Taquar Corretora especializada em ativos intangiveis

🚨 Você NÃO precisa inventar algo do zero para ter uma patente.A maioria das pessoas acha que só grandes invenções são pr...
17/04/2026

🚨 Você NÃO precisa inventar algo do zero para ter uma patente.

A maioria das pessoas acha que só grandes invenções são protegidas…
Mas é aí que mora o erro — e a oportunidade.

💡 Existe um tipo de patente feito exatamente para melhorias: o modelo de utilidade.

Na prática?
Você pode pegar algo que já existe e tornar:
✔ mais eficiente
✔ mais prático
✔ mais fácil de produzir

E isso já pode virar um ativo protegido.

Isso se chama inovação incremental — pequenas mudanças que geram grande valor.

E aqui está o problema:
muita gente tem boas ideias…
mas descarta achando que “é simples demais”.

Enquanto isso, quem entende o jogo:
➡ protege
➡ licencia
➡ monetiza

⚠️ Para isso, sua ideia precisa:
• Ser nova
• Não ser óbvia para o mercado
• Trazer melhoria funcional real

Simples? Nem tanto. Estratégico? Muito.

📈 É assim que ideias deixam de ser só ideias…
e passam a valer dinheiro.

Se você já pensou em melhorar um produto que existe, talvez você esteja mais perto de uma patente do que imagina.

👉 A pergunta é: você vai ignorar isso ou transformar em ativo?

14/04/2026

Os jogos de tabuleiro têm passado por um processo de expansão e renovação, assumindo papel relevante não apenas no entretenimento, mas também nos campos econômico, jurídico e educacional. Esse fenômeno está associado à diversif**ação temática, ao aprimoramento do design e à crescente integração com tecnologias digitais, o que transforma esses jogos em objetos complexos e híbridos.

Do ponto de vista jurídico, a proteção dos jogos de tabuleiro ocorre de forma fragmentada, por meio de diferentes regimes de propriedade intelectual. Elementos como narrativas, personagens e ilustrações são protegidos por direitos autorais, enquanto aspectos visuais podem ser resguardados como desenho industrial e nomes ou logotipos como marca. No entanto, regras e mecânicas de jogo, em geral, não são protegidas diretamente, o que preserva a concorrência e a inovação no setor. Essa característica evidencia que os jogos não são protegidos como uma unidade indivisível, mas como um conjunto de componentes distintos.

Além disso, a crescente convergência entre jogos analógicos e digitais amplia a complexidade desse cenário. Muitos jogos de tabuleiro incorporam aplicativos, plataformas online e outros recursos tecnológicos, aproximando-se dos jogos eletrônicos. Essa hibridez exige uma abordagem jurídica mais sofisticada, que considere simultaneamente aspectos autorais, tecnológicos e comerciais.

No campo econômico, os jogos configuram importantes ativos intangíveis, cuja exploração depende de estratégias de proteção e gestão de propriedade intelectual, especialmente em contextos de internacionalização. Já na dimensão educacional, destacam-se como ferramentas ef**azes de aprendizagem. Os chamados jogos sérios utilizam mecânicas lúdicas para promover a construção do conhecimento, favorecendo a tomada de decisão, a resolução de problemas e a assimilação de conteúdos complexos.

Diante disso, conclui-se que os jogos de tabuleiro devem ser compreendidos como artefatos multidimensionais, cuja análise exige uma perspectiva interdisciplinar. Sua relevância contemporânea reside justamente na capacidade de articular criação intelectual, valor econômico e potencial educativo em um único sistema.

09/04/2026

Se você cria conteúdo de dança, precisa entender uma coisa que quase ninguém te explica: direito autoral coreografia não é teoria, é prática. Muita gente ainda se pergunta se coreografia tem direito autoral, mas a resposta é sim — e mais do que isso, ela pode e deve ser protegida. O problema é que poucos sabem como proteger coreografia de forma correta, e menos ainda entendem como registrar coreografia no Brasil. Isso faz com que muitos criadores produzam, viralizem e mesmo assim não consigam garantir seus direitos.

Na prática, toda criação original pode ser protegida, e a proteção de coreografia começa quando você entende que aquilo não é só conteúdo, é propriedade intelectual. Quando alguém fala sobre direitos autorais dança, está falando de controle, autoria e também dinheiro. O grande erro é ignorar isso até acontecer um problema, como o uso indevido de coreografia. E aí surgem dúvidas como: minha coreografia foi copiada o que fazer ou posso processar alguém por copiar minha dança? A resposta depende de algo essencial: prova. Sem estrutura, você até cria, mas não consegue defender.

No cenário digital, isso f**a ainda mais crítico. Hoje, muita gente quer saber como proteger dancinha do TikTok ou se uma coreografia viral tem direito autoral. Tem sim. Mas se você não souber como provar autoria de coreografia, dificilmente vai conseguir reivindicar algo. E é exatamente por isso que perguntas como alguém usou minha coreografia posso cobrar são tão comuns. Pode, mas só se você tiver organizado sua criação como um ativo.

E aqui entra o ponto mais importante: não basta proteger, é preciso pensar em valor. Quando você entende como licenciar uma coreografia e como transformar dança em ativo, você sai do nível de criador comum e entra no nível estratégico. Porque no final, a diferença entre quem cria e quem lucra não está no talento, mas na forma como essa criação é estruturada.

09/04/2026

Quando se fala em patente, muita gente imagina algo extremamente complexo, uma grande invenção, algo totalmente novo e fora da realidade da maioria das pessoas.

Mas existe um tipo de proteção dentro da propriedade intelectual que muda completamente essa lógica, e quase ninguém fala sobre isso.

É o chamado modelo de utilidade.

Se você ainda não sabe o que é modelo de utilidade, entenda o seguinte: você não precisa inventar algo do zero para ter uma ideia valiosa. Em muitos casos, basta melhorar algo que já existe.

Uma mudança na forma, na estrutura ou na maneira como um objeto funciona pode gerar uma melhoria funcional signif**ativa. E é exatamente isso que pode ser protegido por uma patente de modelo de utilidade.

Esse tipo de proteção está diretamente ligado à inovação incremental, ou seja, pequenas melhorias que tornam um produto mais eficiente, mais prático ou mais fácil de fabricar.

E é aqui que está o ponto mais importante: muitas pessoas já tiveram ideias assim, mas nunca perceberam que poderiam protegê-las.

Quando alguém começa a entender como proteger uma ideia, percebe que nem toda inovação precisa ser revolucionária para ter valor. Muitas vezes, uma simples adaptação já pode representar um diferencial competitivo real.

Claro, existem critérios técnicos. Para registrar modelo de utilidade, a solução precisa ser nova, não pode estar no estado da técnica, não pode ser algo óbvio para um técnico da área e precisa gerar uma melhoria funcional concreta.

Esse é o ponto que diferencia, inclusive, a diferença entre invenção e modelo de utilidade. Enquanto a invenção cria algo totalmente novo, o modelo de utilidade melhora o que já existe.

Um exemplo de modelo de utilidade pode ser encontrado em objetos simples do dia a dia que, ao serem redesenhados, passam a funcionar melhor. Isso já pode ser considerado uma patente para melhoria de produto.

No final, entender isso muda a forma como você enxerga suas próprias ideias.

Porque talvez você não precise criar algo extraordinário.

Talvez você só precise olhar melhor para o que já existe e perceber o potencial que está ali.

08/04/2026

Você cria uma coreografia, posta…
às vezes viraliza…
e segue a vida.

Mas tem uma coisa que quase ninguém te conta:

quanto mais sua coreografia circula,
menos controle você tem sobre ela.

Outras pessoas reproduzem, adaptam, repostam…
algumas até crescem em cima de movimentos que saíram de você.

E você?
Nem sempre é lembrado.

Agora presta atenção nisso:

essa coreografia que você criou
não é só uma “dancinha de internet”.

👉 é propriedade intelectual.

Sim — uma coreografia pode ser protegida por lei.
Ela tem valor artístico…
e também valor econômico.

O problema não é falta de proteção.
isso já existe.

O problema é que quase ninguém entende
como proteger uma coreografia na prática.

E é exatamente aí que muitos criadores perdem valor
todos os dias.

A Taquar analisou um estudo acadêmico sobre proteção autoral de coreografias
e chegou a uma conclusão simples:

não basta criar movimentos.
você precisa entender o valor da sua criação.

Porque quando você muda essa visão,
tudo muda junto.

sua coreografia deixa de ser só um vídeo…
e passa a ser um ativo.

algo que pode ser reconhecido, protegido
e até gerar retorno pra você.

Se você cria, dança, posta…
você já está nesse jogo.

A diferença é:
ou você entende como ele funciona…
ou alguém entende antes de você.

segue a Taquar
e começa a tratar sua criação como ela realmente é.

Endereço

Avenida Parana 2848, Sala 07, Paraná, BR
Curitiba, PR
82510-000

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