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11/12/2023
26/10/2023
Mais um trabalho em silêncio da Ministra Teresa Cristina contribuindo para o sucesso do Acordo quando de sua recente via...
28/06/2019

Mais um trabalho em silêncio da Ministra Teresa Cristina contribuindo para o sucesso do Acordo quando de sua recente viagem à Bruxelas. Parabéns Ministra.

Mercosul e União Europeia fecham acordo de livre-comércio

São os nossos votos para todos. Muita saúde e forte abraço!!!
22/12/2016

São os nossos votos para todos. Muita saúde e forte abraço!!!

MENSAGEM DE BOAS FESTAS 2015/2016
18/12/2015

MENSAGEM DE BOAS FESTAS 2015/2016

28/11/2015

Brasília, 27 de novembro de 2015
CARTA ABERTA À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA E AO CONGRESSO NACIONAL
O Brasil é um dos países que possui modelo tributário de maior regressividade, concentrando-se em tributos que incidem sobre a produção e o consumo em detrimento daqueles sobre a renda e a riqueza, o que é socialmente injusto por onerar mais as classes de menor renda. Além dessa composição, mesmo quando se analisa a tributação sobre a renda, os mais ricos pagam proporcionalmente muito menos, agravando o caráter regressivo de nossa estrutura tributária.
Dessa forma, o Conselho Federal de Economia (Cofecon) dirige-se a V.Exªs por meio desta carta aberta para sugerir o patrocínio de uma medida que, parcialmente, corrigiria tais distorções, contribuindo para o equilíbrio fiscal e a justiça tributária, sem prejuízo de outras medidas que venham a ser adotadas, tanto no âmbito da receita quanto, sobretudo, no da despesa:
Reinstituir a incidência do IRPF sobre lucros e dividendos
De acordo com dados recentemente divulgados pela Receita Federal do Brasil relativos a 2014, as 71.440 pessoas mais ricas do país, cujos rendimentos mensais médios superam R$ 108,5 mil, pagam 6,7% de imposto de renda sobre os rendimentos totais, enquanto que estratos intermediários, por exemplo, aquele com rendimentos mensais entre R$ 13,6 mil e R$ 27,1 mil, pagam 11,8%. Tal distorção decorre principalmente do fato de o topo da pirâmide social brasileira ser mais beneficiado pela não incidência do tributo sobre lucros e dividendos distribuídos a sócios e acionistas de empresas. Ressalte-se que, além de já ter sido cobrada no Brasil até 1995, referida taxação vigora em 35 dos 36 países integrantes da OCDE, inexistente apenas na Estônia.
A título de exercício, estudo realizado por técnicos do IPEA aponta que, com uma alíquota de 15% como era até 1995, a taxação renderia R$ 43 bilhões por ano (valores de 2013) e o imposto sobre o rendimento total no topo da distribuição seria de 13,2%. Já com a aplicação da tabela progressiva do IRPF, com um teto de 27,5%, a arrecadação chegaria a R$ 59 bilhões e a alíquota efetiva atingiria 17,5%.
Acabar com esse benefício fiscal é uma medida fundamental para a maior justiça tributária no Brasil, na medida em que alcançaria a renda dos muito ricos, abrindo perspectivas para futuras desonerações do setor produtivo.
Conselho Federal de Economia

08/09/2015

Gravidade e responsabilidade
Os cenários político e econômico, ora vivenciados em nosso País, alcançaram estágios simultâneos de deterioração talvez inéditos, em nossa história.
Na seara política, a despeito do arcabouço institucional estar preservado, os principais atores sofrem déficits de autoridade sem precedentes. A Presidente da República tem seu mandato ameaçado por latentes processos de impeachment de iniciativa do legislativo ou por investigações de crime eleitoral em curso no TSE. Os presidentes das câmaras alta e baixa do Congresso Nacional, responsáveis por pautar toda a agenda legislativa, são investigados no maior escândalo de corrupção já identificado na esfera pública. Em um regime presidencialista tal conjuntura cria condições propícias ao desenho de absoluta crise de autoridade, resultando em condição potencial de desgoverno.
A gravidade do momento político é realçada por coincidir com ampla corrosão dos fundamentos econômicos.
A pedra fundamental do desenvolvimento econômico de um país, e consequentemente de sua evolução social, é o compromisso com o equilíbrio das contas fiscais. Déficits transitórios são toleráveis, quando destinados àqueles investimentos que resultem em competitividade como os voltados às áreas de educação e da infraestrutura. Entretanto assistimos grave situação das contas públicas, consumidas por despesas permanentes de custeio e quase ausência de iniciativas voltadas aos ganhos de produtividade. Em mundo globalizado e com forte ambiente concorrencial, nosso empreendedorismo está cada vez mais penalizado. O quadro de déficit fiscal é ainda mais prejudicial por não representar melhoria de nível de serviços prestados à sociedade.
Os desempenhos dos demais indicadores econômicos encontram-se igualmente prejudicados:
• a despeito do saldo comercial de US$ 4,61 bilhões acumulado de janeiro a julho de 2015, a balança de pagamentos, no período, foi deficitária em US$ 89,4 bilhões,
• o emprego formal com um estoque de 40,5 milhões de empregos sofreu perda acumulada de 494.386 postos de trabalho, de janeiro a junho de 2015,
• apesar da recessão, o Boletim Focus do BACEN de 21/08/15 prevê inflação de 9,29% para o ano pelo IPCA e de 7,74% pelo IGPM, índices acima do teto da meta,
• o mesmo Boletim Focus prevê redução do PIB de 2,06% para 2015 e de 0,26% para 2016.
O Poder Executivo encaminhou ao Congresso Nacional, em 31/08/2015, proposta orçamentária para o exercício de 2016, com déficit de 0,5% do PIB ou 30,5 bilhões de reais. A apresentação da referida proposta poderá suscitar a perda do grau de investimento do país por parte das agências de risco, resultando em ressalvas para os investimentos estrangeiros e aumento dos preços de financiamentos ao país, sejam externos ou internos.
Além do cenário e dos indicadores já descritos, as atuais conjunturas política e econômica acontecem em momento de alta demanda de investimentos sociais e em infraestrutura. O País apresenta carências estruturais evidentes nas áreas: energética, logística, de abastecimento urbano de água e de esgotamento sanitário, dentre outras. As demandas sociais são igualmente agudas destacando-se as educacionais (qualificação), as da saúde, as de segurança pública e de combate às desigualdades.
Parte das carências pode ser equacionada com a participação imediata da iniciativa privada desde que a base regulatória e a segurança jurídica proporcionem padrões aceitáveis de atratividade.
É certo que o Brasil alcançou grandes conquistas nas últimas décadas: consolidação do regime democrático, competitividade do setor de agronegócio, utilização da biomassa como alternativa energética, desenvolvimento da indústria aeronáutica, interiorização do desenvolvimento socioeconômico, avanços nas telecomunicações, dentre outros.
À toda sociedade e às suas representações políticas cabem os desafios de preservar as conquistas alcançadas e superar as enormes dificuldades que hoje se apresentam. Doses maciças de maturidade política, de criatividade, de competência e de seriedade há muito não são tão necessárias.
EQUIPE MILÊNIO CONSULTORIA
[email protected]

Independentemente das opiniões no artigo, importante que as pessoas saibam que isso tem que acontecer, e o mais rápido p...
27/08/2014

Independentemente das opiniões no artigo, importante que as pessoas saibam que isso tem que acontecer, e o mais rápido possível.

Quem aperta o botão do Tarifaço?

Uma série de preços – de energia, combustíveis e transporte público – está represada. DINHEIRO perguntou a dez economistas qual é a melhor forma de desarmar essas “bombas inflacionárias” em 2015. Conheça suas respostas

No link http://www.coreconsp.org.br/
Fonte ISTO É DINHEIRO

Vamos divulgar para mais pessoas. Independentemente das opiniões, é importante que saibam que isso deverá acontecer.
27/08/2014

Vamos divulgar para mais pessoas. Independentemente das opiniões, é importante que saibam que isso deverá acontecer.

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Fonte ISTO É DINHEIRO

Assunto muito importante para o conhecimento da população.
27/08/2014

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Uma série de preços – de energia, combustíveis e transporte público – está represada. DINHEIRO perguntou a dez economistas qual é a melhor forma de desarmar essas “bombas inflacionárias” em 2015. Conheça suas respostas

No link http://www.coreconsp.org.br/
Fonte ISTO É DINHEIRO

13/08/2014

Hoje, dia 13 de agosto, comemoramos o Dia do Economista. Parabenizo todos aqueles que escolheram essa profissão, na certeza de que ela nos possibilita exercer trabalho digno para o desenvolvimento do nosso País, desde que usada de forma ética e honesta. PARABÉNS!!!

Endereço

Rua Rio Grande Do Sul, 1836/Sala 8
Campo Grande, MS
79022-300

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