05/12/2022
O financiamento imobiliário é basicamente um valor emprestado que você pega do banco para pagar o imóvel à construtora ou ao antigo dono. Sobre o valor emprestado haverá uma taxa de juros incluída nas parcelas, que varia dependendo da financiadora e das condições de pagamento combinadas. Também pode ser incluso no valor final algum seguro residencial contra desastres naturais, incêndios, morte ou invalidez.
É sempre importante manter sua documentação em dia para ser elegível ao financiamento e não precisar correr atrás depois para regularizá-la. Os documentos necessários para fazer um financiamento imobiliário são:
Documento com foto (RG ou CNH) atualizados, CPF;
Comprovante de endereço recente, de até 30 dias;
Comprovante do estado civil, como certidão de casamento ou união estável;
Três últimos holerites;
Declaração e recibo de Imposto de Renda do último ano vigente;
Extrato do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).
Qual será o valor de entrada ou das parcelas?
Depende do valor do imóvel, o quanto você tem para dar de entrada e qual banco está financiando.
Entrada: Deve ser de pelo menos 10% a 20% do valor do imóvel. Por exemplo, se o imóvel custa R$ 300 mil, será necessária uma entrada de pelo menos R$30 mil. Em alguns casos, você pode utilizar parte do FGTS para compor o valor.
Parcelas: As parcelas não podem ser maiores do que 30% da renda familiar. Se a família tem uma renda de R$ 6 mil, a parcela não pode ultrapassar de R$1,8 mil.
O que mais influencia a aprovação de um financiamento, além da renda, há outros fatores que podem facilitar ou dificultar um financiamento imobiliário:
Idade: isso influencia na quantidade de parcelas e na taxa de seguro. Quanto mais velho, menor será o prazo e maior será o seguro.
Score bancário: quem tem bom histórico de pagamento pode ter mais facilidade de conseguir o financiamento. É importante não ter nome sujo na praça, pois o banco avalia como um empréstimo com risco de inadimplência e pode não aprovar.
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