28/09/2026
Como estamos caminhando? Estamos vivendo para agradar as pessoas por medo da rejeição, por orfandade ou pela necessidade de sermos aceitos?
O que é mais importante: agradar seus amigos, sua liderança ou cumprir aquilo que Deus colocou para você fazer?
Será que realmente temos uma identidade? Será que fomos libertos da rejeição ou ainda precisamos constantemente da validação, da aprovação e da aceitação das pessoas?
Existe uma satisfação plena em Jesus Cristo que vai além da nossa esposa, dos nossos filhos, dos amigos, da igreja e até mesmo do ministério.
Existe um lugar de liberdade em Cristo onde caminhamos com todos, amamos todos, servimos todos, mas somos livres de todos.
Nesse lugar, conseguimos deixar as pessoas irem e viverem o propósito delas. Não precisamos segurá-las, controlá-las ou aprisioná-las em nós para preencher nossas carências. Essa liberdade somente Cristo pode proporcionar.
Somos livres. Servimos a todos, mas somos livres de todos.
Isso não significa desprezar ou neutralizar a importância das pessoas. Pelo contrário: continuamos amando, honrando, cuidando e zelando por elas. Porém, nossa satisfação, identidade e verdadeira felicidade não estão depositadas nas pessoas, nem mesmo em nossa família. Estão em Cristo.
Liberte-se da rejeição e da necessidade de validação.
Precisamos entender o que carregamos e quem realmente somos.
Se você precisa constantemente ser aceito, validado, visto ou aprovado, talvez ainda não tenha compreendido profundamente sua identidade em Cristo.
Quando entendemos o valor que Cristo colocou em nós, algo se torna libertador. Isso não elimina as pessoas da nossa vida; apenas coloca cada coisa no seu devido lugar. Passamos a viver como filhos, com amor, zelo e cuidado, sem perder nossa identidade tentando agradar a todos.
Não podemos viver uma vida inteira buscando agradar pessoas e, no caminho, perder aquilo que Deus colocou dentro de nós.
Ir à igreja não significa necessariamente que encontramos verdadeiramente Cristo. Podemos frequentar ambientes cristãos e ainda precisar experimentar profundamente a identidade de filhos.
É como um jogo de vôlei: Deus lança a bola para nós, mas muitas vezes devolvemos para Ele aquilo que Ele já colocou em nossas mãos, dizendo: “Eu não quero, é Teu.” Precisamos aprender a receber, assumir e viver aquilo que Ele nos confiou.
Quando começamos a compreender o coração do Pai, acontece algo profundo: é como um transplante de coração e uma transfusão de sangue dentro de nós. Ele vai tratando aquilo que estava ferido, alcançando lugares profundos e trazendo cura, identidade e liberdade.
Então começamos a compreender que nossa caminhada não está limitada às coisas desta terra.
Estamos na eternidade, caminhando sobre as nuvens e transitando sobre os montes.
Nossa identidade está em Cristo.
Nossa satisfação está em Cristo.
Nossa liberdade está em Cristo.
Ame todos. Sirva todos. Honre todos. Mas seja livre de todos para pertencer completamente a Cristo.