Top Grade Exchange

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A marca Top Grade é uma “Boutique” de serviços financeiros especializada na área de câmbio comercial e turismo. Realizamos operações de câmbio em todo Brasil com o objetivo de oferecer o mais completo serviço de acompanhamento e assessoria.

22/10/2019

Aos clientes e amigos,

Bom dia 👀 📊 ativos operando: 🏛 🇺🇸 DÓLAR ⬇ ➖0,55% 💱 🇪🇺 EURO ⬇ ➖0,80% 🗞 .

Ibovespa futuro: -0,10% Ásia: +0,50%
Dow Jones Futuro: -0,05% Europa (Frankfurt): +0,09%.

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em baixa no início dos negócios. Após longos oito meses, é chegada a conclusão da votação em segundo turno da PEC da previdência junto ao Senado. A estimativa de economia fiscal em 10 anos da proposta deve ficar na casa dos R$ 800 bilhões. A equipe econômica trabalhava com a meta de R$ 1 trilhão, mas vale lembrar que, além da PEC paralela que busca incluir Estados e munícipios na reforma que pode entrar na pauta a partir de amanhã, tivemos a aprovação da MP de combate a fraudes previdenciárias que visa gerar mais alguns bilhões de economia aos cofres públicos. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) vota pela manhã, a partir das 11H, as últimas emendas à PEC, e a tarde a proposta deve finalizar em segundo turno junto ao plenário do Senado. Os mercados trabalham com um cenário prospectivo de aprovação do atual texto, sem novas desidratações. Com a dívida atingindo praticamente 80% do PIB, a reforma pretende equilibrar as contas públicas e atenuar a pressão fiscal. Os efeitos da sua aprovação poderão ser sentidos mais claramente no médio e longo prazos, provocando uma melhora na capacidade de investimentos federais, dando novo ânimo ao investidor estrangeiro e às agencias de classificação de risco que tendem a no mínimo manter o grau de investimento do país enquanto observam a recuperação da atividade esperada. Em suma é isso. A pouco, o IBGE informou que o IPCA-15, considerado a prévia da inflação oficial, subiu 0,09% em outubro, mesmo ritmo em relação ao mês anterior. No exterior, China e Estados Unidos dão demonstrações de que algum progresso se confirma em suas negociações, o que pode resultar na divulgação de detalhes e assinatura do acordo em relação a fase um, em novembro. No Reino Unido, Boris Johnson segue em busca de apoio, em um parlamento dividido, para aprovar um acordo alinhado junto a União Europeia, e nesta tarde, por volta das 15H, o parlamento britânico deve votar a questão. Na agenda americana, dados sobre vendas de casas usadas em setembro saem às 11H. O BCB ofertou a pouco, sem sucesso, dólares no mercado à vista, e swaps reversos.

🏛 🇺🇸 DÓLAR ⬆ INDEX: 0,16% (Comportamento do dólar ante as principais moedas, no exterior).
🏛 🇺🇸 DÓLAR ⬇ FUTURO: 0,70% (Comportamento do Dólar Futuro para o mês de Novembro).

Na agenda interna, A conclusão da votação da reforma da Previdência no Senado deve concentrar as atenções nesta terça-feira, em meio a um maior otimismo sobre as negociações entre Estados Unidos e China. A Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJ) vota pela manhã as últimas emendas apresentadas à PEC da Previdência, e à tarde a proposta deve ser votada em segundo turno no plenário do Senado. A votação ocorre um dia depois de o presidente Jair Bolsonaro afirmar que não há uma crise política e nem riscos para a aprovação final do texto no plenário da Casa, apesar do racha em seu partido, o PSL. O cenário básico nas mesas de negociações é a aprovação do atual texto, sem surpresas ou desidratação.

Na agenda externa, A China e os Estados Unidos tiveram algum progresso em suas negociações comerciais, afirmou o vice-ministro das Relações Exteriores, Le Yucheng, e qualquer problema pode ser resolvido desde que um lado respeite o outro. O mundo quer que a China e os EUA encerrem sua guerra comercial, disse ele. Isso exige abertura e não uma “dissociação” dos países ou uma nova Guerra Fria.

Nas Bolsas, Os índices acionários da China recuperaram as perdas iniciais e fecharam em alta nesta terça-feira, impulsionados pelas empresas de tecnologia conforme os investidores comemoram seus resultados sólidos no momento em que o governo busca sustentar o setor em meio à guerra comercial. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, subiu 0,39%, enquanto o índice de Xangai teve ganho de 0,5%. O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que os esforços para pôr fim à guerra comercial entre EUA e China vão bem, embora as duas maiores economias do mundo continuem a divergir sobre comércio e política globalmente mesmo com o anúncio da esperada trégua neste mês.

Nos Estados Unidos, vendas de casas usadas às 11H, formam a agenda.

04/10/2019

Bom dia !!!

O Ibovespa encerrou o pregão da véspera com alta de 0,48%, aos 101.516 pontos, numa sessão em que abriu com ganhos, virou para queda após dados ruins da economia dos EUA – perdeu os 100 mil pontos –, mas se recuperou ao final do dia, terminando no positivo. A bolsa brasileira acabou seguindo o movimento de Nova York, que, diante dos fracos dados do índice de serviços do ISM, passou a elevar as apostas de que Federal Reserve possa cortar os juros.

Hoje, os futuros de Nova York operavam em baixa em meio à cautela dos investidores no aguardo do principal dado da economia norte-americana desta semana, que é o relatório de empregos Payroll. Os dados serão apresentados às 9h30, com a projeção do mercado apontando para uma geração de 145 mil postos de trabalho.

O indicador de emprego vai ajudar corroborar ou não os indícios de desaceleração da atividade econômica dos EUA vistos ao longo desta semana, com fracos indicadores de atividade industrial e de serviços. No mesmo horário do Payroll, sairão os dados da balança comercial dos Estados Unidos, que vão atualizar os investidores sobre os impactos da guerra comercial travada com a China no resultados das importações e exportações.

Nossa mesa de e operações está apta para atende-los!!

(19) 2513-7005

25/09/2019

Aos clientes e amigos,

Bom dia 👀 📊 ativos operando: 🏛 🇺🇸 DÓLAR ⬆ ➕0,50% 💱 🇪🇺 EURO ⬆ ➕0,20% 🗞.

Ibovespa: -0,40% Ásia: -1%
Dow Jones Futuro: -0,07% Europa (Frankfurt): -1%

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em alta no início dos negócios. Davi Alcolumbre e parte do Senado Federal demonstram estar mais interessados em “reafirmar o poder legislativo” a acelerar a votação da reforma da previdência na Casa. Isso ficou muito claro, após o adiamento para a próxima semana, do trâmite que a votaria em 1º turno. A reação vem logo após a Policia Federal afirmar que o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), teria recebido 5,5 milhões de reais em propina durante o governo Dilma Rousseff. E não foi só isso, Alcolumbre, acompanhado de mais 15 Senadores aproveitaram o dia de ontem para “visitar” o presidente do STF, Dias Toffoli, queixando-se da decisão do ministro Luis Roberto Barroso, de autorizar no último dia 18, a realização de buscas e apreensões para investigar esquemas envolvendo Bezerra. Alcolumbre afirmou que a medida atrapalha a harmonia entre os poderes. O Senador disse que sempre defendeu o STF e espera respeito entre as instituições. Segundo ele, o Senado é instigado a ir ao enfrentamento (abertura de uma CPI da Lava Toga), mas evita essa prática em nome de uma pauta para o Brasil. O presidente do STF, Dias Toffoli, por sua vez destacou que todos precisam trabalhar para o país se desenvolver e citou a importância da harmonia. Na semana passada, o ministro Luis Roberto Barroso, disse em nota, que sua decisão foi técnica e republicana. Para finalizar, o Congresso impôs mais uma derrota ao governo na noite de ontem, derrubando 18 vetos à lei de abuso de autoridade, em mais um revide. O que se consegue com isso? Comprometer o prazo de conclusão da reforma da previdência no Senado, antes previsto para até 10 de outubro, mas que agora pode atrasar. Não dar a devida importância à previdência não é uma boa ideia, ainda mais quando se relativiza que o Congresso trabalha de terças à quintas. Nos Estados Unidos, o pedido de impeachment sobre o presidente Donald Trump, feito pela oposição democrata deve causar ruídos. O motivo, seria uma acusação anônima de um oficial de inteligência americano, de que o republicano teria pressionado durante uma ligação telefônica, Volodmir Zelensky, presidente da Ucrânia, a conduzir uma investigação que atingiria a família do ex-vice-presidente Joe Biden, favorito a enfrenta-lo nas eleições do ano que vem. Em troca, Trump liberaria ajuda militar ao país europeu. As chances de Trump ser retirado da Casa Branca são mínimas, no que parece ser mais um processo que visa arranhar eleitoralmente o atual presidente dos Estados Unidos, o tempo é curto, e a Câmara de maioria democrata precisaria do apoio de dois terços do Senado, onde os republicanos são maioria. No mais, voltam as incertezas relativas as negociações entre americanos e chineses. Trump condenou praticas comerciais chinesas e afirmou que não aceitará um acordo ruim. Do outro lado, o principal diplomata chinês reagiu às críticas dos EUA dizendo que Pequim não tem a intenção de “jogar Game of Thrones”, respeitará os interesses americanos mas não será ameaçada no comércio. A reunião entre as maiores economias do planeta, prevista para acontecer em outubro, continua de pé. As moedas emergentes não tem um bom desempenho nesse começo da manhã, diante do noticiário político americano e sinais que afetam o otimismo sobre a solução no impasse comercial. Na agenda americana, saem dados do setor imobiliário às 11H, e Esther George, membro do Federal Reserve, fala no mesmo horário. Vale lembrar que ela foi contrária a redução no juro na última reunião da instituição. O BCB vendeu integralmente seu lote de USD 580 milhões à vista tanto quanto sua quantidade de contratos de swaps cambiais reversos.

🏛 🇺🇸 DÓLAR ⬆ INDEX: 0,40% (Comportamento do dólar ante as principais moedas, no exterior).
🏛 🇺🇸 DÓLAR ⬆ FUTURO: 0,60% (Comportamento do Dólar Futuro para o mês de Novembro).

23/09/2019

Ibovespa: -0,50% Ásia: -1,1%
Dow Jones Futuro: -0,15% Europa (Frankfurt): -1,15%

No mercado de câmbio: Dólar operando em alta no início dos negócios. O boletim Focus do Banco Central trouxe as seguintes estimativas para o final de 2019: IPCA: 3,44%, PIB: 0,87%, USD: 3,95, PROD.INDL.: -0,53%, Investimentos diretos no país: USD 85 Bilhões, Balança Comercial: USD 51,95 Bilhões e SELIC: 5%. Sobre a taxa de juro brasileira vale ressaltar que as instituições que mais acertam previsões de mercado, estimam o juro a 4,75% ao final do ano, o que tem contribuído em parte para que a desvalorização do Real seja maior, com o retorno ao investidor reduzido e diante de um quadro externo desafiador, que traz desaceleração em potentes economias, sinais de desaceleração na indústria americana, e um Federal Reserve passando mensagens truncadas aos agentes. Não atoa a volatilidade tem crescido. Após a última reunião do Banco Central Americano, o que se percebeu foram membros com visões divergentes a respeito da economia do país, indo da recessão, passando por bolhas e também chegando “em uma boa posição”, o que resultou em um comunicado misto. Richard Clarida, vice-presidente do FED terminou a semana afirmando que as decisões seriam tomadas caso a caso, sendo o próximo somente em 30/10. A pouco os americanos trouxeram dados sobre sua atividade industrial em setembro, com o PMI composto do IHS Markit, indo a 51, de 50,7 em agosto. Vale lembrar que até o final da tarde de hoje alguns membros do Fomc discursam. Superando essa fase, vamos aos acontecimentos atuais. A zona do Euro continua mostrando fraqueza, o crescimento da atividade de negócios estagnou, a Alemanha namora firmemente com a recessão industrial, e o reflexo disso foi a divulgação de que o setor privado industrial alemão encolheu em setembro, piorando os números do bloco como um todo. A leitura preliminar do PMI do IHS Markit em setembro, caiu para 50,4, de 51,9 em agosto. Sobre Estados e China, apesar de negociações produtivas e construtivas na semana que passou, nenhuma novidade senão a que autoridades chinesas cancelaram inesperadamente uma visita a fazendas em Montana e no Nebraska, nos EUA. Como o tema é delicado e a sensibilidade alta, o apetite pelo risco diminui. No Brasil, a confiança do consumidor subiu de forma tímida em setembro, e a tarde saem os dados da nossa balança comercial. Durante a semana, destaques para a divulgação da Ata do Copom e votação em 1º turno da reforma da previdência no Senado, ambos amanhã, o relatório trimestral de inflação na quinta-feira, e a taxa de desemprego na sexta. Já no exterior, atenção para PIB na quinta, e gastos pessoais / PCE na sexta, ambos nos Estados Unidos. O BCB segue com suas operações no mercado à vista e swaps reversos.

🏛 🇺🇸 DÓLAR ⬆ INDEX: 0,18% (Comportamento do dólar ante as principais moedas, no exterior).
🏛 🇺🇸 DÓLAR ⬆ FUTURO: 0,48% (Comportamento do Dólar Futuro para o mês de Outubro).

Na agenda interna, O boletim Focus do Banco Central trouxe as seguintes estimativas para o final de 2019: IPCA: 3,44%, PIB: 0,87%, USD: 3,95, PROD.INDL.: -0,53%, Investimentos diretos no país: USD 85 Bilhões, Balança Comercial: USD 51,95 Bilhões e SELIC: 5%. Sobre a taxa de juro brasileira vale ressaltar que as instituições que mais acertam previsões de mercado, estimam o juro a 4,75% ao final do ano.

Na agenda externa, A Arábia Saudita recuperou cerca de 75% da produção de petróleo perdida após os ataques às suas instalações e restaurará todo o fluxo até o início da próxima semana, disse uma fonte Reuters próxima à questão.
As importações de carne suína pela China aumentaram 76% em agosto em relação ao mesmo mês do ano anterior, mostraram dados alfandegários, com o maior consumidor mundial de carne estocando suprimentos depois que uma doença mortal dizimou seu rebanho de porcos.

Nas Bolsas, Os índices acionários da China começaram a semana em tom mais fraco, com incertezas em torno das negociações comerciais sino-americanas diminuindo o apetite pelo risco nesta segunda-feira. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, recuou 1,1%, enquanto o índice de Xangai teve queda de 1,1%. Os Estados Unidos e a China classificaram as negociações de dois dias da semana passada como “produtivas” e “construtivas”, com o escritório do Representante de Comércio dos EUA dizendo que as negociações de alto nível ocorrerão em outubro, conforme planejado anteriormente. No entanto, o apetite dos investidores por ativos de risco foi reduzido depois que autoridades chinesas cancelaram inesperadamente uma visita a fazendas em Montana e no Nebraska, nos EUA. Bolsas europeias em baixa.

Nos Estados Unidos, dados sobre atividade industrial do país e discursos de membros do FOMC formam a agenda nesta segunda-feira.

20/09/2019

Bom dia 👀 📊 ativos operando: 🏛 🇺🇸 DÓLAR ⬇ ➖0,03% 💱 🇪🇺 EURO ⬇ ➖0,13% 🗞

Ibovespa Futuro: +0,40% Ásia: +0,20%
Dow Jones Futuro: +0,23% Europa (Frankfurt): +0,10%

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em leve baixa no início dos negócios. A semana termina com um balanço objetivo sobre política monetária dado pelos Bancos Centrais. Nos Estados Unidos, corte de 0,25% no juro e perspectiva “mista” para as duas últimas reuniões do mês. Confuso? Pois é, parece ser essa a intenção dos membros do FOMC, afinal, eles entendem que a ação dará o apoio necessário para que a inflação atinja seu objetivo de 2%, ao mesmo tempo em que dizem que as medidas baseadas em pesquisas de expectativas de inflação de longo prazo permanecem baixas, investimentos enfraqueceram e as exportações diminuíram. Vale acrescentar, que alguns sinais mostram que a economia do país pode desacelerar em um horizonte próximo, e o setor manufatureiro já parece estar em recessão, de acordo com James Bullard, membro do FED à quem caberia um corte de 0,5% já nesta reunião. São avessos à esse cenário, Esther George e Eric Rosengren que nem sequer aventaram a possibilidade de redução do juro, gostariam inclusive de mantê-lo, sem alterações. Reino Unido e Japão mantiveram taxas inalteradas esta semana, mas tanto ingleses quanto japoneses ponderam que podem acelerar estímulos nas próximas reuniões. No caso dos britânicos vai depender da forma com será a retirada da União Europeia e seus efeitos sobre o crescimento. A China vem buscando, mesmo que moderadamente, flexibilizar sua política monetária com ações ainda tímidas, levantando temores de que o crescimento no terceiro trimestre pode vir abaixo de 6%. E no Brasil, corte de 0,5% agregado a sinalização clara de que o movimento deve continuar para as próximas reuniões. O Boletim Focus projetou no início da semana, Selic a 5% no final do ano, vamos aguardar o relatório da próxima segunda-feira, afinal, algumas instituições entendem que esse patamar pode ser menor, desestimulando apostas sobre a valorização do real, caso o “estrangeiro” opte por se retirar de cena. Por outro lado, se o dólar se valorizar demais, quem pode ficar sem estímulo a novos cortes na Selic é o Copom, se entender que o movimento possa ser o gatilho que impulsione a inflação. Vale lembrar que na última oportunidade em que o dólar bateu 4,20, houve intervenção do BCB, mostrando desconforto com o patamar e derrubando as cotações. Atualmente a taxa de juro brasileira se encontra em 5,5%. Na ausência de indicadores potentes nesta sexta-feira, as atenções devem se voltar para as negociações comerciais entre americanos e chineses, onde delegações de médio escalão preparam o terreno para um novo encontro de alto nível em outubro. Por aqui, ainda hoje deve ser anunciado desbloqueio de recursos do orçamento, enquanto o BCB vendeu integralmente seu lote de USD 580 milhões à vista e swaps reversos. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, diz que não há clima na casa para aprovar a privatização da Eletrobras. Segundo Alcolumbre o planalto não tem uma base sólida para defender suas pautas porque não quis construí-la. Pelo visto, Câmara, Senado e judiciário seguem em harmonia.

🏛 🇺🇸 DÓLAR ⬆ INDEX: 0,22% (Comportamento do dólar ante as principais moedas, no exterior).
🏛 🇺🇸 DÓLAR ⬇ FUTURO: 0,05% (Comportamento do Dólar Futuro para o mês de Outubro).

Na agenda interna, Rodrigo Maia, presidente da Câmara, disse que o PT levou Jair Bolsonaro ao poder.

Na agenda externa, A China cortou sua nova taxa de juros de referência de um ano pelo segundo mês consecutivo, um passo do banco central para tentar reduzir os custos de empréstimos e apoiar a economia enquanto a guerra comercial entre o país e os Estados Unidos se arrasta. Mas a medida foi muito mais branda do que as flexibilizações de política monetária do Federal Reserve (Fed) e do Banco Central Europeu (BCE) deste mês, sugerindo que os formuladores de política monetária da China continuam relutantes em se juntar a uma onda de estímulo global devido a preocupações com o aumento da dívida. Ainda assim, analistas dizem que a restrição de Pequim está sendo posta à prova, já que a piora dos dados econômicos em agosto levantou temores de que o crescimento no terceiro trimestre poderia cair abaixo de 6%, aquém do limite inferior da meta do governo para 2019.
O núcleo da inflação ao consumidor do Japão —que inclui derivados de petróleo, mas exclui preços de alimentos frescos— aumentou 0,5% em agosto em relação ao ano anterior. Foi o ritmo mais lento em dois anos em agosto, devido aos custos mais baixos do petróleo e ao fraco crescimento econômico. Os dados mantém o BoJ sob pressão para acelerar um já massivo programa de estímulo.

Nas Bolsas, Os índices acionários da China avançaram nesta sexta-feira, mas registraram modestas perdas na semana, após a cautelosa flexibilização monetária de Pequim esta semana para apoiar uma economia prejudicada por uma prolongada disputa comercial com os Estados Unidos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 0,3%, enquanto o índice de Xangai teve alta de 0,2%. Bolsas europeias operando com sinais mistos.

Nos Estados Unidos, O presidente do Federal Reserve de St. Louis, James Bullard, disse que defendeu um corte de 0,50 ponto percentual na reunião do Fed desta semana por causa de sinais de que a economia dos EUA desacelerará “no horizonte próximo” e de que o setor manufatureiro “já parece em recessão.”

19/09/2019

Bom dia 👀 📊 ativos operando: 🏛 🇺🇸 DÓLAR ⬆ ➕0,57% 💱 🇪🇺 EURO ⬆ ➕0,95% 🗞.

Ibovespa Futuro: +0,70% Ásia: +0,50%
Dow Jones Futuro: +0,17% Europa (Frankfurt): +0,35%

No mercado de câmbio: Dólar abrindo em alta no início dos negócios. O Comitê de mercado aberto do Federal Reserve, o BC americano, ao declinar sobre sua decisão em reduzir o juro do país em 0,25% esclareceu que sua maior preocupação será a de promover o máximo emprego e estabilidade nos preços, indicando que o corte atual seria suficiente para levar a inflação próxima do objetivo de 2%, admitindo que as pressões inflacionárias são reduzidas. O resultado da votação também se diferenciou da última reunião. Naquela oportunidade, foram 8 votos a 2, e nesta, 7 a 3. Mas entre os 3 que votaram contrários ao corte de 0,25%, dois, no caso Esther George e Eric Rosengren optaram pela manutenção do juro. Já James Bullard, gostaria de um corte mais agressivo, no caso de 0,5%. O comunicado afirmou que os investimentos empresariais e as exportações diminuíram. O documento também acrescentou que as incertezas permanecem, e que continuará a agir conforme apropriado, o que deixa claro que não há consenso entre os formuladores de política monetária, isso sem mencionar o fato de que, ao acreditar que o corte atual é suficiente para levar a inflação para a meta de 2%, o que se sugere é que novos cortes em 2019 não devem acontecer, em meio as divisões expostas. Certamente que se os tão comentados “riscos globais em curso” continuarem, o discurso pode mudar, mas a princípio, o BC americano desagrada firmemente a Casa Branca e porque não dizer, boa parte dos mercados que podem entender que o FED ignora os efeitos colaterais que a atual conjuntura prescreve. Uma comunicação mais adequada poderia minimizar os efeitos que sinais mistos, indecisão ou a falta de clareza trazem ao ambiente de negócios, mas, não é de hoje que o FED falha nesse aspecto, portanto, próximos capítulos somente em outubro. Na agenda americana, foram divulgadas a pouco algumas informações. O déficit em conta corrente do país, que mede o fluxo de bens, serviços e investimentos interno e externo, caiu 5,9%, para USD 128 bilhões no segundo trimestre. Já os dados do primeiro trimestre foram revisados para mostrar um déficit de USD 136,2 bilhões, ante USD 130,4 bilhões. O número de pedidos semanais de auxílio desemprego foram a 208 mil na semana encerrada em 14 de setembro, o que confirma que o mercado de trabalho continua apoiando um crescimento moderado da economia. Dados sobre o setor imobiliário do país saem às 11H. No Japão, o BoJ, BC Japonês manteve sua taxa de juro mas indicou que na reunião de outubro poderá expandir estímulos. Na Inglaterra, o BoE, manteve o juro em 0,75% e reiterou que se o país deixar a União Europeia sem um acordo, isso vai impactar no crescimento e preços. E já que o assunto é política monetária, o nosso comitê, o Copom decidiu reduzir o juro em 0,5% dando sinais claros de que deverá repetir a dose na próxima reunião, enquanto aguarda o Senado finalizar a reforma da previdência. Falando em política, enquanto os debates prosseguem no Senado, a Câmara segue trabalhando. Ontem a noite foi aprovado financiamento público eleitoral de R$ 2,5 bilhões, um aumento de quase 50% em relação as eleições de 2018. Rodrigo Maia, enquanto diz analisar uma CPI da Lava Jato, comenta que sobre a CPI da Lava Toga não é o ideal, argumentando sobre a harmonia entre os poderes. E o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra é alvo de operação da Polícia Federal que investiga suspeitas de desvios de recursos públicos na época em que era ministro da integração nacional no governo Dilma Rousseff. O BCB vendeu integralmente seu lote de USD 580 milhões à vista, tal qual swaps reversos. E uma última notícia, diz que a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) derrubou suas previsões para o crescimento global, ao afirmar que a taxa de expansão do PIB mundial sairá de 3,6% para 2,9% este ano.

🏛 🇺🇸 DÓLAR ⬇ INDEX: 0,28% (Comportamento do dólar ante as principais moedas, no exterior).
🏛 🇺🇸 DÓLAR ⬆ FUTURO: 0,50% (Comportamento do Dólar Futuro para o mês de Outubro).

Na agenda interna, O líder do governo do presidente Jair Bolsonaro no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PD), é alvo nesta quinta-feira de uma operação da Polícia Federal que investiga suspeita de desvios de recursos públicos, em uma ação que inclui mandados de busca no gabinete do parlamentar no Congresso. Segundo a Folha, o inquérito apura desvio de dinheiro público de obras na região Nordeste, e os fatos investigados dizem respeito à época em que Bezerra Coelho foi ministro da Integração Nacional no governo da ex-presidente Dilma Rousseff.
A Câmara dos Deputados aprovou na noite de ontem projeto que muda as regras eleitorais e garante financiamento para as eleições de 2020, com previsão de aumento de quase 50% no fundo de financiamento de campanha em relação às eleições de 2018, para mais de 2,5 bilhões de reais.
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou não ter pressa para analisar se autoriza a criação de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar supostas violações cometidas por Moro, quando era juiz da operação Lava Jato, e procuradores da força-tarefa em Curitiba. Ao reafirmar a necessidade de avaliar se há fato determinado bem delimitado no pedido de criação da CPI, o deputado argumentou que o caso precisa ser avaliado com cuidado, para não gerar instabilidade e não interferir na harmonia entre os Poderes. “Qualquer decisão de abrir uma CPI contra outro poder precisa ser muito bem avaliada”, disse Maia a jornalistas. “Por isso eu não tenho pressa, por isso que não é qualquer fato determinado que vai me fazer instalar essa CPI.”O presidente da Câmara comentou ainda a movimentação de senadores encampando a CPI da Lava Toga, com poder de, na opinião dele, desestabilizar o Supremo Tribunal Federal (STF). “O que a gente precisa é de harmonia, de equilíbrio”, defendeu Maia.“Não é uma decisão fácil, não é um fato determinado qualquer, e como eu disse, eu olho sempre para a CPI do Senado, eu sempre olhei aquilo com muita preocupação.”Protocolado com apoio de parlamentares de PDT, PSB, PCdoB e PSOL, o pedido de CPI argumenta que teria havido um “provável conluio” entre autoridades, fato esse que pode ter acarretado “processos corrompidos em termos de violações de garantias fundamentais e à negativa de direitos”.

Na agenda externa, O Banco do Japão (BOJ, na sigla em inglês) manteve a política monetária estável mas sinalizou chance de expandir o estímulo já em sua próxima reunião, em outubro, emitindo um alerta mais forte contra riscos no exterior que ameaçam a economia japonesa, dependente de exportação. O presidente do BOJ, Haruhiko Kuroda, disse que o banco central está mais perto de afrouxar sua política monetária do que na reunião de julho, quando a guerra comercial EUA-China e a desaceleração da demanda no exterior diminuíram as perspectivas de alcance da meta de inflação de 2%. "Estamos mais ansiosos para agir diante dos riscos globais cada vez maiores. Examinaremos minuciosamente a evolução econômica e de preços na reunião do próximo mês para decidir se devemos relaxar (a política monetária)". Como esperado, o BOJ manteve sua meta de taxa de juros de curto prazo em -0,1% e uma promessa de orientar os rendimentos dos títulos de dez anos do governo japonês para em torno de 0% sob sua política de controle da curva de yields. Sinalizando um alarme crescente sobre o aumento dos riscos, o BOJ acrescentou uma frase em sua declaração, a de que estava se tornando necessário prestar "mais atenção" à chance de a economia perder ritmo para cumprir a meta de inflação do BOJ. Vale ressaltar que o BoJ, ao manter por anos sua política monetária ultrabaixa terá de ser criativo diante da pouca munição que ainda possui, e da situação dos bancos do país, afetados pelos reflexos que a política ultrafrouxa gera sobre seus lucros.
O superávit em conta corrente nos 19 países que compartilham o euro aumentou para 20,54 bilhões de euros em julho, ante 18,35 bilhões de euros no mês anterior, mostraram dados do Banco Central Europeu (BCE). Nos 12 meses até julho, o superávit foi de 2,7% do Produto Interno Bruto (PIB) do bloco, abaixo dos 3,3% nos 12 meses até junho, mostraram os dados.
Negociadores comerciais de menor escalão dos Estados Unidos e da China devem retomar as negociações pessoalmente pela primeira vez em quase dois meses, enquanto as duas maiores economias do mundo tentam resolver profundas diferenças políticas e encontrar uma maneira de sair de uma amarga e prolongada guerra comercial. As negociações de quinta e sexta-feira visam estabelecer as bases para conversas de alto nível no início de outubro, que determinarão se os dois países estão trabalhando em busca de uma solução ou se estão buscando tarifas novas e mais altas para os produtos uns dos outros.

Nas Bolsas, Os índices acionários da China fecharam em alta nesta quinta-feira, com um aumento nas apostas do mercado de que Pequim reduzirá uma importante taxa de juros doméstica para ajudar a fortalecer a economia após um corte de taxa pelo Federal Reserve. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 0,4%, enquanto o índice de Xangai teve alta de 0,5%. O Fed cortou a taxa de juros dos Estados Unidos novamente na quarta-feira para ajudar a sustentar uma expansão econômica recorde, mas sinalizou uma barra mais alta para reduções adicionais nos custos de empréstimos. O mercado agora está observando atentamente se e até que ponto a China reduziria sua nova taxa de referência de empréstimos nesta sexta-feira após a mudança do Fed. Bolsas europeias em alta.

Nos Estados Unidos, O cargo do chairman do Federal Reserve, Jerome Powell, está a salvo, disse o presidente dos EUA, Donald Trump, acrescentando que "não estava empolgado" com o banco central dos EUA. "Está a salvo", disse Trump à Fox News, respondendo a uma pergunta sobre o posto ocupado por Powell. A entrevista foi gravada durante viagem do presidente à Califórnia, após a decisão do Fed de reduzir as taxas de juros.

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