenário atual em que o país passa por uma crise econômico-política, as exigências para preencher uma função nas empresas tendem a se tornar maiores.
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Sem dominar o inglês, o brasileiro perde mais da metade das oportunidades de emprego.
Foto: reprodução


Acorda Cidade

Os números são reais e resultados de uma pesquisa desenvolvida pela Page Personnel, empresa de recrutamento mundial. Constataram que independente do nicho de atuação do profissional, a fluência no inglês daqui a 10 anos deixará de ser um diferencial para se tornar um dos requisitos básicos para uma colocação no mercado de trabalho. Outro dado extraído mostra que 60% das vagas atualmente pedem que o candidato saiba inglês. Ou seja, sem dominar o inglês, o brasileiro (a) perde mais da metade das oportunidades de emprego.

No cenário atual em que o país passa por uma crise econômico-política, as exigências para preencher uma função nas empresas tendem a se tornar maiores. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) já são mais de 13 Milhões de pessoas desempregadas e este quadro piora quando se trata dos mais jovens. O Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) divulgou no último dia 14 que de Abril a Junho deste ano, apenas 25% dos desempregados com idade entre 18 e 24 anos foram recolocados no mercado. Isso porque nessa faixa etária a chance de ser conseguir um emprego é menor.

É neste momento que bate certo desespero nesses jovens-adultos que não tiveram a oportunidade de estudar o idioma seja por questão financeira eou tempo. Leiza Oliveira, CEO da rede Minds Idiomas, traz uma boa notícia nesse quadro. "A frase pode parecer clichê, porém nunca é tarde para aprender inglês. Além disso, quando o indivíduo se empenha na fase adulta para ficar fluente demonstra resiliência e foco. Atitudes bem vistas aos recrutadores", explica Leiza.

Para ajudar os jovens-adultos que não falam inglês e estão disputando um cargo, a especialista Leiza Oliveira da Minds, mostra 5 dicas para sair dessa "saia justa" e conseguir um emprego:

1) Seja honesto (a) na entrevista

Se você está no nível básico do inglês e começou o curso agora eou pretende começar seja transparente com o recrutador. O fato de ter começado a estudar um novo idioma ou mesmo estar procurando uma escola para esse fim mostra que você está tentando se tornar um melhor profissional e indivíduo. Mesmo estando desempregado.

Isso é um ponto positivo para o aspirante a vaga e evitará que passe por situações embaraçadas como ter que se comunicar de forma fluente neste primeiro momento.

Além disso, você sai na frente ao estudar, pois de acordo com o comitê de educação da ABF (Associação Brasileira do Fanchising), 90% da população não estudam ou não pretende estudar línguas nos próximos anos.

2) Coloque as desculpas de lado e arregace as mangas

Muitas pessoas explicam que não fazem um curso de idiomas devido ao valor. Entretanto, basta interesse e diálogo para se dedicar ao inglês. Não é preciso fazer um intercâmbio ou investir em um curso caro porque a escola tem nome. É mais preferível procurar uma instituição que tenha o modelo de ensino em curto prazo, de 18 a 20 meses, por exemplo, e negociar os valores de matrícula e mensalidade. Isso porque quando o candidato (a) estiver disputando a vaga já estará cursando o segundo idioma e com perspectiva reduzida de tempo de término. Isso melhora o currículo dele e também de quem o entrevista, pois sabe que a conclusão do curso não demorará e logo estará fluente.

3) Administre o seu tempo

Outra dica que parece clichê, porém necessária e de difícil execução. Alguns alunos relatam que não fizeram o curso de inglês anteriormente devido à falta de tempo. Porém, é possível resolver esse entrave. Dê preferência para cursos em escolas que tenham a modalidade híbrida, ou seja, que permitam tanto aulas in loco como online. O aprendizado apenas pela internet torna-se limitante porque esse candidato usará o idioma na entrevista presencial. Logo, treinar o inglês na escola é uma excelente arma para este momento. Todavia, há instituições que disponibilizam as atividades online, como leitura e gramática, também são válidas e economizará tempo para conseguir mandar mais currículos, por exemplo.

4) Torne o seu ambiente de estudo harmônico

Treine o idioma via Skype com pessoas de outros lugares do mundo e crie uma rotina de estudos delimitando horas. Torne o seu quarto eou outro cômodo em que irá estudar inglês em um local agradável e organizado. Lembre-se que no momento do aprendizado nossos 5 sentidos estão operando e o ambiente físico também interfere.

5) Não desanime com os "nãos" que levar

O nosso cérebro é programado para a aceitação, mas não para as negativas. Por isso, coloque na sua rotina o exercício físico e sempre que puder encontre amigos para conversar. Atos simples como esses liberam endorfina e lhe ajudarão a administrar a ansiedade. Uma dica importante é entender a empresa que irá fazer a entrevista. Uma pesquisa do portal CareerBuilder aponta que um dos fatores que resultam na eliminação do candidato (a) é estar desinformado da empresa. 39% dos indivíduos são eliminados por isso. Se informe e conquiste uma vaga!

21/08/2017

São Paulo – Numa entrevista de emprego, você pode ganhar pontos se conseguir se comportar também como entrevistador.

“O candidato é avaliado mais por suas perguntas do que por suas respostas”, afirma Fábio Saad, gerente sênior da Robert Half. Quanto mais inteligentes e certeiras, maior a chance de ele impressionar o recrutador.

Segundo ele, pessoas estritamente responsivas tendem a ser interpretadas como distantes, desinteressadas e até arrogantes. “O entrevistador pode até se perguntar se o candidato realmente entendeu tudo que foi conversado”, afirma Saad.

Segundo Felippe Virardi, gerente da Talenses, é fundamental fazer perguntas que demonstrem que o candidato está preparado e se interessa pelo trabalho e não só pelo emprego.

“É importante não fazer perguntas óbvias, cuja resposta você já deveria conhecer”, diz Virardi. Daí a importância de ler muito sobre a empresa antes e durante o processo seletivo.

“Não basta dar um Google”, diz Virardi. Conversar com pessoas que já trabalharam na empresa é uma forma de aprofundar a sua investigação. “Com esse preparo, você fará perguntas mais interessantes e pertinentes”, afirma ele.

Mas que tipo de questão vale a pena fazer ao entrevistador na hora H? Veja a seguir uma lista que preparamos com a ajuda de Saad e Virardi, organizada por assunto:

1. Empresa
Como é a cultura da empresa, na prática?
Qual é a característica principal das pessoas de sucesso aqui?
Qual é o grau de rotatividade de profissionais? O que leva as pessoas a deixarem a empresa?
Qual é o momento atual da empresa? Ela passa por alguma reestruturação/ expansão/ fusão/ aquisição/etc?
Quem são os concorrentes e como eles estão em relação à empresa?
Qual é o maior desafio enfrentado hoje pela empresa? O que está sendo feito para alcançá-lo?

2. Vaga
Quais são as perspectivas de crescimento para esta vaga?
A posição é nova? Por que foi criada agora?
A posição é antiga? Quem a ocupava antes e por que saiu?
Como esta função se integra ao restante da área? Qual é a importância dela para a empresa?
No contexto que vive atualmente, o que a empresa espera da pessoa que vai ocupar esta vaga?

3. Gestor
Há quanto tempo você, gestor, está na empresa? Por que continua trabalhando aqui?
Quais são os pontos positivos que você enxerga na empresa?
Quais pontos poderiam ser melhorados?
Quais são os principais desafios na área?
Que características comportamentais o profissional precisa ter para se dar bem com você?
O que você não admite em um profissional?
Qual é o seu estilo de liderança?

4. Equipe
Quem integra a equipe? Qual é o papel de cada pessoa?
Há quanto tempo essas pessoas estão na empresa?
A equipe sabe da nova contratação? Como seria a receptividade dessas pessoas com o novo integrante?

14/07/2017

5 expressões que devem ser evitadas no trabalho

Cuidado também com vícios de linguagem. Eles podem prejudicar a comunicação
Se você não presta atenção no que anda dizendo no trabalho, cuidado. Segundo o coach Carlos Diz, algumas expressões podem prejudicar a forma como as pessoas ouvem o que você está dizendo, além de afetar o seu emocional. “Se você usar palavras positivas, pensando em conseguir e superar, por exemplo, possivelmente já vá se sentir melhor mesmo diante de um grande obstáculo.”

5 expressões que você pode riscar do vocabulário corporativo

1. “Isso é muito difícil.”

Segundo Diz, frases desse tipo tendem a ser um bloqueador emocional. Sua dica é usar, por exemplo, “trabalhoso” no lugar de difícil, mesmo nos seus diálogos internos. “O que é difícil tende a ser trabalhoso, mas quando você troca uma palavra pela outra, significa que pode dar trabalho, mas não quer dizer que você vá desistir.”

2. “Não tem como” ou “não dá para fazer” ou “é impossível”.

Frases desse tipo demonstram toda a má vontade de uma pessoa em encarar uma dificuldade ou um obstáculo. É preciso, segundo ele, olhar para as coisas querendo dar um jeito e seguir em frente. “Empresas valorizam pessoas ‘pau para toda obra’, para quem ‘não tem tempo ruim’ porque essa atitude faz toda a diferença no trabalho porque contaminam positivamente o ambiente”, diz. A dica é usar algo como “Vai dar trabalho, mas vamos fazer”.

3. “Não, claro que eu posso.”

Começar a frase com uma negação, que, aliás, é um vício típico dos brasileiros, pode ser um tiro no pé, mesmo que, em seguida, venha uma afirmação positiva. “Emocionalmente, todo o organismo reage ao ‘não’, então, mesmo que depois você vá concordar com a pessoa, o efeito do ‘não’ já foi nefasto para o estado emocional dela.”

4. “Veja bem”, “olha só” e variações.

Expressões desse tipo, mesmo que não tenham qualquer sentido mais profundo, podem ser depreciativas para quem está ouvindo. “Um ‘veja bem’ no início da fala é agressivo porque você está dizendo que, até o momento, a pessoa não estava vendo a situação tão bem quanto deveria”, explica o coach. E atenção. Ele explica que isso ocorre mesmo que, do ponto de vista racional, a pessoa entenda que a expressão é apenas uma forma de iniciar a frase. “Quem ouve pode descartar automaticamente o conteúdo semântico, mas o impacto processado pelo emocional não poderá ser descartado”, afirma.

5.“Eles não querem” ou “Eles mandaram” etc.

O sujeito “eles”, que não esclarece exatamente quem não quer ou quem mandou, não dá credibilidade ao que você está dizendo. “Evite esse ‘sujeito indeterminado’ e diga quem não quer ou quem mandou o que quer que seja.”

20/09/2016

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Este é para você que atua na área de setor pessoal OU RH. Visite o site da previdência e confira os cursos gratuitos. At...
19/09/2016

Este é para você que atua na área de setor pessoal OU RH. Visite o site da previdência e confira os cursos gratuitos. Até voce que está estudando e ainda não trabalhou no ramo. Educação a Distancia da Previdência. Atualize-se: http://escolavirtual2.inss.gov.br/

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Telefone

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