Pacto Finance

Pacto Finance Captação de Recursos Financeiros para Investimentos e Capital de Giro. Financiamento Imobiliário. Assessoria e Consultoria Financeira.

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25/05/2017

Controle as Finanças de sua Empresa ou do seu Negócio de qualquer lugar. Sistema de Controle Financeiro, Anuidade R$ 300,00, para Micro, Pequenas e Médias Empresas. Mande uma Mensagem que agendamos uma visita.

Financiamento Capital de Giro. O que é ?Você certamente já ouviu falar sobre capital de giro, uma métrica que representa...
23/06/2016

Financiamento Capital de Giro. O que é ?

Você certamente já ouviu falar sobre capital de giro, uma métrica que representa a liquidez financeira disponível para manter e desenvolver o seu negócio. Mas você sabe o quão importante é acompanhar de perto este ativo corrente, as implicações de sua má administração e como utilizá-­lo estrategicamente na tomada de decisões?

Dinheiro para girar a empresa, a chave para o sucesso

Ao abrir um negócio o seu planejamento financeiro deve englobar dois macro investimentos: os fixos e o capital para giro, também conhecido como ativo corrente. O investimento fixo abrange a compra de máquinas, equipamentos, matéria­ prima inicial, espaço físico e custos padrões para a abertura de sua empresa. Como este dinheiro corresponde à compra dos itens básicos para transformar o seu planejamento em realidade, você precisa de Financiamento Capital para Giro. ele é também mais facilmente lembrado e mensurado. Já o dinheiro de giro corresponde aos custos para manutenção e crescimento da sua empresa. Não menos importante que o investimento fixo, o ativo corrente é uma reserva financeira responsável por sustentar o ciclo de operações do seu negócio. A compra de insumos, gastos com o processo produtivo e contas a receber, por exemplo, são itens diretamente dependentes do dinheiro para giro. O ativo também engloba o financiamento das vendas a prazo, cobre taxas, impostos e mantém o funcionamento da estrutura até que o empreendimento atinja um nível de maturidade e estabilidade financeira que represente o pagamento do investimento. Por ser utilizado conforme necessidades específ**as e depender em grande parte dos resultados das vendas, estoque, e fluxo de caixa de determinado período, o cálculo da reserva necessária para manter o ativo corrente se torna menos tangível, principalmente no início das atividades. No começo não é possível mapear todos os riscos do negócio, o que pode resultar em imprevistos com consideráveis impactos financeiros, e não se tem um balanço/balancete para um parâmetro a partir dos saldos das contas patrimoniais.

Como calcular o capital ou dinheiro de giro necessário para o seu negócio

Segundo o Sebrae, em média 60% das empresas abertas fecham suas portas em até 5 anos. Em matéria para a revista Exame, o especialista em finanças Rodrigo Zeidan afirma que a falta de capital para giro é um dos principais motivos para a falência das PMEs, resultado de um planejamento financeiro pouco elaborado. O dinheiro de giro é composto por valores em caixa, estoque e contas a receber. Este ativo é fornecido pelos sócios, seja através de reservas financeiras próprias ou lucros acumulados e complementados com capital de instituições financeiras, por meio de financiamento. Para calcular o ativo corrente necessário para sua empresa você deve considerar as peculiaridades do seu negócio como os custos operacionais, parcelas de financiamento capital de giro realizados e o fluxo de caixa, considerando as formas de pagamento oferecidas e respectivas datas de recebimento. Com esta análise é possível identif**ar o melhor método de cálculo a partir da necessidade da sua empresa. Uma das formas de prever a necessidade do capital para giro mais facilmente em função de uma alteração nas políticas de prazos médios ou no volume de vendas é através do ciclo financeiro, em que: Ciclo Financeiro = (Prazo Médio de Estoques + Prazo Médio de Recebimentos – Prazo Médio de Pagamentos). Para chegar ao montante necessário de dinheiro de giro, neste contexto, você deve realizar o seguinte cálculo: Necessidade de Dinheiro Para Giro = Ciclo financeiro x valor das vendas por dia Exemplo: Prazo médio de recebimento: 30 dias Prazo médio de estoque: 45 dias Prazo médio de pagamento = 35 dias Vendas por dia = R$ 1.000,00 Ciclo financeiro = 45 + 30 – 35 = 40 Necessidade de dinheiro para giro = 40 x R$ 1.000,00 = R$ 40.000,00 A necessidade de ampliar ou reduzir este capital irá variar conforme decisão de compras, volume de vendas e tempo fornecido aos clientes nas vendas a prazo, por exemplo. Não existindo este recurso, a probabilidade do seu negócio entrar no percentual de empresas que vão à falência torna­se considerável. Dicas para minimizar a utilização do capital para o giro em sua empresa Algumas dicas simples podem ajudá­lo a reduzir o montante necessário para fazer o seu negócio girar. Confira:
Evite atrasos nos pagamentos de clientes, administrando seus devedores;
Financiamento Capital de Giro;
Pague seus fornecedores e empréstimos em dia, assim você evita o pagamento de juros e demais taxas desnecessárias;
Não compre ativos fixos com empréstimos de curto prazo. Você não será capaz de convertê­los em dinheiro imediatamente para pagar seus empréstimos e isso irá afetar o seu capital ou dinheiro de giro;
Gerencie seu inventário. Tente evitar a sub­lotação e os excessos. Muitos fabricantes usam just­in­time (JIT), base para o inventário, porque é custo­efetivo, usa menos espaço de inventário, de armazenagem e reduz o estoque danif**ado;
Fique de olho na gestão do seu capital ou dinheiro de giro. Verif**ar periodicamente se você tem dinheiro em caixa suficiente para pagar suas despesas ajudará a minimizar os imprevistos.

23/06/2016

Crédito com Garantia Hipotecária, Imóvel Residencial, Comercial ou Terreno. Taxas a partir de 1,05% a. m. . Prazo de até 180 meses. Tel. 27317167

Crédito com Garantia Hipotecária, Imóvel Residencial, Comercial ou Terreno. Taxas a partir de 1,05% a. m. . Prazo de até...
08/04/2016

Crédito com Garantia Hipotecária, Imóvel Residencial, Comercial ou Terreno. Taxas a partir de 1,05% a. m. . Prazo de até 180 meses. Tel. 27317167

09/12/2015
Financiamento Capital de Giro. O que é ?Você certamente já ouviu falar sobre capital de giro, uma métrica que representa...
06/11/2015

Financiamento Capital de Giro. O que é ?

Você certamente já ouviu falar sobre capital de giro, uma métrica que representa a liquidez financeira disponível para manter e desenvolver o seu negócio. Mas você sabe o quão importante é acompanhar de perto este ativo corrente, as implicações de sua má administração e como utilizá-­lo estrategicamente na tomada de decisões?

Dinheiro para girar a empresa, a chave para o sucesso

Ao abrir um negócio o seu planejamento financeiro deve englobar dois macro investimentos: os fixos e o capital para giro, também conhecido como ativo corrente. O investimento fixo abrange a compra de máquinas, equipamentos, matéria­ prima inicial, espaço físico e custos padrões para a abertura de sua empresa. Como este dinheiro corresponde à compra dos itens básicos para transformar o seu planejamento em realidade, você precisa de Financiamento Capital para Giro. ele é também mais facilmente lembrado e mensurado. Já o dinheiro de giro corresponde aos custos para manutenção e crescimento da sua empresa. Não menos importante que o investimento fixo, o ativo corrente é uma reserva financeira responsável por sustentar o ciclo de operações do seu negócio. A compra de insumos, gastos com o processo produtivo e contas a receber, por exemplo, são itens diretamente dependentes do dinheiro para giro. O ativo também engloba o financiamento das vendas a prazo, cobre taxas, impostos e mantém o funcionamento da estrutura até que o empreendimento atinja um nível de maturidade e estabilidade financeira que represente o pagamento do investimento. Por ser utilizado conforme necessidades específ**as e depender em grande parte dos resultados das vendas, estoque, e fluxo de caixa de determinado período, o cálculo da reserva necessária para manter o ativo corrente se torna menos tangível, principalmente no início das atividades. No começo não é possível mapear todos os riscos do negócio, o que pode resultar em imprevistos com consideráveis impactos financeiros, e não se tem um balanço/balancete para um parâmetro a partir dos saldos das contas patrimoniais.

Como calcular o capital ou dinheiro de giro necessário para o seu negócio

Segundo o Sebrae, em média 60% das empresas abertas fecham suas portas em até 5 anos. Em matéria para a revista Exame, o especialista em finanças Rodrigo Zeidan afirma que a falta de capital para giro é um dos principais motivos para a falência das PMEs, resultado de um planejamento financeiro pouco elaborado. O dinheiro de giro é composto por valores em caixa, estoque e contas a receber. Este ativo é fornecido pelos sócios, seja através de reservas financeiras próprias ou lucros acumulados e complementados com capital de instituições financeiras, por meio de financiamento. Para calcular o ativo corrente necessário para sua empresa você deve considerar as peculiaridades do seu negócio como os custos operacionais, parcelas de financiamento capital de giro realizados e o fluxo de caixa, considerando as formas de pagamento oferecidas e respectivas datas de recebimento. Com esta análise é possível identif**ar o melhor método de cálculo a partir da necessidade da sua empresa. Uma das formas de prever a necessidade do capital para giro mais facilmente em função de uma alteração nas políticas de prazos médios ou no volume de vendas é através do ciclo financeiro, em que: Ciclo Financeiro = (Prazo Médio de Estoques + Prazo Médio de Recebimentos – Prazo Médio de Pagamentos). Para chegar ao montante necessário de dinheiro de giro, neste contexto, você deve realizar o seguinte cálculo: Necessidade de Dinheiro Para Giro = Ciclo financeiro x valor das vendas por dia Exemplo: Prazo médio de recebimento: 30 dias Prazo médio de estoque: 45 dias Prazo médio de pagamento = 35 dias Vendas por dia = R$ 1.000,00 Ciclo financeiro = 45 + 30 – 35 = 40 Necessidade de dinheiro para giro = 40 x R$ 1.000,00 = R$ 40.000,00 A necessidade de ampliar ou reduzir este capital irá variar conforme decisão de compras, volume de vendas e tempo fornecido aos clientes nas vendas a prazo, por exemplo. Não existindo este recurso, a probabilidade do seu negócio entrar no percentual de empresas que vão à falência torna­se considerável. Dicas para minimizar a utilização do capital para o giro em sua empresa Algumas dicas simples podem ajudá­lo a reduzir o montante necessário para fazer o seu negócio girar. Confira:

Evite atrasos nos pagamentos de clientes, administrando seus devedores;
Financiamento Capital de Giro;
Pague seus fornecedores e empréstimos em dia, assim você evita o pagamento de juros e demais taxas desnecessárias;
Não compre ativos fixos com empréstimos de curto prazo. Você não será capaz de convertê­los em dinheiro imediatamente para pagar seus empréstimos e isso irá afetar o seu capital ou dinheiro de giro;
Gerencie seu inventário. Tente evitar a sub­lotação e os excessos. Muitos fabricantes usam just­in­time (JIT), base para o inventário, porque é custo­efetivo, usa menos espaço de inventário, de armazenagem e reduz o estoque danif**ado;
Fique de olho na gestão do seu capital ou dinheiro de giro. Verif**ar periodicamente se você tem dinheiro em caixa suficiente para pagar suas despesas ajudará a minimizar os imprevistos.

Natal da crise vai exigir jogo de cinturaNão será fácil para quem é dono de um pequeno negócio, mas é possível conquista...
30/10/2015

Natal da crise vai exigir jogo de cintura
Não será fácil para quem é dono de um pequeno negócio, mas é possível conquistar boas vendas com trabalho e estratégia

Natal está chegando. E, com ele, notícias pouco animadoras sobre a economia do País. A crise, que desta vez tem ramif**ações na política, assombra. Por isso, se os consumidores estão desconfiados, os empresários estão preocupados. As projeções em relação ao futuro também não ajudam a minimizar o temor de que a data será ruim para os empreendedores, principalmente aqueles que atuam no setor de varejo.

As intenções de compra de bens duráveis para o período de festas chegou a 34,4% em São Paulo, o pior nível desde 1999, segundo pesquisa do Programa de Administração de Varejo da Fundação Instituto de Administração (Provar/FIA). A Confederação Nacional do Comércio (CNC) também não tem boas previsões. O desempenho do setor vai sofrer um impacto forte depois de 12 anos de ascensão. Neste ano, em vez de crescer, a expectativa é de retração de 4,1% em relação ao mesmo período de 2014 – o primeiro resultado negativo desde 2004.

:: O QUE FAZER ::

Visibilidade
Ampliar os canais de venda dos produtos e serviços é uma estratégia importante. Lojas físicas podem criar plataformas online de baixo custo no curto prazo. O ideal é criar o seu novo canal de vendas até o começo de dezembro.

Facilidades
Oferecer diferentes formas de pagamento ao consumidor. Descontos, vendas a prazo e pagamento via cartão impulsionam vendas e minimizam a queda no movimento.

Atenção ao fluxo
Movimento não quer dizer, necessariamente, lucro. Atenção ao fluxo de caixa, estoque e despesas evitam sustos e as falsas expectativas de que as coisas vão bem.

Não faça dívidas
Prudência antes de investir para não começar o próximo ano endividado. O cuidado vale da contração de funcionários temporários ao abastecimento dos estoques.

Diversif**ação
Aumentar a linha de produtos e serviços requer cuidado, mas é importante. Nos segmentos de alimentação, por exemplo, tenha opções de embalagens para presentes; no de serviços, fidelização tende a atrair clientes.

Atendimento
Em tempos de economia turbulenta, as pessoas pensam mais antes de comprar. Por isso, é essencial oferecer um bom atendimento, até mesmo em plataformas virtuais.

O QUE É SELIC E COMO AFETA A ECONOMIAA taxa de juros é o instrumento utilizado pelo BC (Banco Central) para manter a inf...
30/07/2015

O QUE É SELIC E COMO AFETA A ECONOMIA

A taxa de juros é o instrumento utilizado pelo BC (Banco Central) para manter a inflação sob controle ou para estimular a economia.

Se os juros caem muito, a população tem maior acesso ao crédito e, assim, pode consumir mais. Esse aumento da demanda pode pressionar os preços caso a indústria não esteja preparada para atender um consumo maior.

Por outro lado, se os juros sobem, a autoridade monetária inibe consumo e investimento —que f**am mais caros—, a economia se desacelera e evita-se que os preços subam, ou seja, que haja inflação.

Com o aumento da taxa básica de juros (Selic), o BC aumenta a atratividade das aplicações em títulos da dívida pública. Assim, começa a "faltar" dinheiro no mercado financeiro para viabilizar investimentos que tenham retorno maior que o pago pelo governo. Se a taxa cai, ocorre o inverso.

É por isso que os empresários pedem cortes nas taxas: para viabilizar investimentos, ainda mais em tempos de economia fraca, como agora. Nos mercados, reduções da taxa de juros viabilizam normalmente migração de recursos da renda fixa para a Bolsa de Valores.

Em um cenário normal, é também por esse motivo que as Bolsas sobem nos Estados Unidos ao menor sinal do Federal Reserve (BC dos EUA) de que os juros possam cair.

Quando o juro sobe, acontece o inverso. O investimento em dívida absorve o dinheiro que serviria para financiar o setor produtivo.

LADO POSITIVO
Por que o Copom manteve o ritmo de alta de 0,5 p.p. da taxa de juros.

META FISCAL
A redução de meta de superavit, somada à recente alta do dólar, pode atrapalhar o objetivo de reduzir a inflação.

INFLAÇÃO MENOR
Juro em alta diminui o consumo e pode ajudar a controlar a inflação.

8,89% é a variação do IPCA em 12 meses até jun.2015.

LADO NEGATIVO

DESACELERAÇÃO DA ECONOMIA
Juros em alta prejudicam investimentos e freiam a atividade econômica.

-6,9%
Variação da produção industrial geral de jan. a mai. 2015 ante igual período de 2014.

MENOS EMPREGO
Queda nos investimentos e na produção reduzem o nível de emprego.

8,1% é a taxa de desemprego no trimestre encerrado em mai.2015.

27/07/2015
23/07/2015

O Refinanciamento de Imóveis:

O Refinanciamento Imobiliário é uma linha de crédito de longo prazo, com taxa atrativa, para quem já possui um imóvel.
Empréstimos entre R$ 30 mil a R$ 500 mil.
5 a 15 anos para pagar.
Juros de 1,05% a.m. + IPCA.

O faturamento caiu. O que fazer?Queda no faturamento e a sua empresa está prestes a entrar no vermelho. Há alguma saída?...
07/07/2015

O faturamento caiu. O que fazer?

Queda no faturamento e a sua empresa está prestes a entrar no vermelho. Há alguma saída? Que alternativa deve ser adotada?

Imagine uma empresa que está num cenário difícil, com queda no faturamento e prestes a entrar no vermelho. Qual é saída?

Além disso, algumas perguntas podem ser feitas: a área de atuação está tendo crescimento no mercado? O seu negócio está perdendo espaço para a concorrência?

A solução do problema inicial é a avaliação do mercado e quais áreas merecem esforços para avançar e recuperar o terreno perdido. Este estudo das perspectivas mostrará quais são os segmentos promissores e que a sua Empresa terá que se concentrar e se esforçar.

O segundo passo é encontrar forma para se diferenciar e nada melhor do que ouvir os clientes. Como posso descobrir o que o cliente está pensando? O levantamento pode ser feito por meio de pesquisas, comunidades na internet, sites e publicações especializadas.

O terceiro passo é estabelecer metas de lucratividade para cada item, produto ou projeto. Quando isso é feito e se o lucro for abaixo do desejado, devem-se cortar os custos e adequar os preços. Se nada disso surtir efeito, é melhor retirar o item ou produto do catálogo da empresa. Lembre-se: jamais a empresa pode abrir mão da lucratividade.

A criação de indicadores de desempenho é outra arma para aumentar o faturamento. Os indicadores podem ser definidos por:

1. Aumento de Vendas;

2. Redução de Custos;

3. Melhora na Qualidade dos Produtos ou Serviços.

Após criar os indicadores, para cada um deve ser estabelecida uma meta e ela deve ser conhecida por toda a equipe.

*Baseado na reportagem da revista "Pequenas Empresas & Grandes Negócios" – no. 249 - Outubro, 2009.

Quero vender minha empresa e agora?A venda de uma empresa pode ocorrer por três motivos básicos e você precisa estar mui...
02/07/2015

Quero vender minha empresa e agora?

A venda de uma empresa pode ocorrer por três motivos básicos e você precisa estar muito bem assessorado para não se deparar com situações irreversíveis e extremamente complicadas de se administrar.

1) o negócio é bom;
2) o negócio é ruim;
3) problemas societários;

Negócio bom. A empresa esta no auge de atividade econômica, portanto, o seu ciclo biológico se podemos chamar assim, está no máximo de sua capacidade de faturamento, com uma excelente carteira de clientes e com boa parcela do mercado sob seu controle.

Nessa fase a empresa está bastante valorizada e chama atenção inclusive da concorrência, que se for atenta provavelmente formulará proposta para compra-la.

Negócio é ruim. A maioria das empresas principalmente as de pequeno porte, familiares ou não, estão em situação financeira muito complicada, com problemas trabalhistas, fiscais, sem contar com dívidas astronômicas constituídas por meio de uma gestão equivocada, uma verdadeira coleção de dívidas.

Esse negócio precisa ser vendido de forma irremediavelmente rápida, pois está num episódio de agonia rastejante na iminência de uma morte lenta, muitas vezes correndo o risco de morte súbita ou falência quase certa.

Problemas societários. A empresa poderá ser vendida por problemas societários, decorrentes de desacordo comercial, questões sucessórias, ou até mesmo o divórcio de um sócio podem trazer inúmeros problemas para a empresa.

O interessante é que todas essas questões poderão ser administradas com um sistema de assessoria empresarial de blindagem de bens e reestruturação.

Mais a questão mais importante com relação a toda essa problemática é a seguinte:

Você sabe quais os cuidados e providências precisa adotar, para não vender sua empresa a para um picareta? Quer saber como identif**ar um comprador que possua capacidade empresarial para assumir seu negócio?

Gostaria de saber como avaliar seu negócio?

Quem vende uma empresa precisa saber o que é secundário e o que é principal. Parafraseando o Dr. Nacyr Sales principal é o que o vendedor quer agora, secundário o que ele vai querer imediatamente após a assinatura do contrato de venda.

Isso signif**a que há uma inversão de valores na hora de negociar sua empresa, pois o que realmente é importante f**a em segundo plano e o que nem é tão importante assim f**a sendo prioridade.

Você precisa saber e isso é obvio, que uma empresa viva vale mais que uma empresa morta, ou seja não perca o time do seu negócio, nem espere o aviso ser dado pelo oficial de justiça.

Postado por ROSEMBERG GUEDES

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Terça-feira 08:00 - 18:00
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