Costa & Miranda Corretora de Seguros

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25/01/2018

Brasileiros acreditam que inflação f**ará em 5,4% nos próximos 12 meses
A expectativa mediana dos consumidores brasileiros para a inflação nos 12 meses seguintes ficou em 5,4%, de acordo com levantamento feito neste mês pela Fundação Getulio Vargas (FGV). A taxa é inferior ao 5,8% de dezembro de 2017 e é o menor resultado desde setembro de 2017 (5,2%).

Em relação a janeiro de 2017, houve recuo de 2,5 pontos percentuais, já que, naquele período, a taxa havia f**ado em 7,9%.

De acordo com a FGV, a contínua queda da expectativa de inflação dos consumidores reflete de certa forma a divulgação da inflação de 2017 segundo a inflação oficial, o IPCA, que está em 2,95%, e o IGP-M (-0,52%).

A FGV espera que, nos próximos meses, o indicador de expectativa de inflação apresente um comportamento mais estável, refletindo a trajetória do nível geral de preços da economia.

25/01/2018

Índice fecha acima de 83 mil pontos pela 1ª vez após condenação de Lula no TRF-4
Por Paula Arend Laier / Reuters

24.01.18 7:01 PM

Por Paula Arend Laier

SÃO PAULO (Reuters) - O principal índice de ações da B3 fechou em alta de quase 4 por cento nesta quarta-feira, superando os 83 mil pontos pela primeira vez, após condenação por unanimidade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em segunda instância e continuidade do fluxo de capital estrangeiro para as ações brasileiras.

O Ibovespa subiu 3,72 por cento, a 83.679 pontos, novo recorde de fechamento e na máxima da sessão desta quarta-feira, véspera de feriado na capital paulista, que fechará a Bovespa na quinta-feira. Apenas 4 das 64 ações do índice recuaram (Fibria, Suzano, Cielo e Ambev).

O volume financeiro do pregão somou 15,7 bilhões de reais, bem acima da média diária do ano, de 8,65 bilhões de reais.

Segundo a consultoria Economatica, a bolsa viu seu valor de mercado crescer 39,5 bilhões de dólares nesta quarta-feira. Na véspera, a Bovespa já havia atingido valor de mercado pouco acima de 1 trilhão de dólares.

Apostas no sentido da manutenção da condenação do ex-presidente pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região e o placar de 3x0 confirmando as mesmas no final do pregão deram fôlego às ações, uma vez que o resultado alimenta previsões de que Lula pode f**ar de for a da eleição este ano.

De acordo com o gestor Marcello Paixão, sócio da administradora de recursos Constância NP, o entendimento no mercado é de que o placar de 3x0 anula a chance de Lula em concorrer. "Os advogados de defesa poderão entrar com embargos chamados declaratórios, mas é algo com baixíssima chance de mudar a decisão", disse, citando análises de advogados.

Não se descarta, contudo, que uma série de recursos jurídicos possa arrastar o imbróglio campanha adentro.

"A expectativa dos investidores hoje esteve totalmente relacionada ao julgamento do ex-presidente Lula...mas o fluxo de capital estrangeiro segue aumentando desde a segunda quinzena de dezembro", acrescentou o analista da corretora Terra Investimentos, Régis Chinchila.

Dados até dia 22 de janeiro, mostravam saldo positivo de estrangeiros na Bovespa neste ano de quase 6 bilhões de reais. Tal movimento tem sido guiado pela ampla liquidez global, com recursos migrando para outros emergentes também.

Com base em análise gráf**a, o fechamento do índice acima de 82 mil pontos nesta sessão abre uma nova projeção de alta e alvo na região de 85 mil pontos, afirmou Chinchila.

DESTAQUES

- PETROBRAS PN e PETROBRAS ON subiram 5,7 e 6,4 por cento, respectivamente, cotações máximas desde outubro de 2014, com ações mais expostas ao governo federal, mostrando forte valorização na bolsa. A melhora dos preços do petróleo corroborou o tom positivo.

- BANCO DO BRASIL avançou 7,9 por cento, seguindo o movimento altista de companhias com participação estatal e liderando os ganhos do setor bancário no Ibovespa, que ainda teve como destaque a alta de 5,4 por cento de BRADESCO PN . ITAÚ UNIBANCO PN subiu 4,8 por cento e SANTANDER UNIT ganhou 4,7 por cento.

- ELETROBRAS PNB e ELETROBRAS ON valorizaram-se 9,7 e 7,8 por cento, também contagiadas pelo bom humor na B3 e tendo ainda como pano de fundo o processo de privatização da companhia, embora muitas autoridades e analistas enxerguem um processo difícil de ser concluído em 2018.

- VIA VAREJO UNIT saltou quase 9 por cento, entre as maiores altas do Ibovespa. A rede de móveis e eletrodomésticos começou na véspera a operação de sua primeira loja física digital, introduzindo tecnologias com as quais espera conseguir ganhos de produtividade de 25 a 30 por cento.

- MAGAZINE LUIZA subiu 8 por cento, também embalada pelo viés altista na bolsa brasileira e expectativas positivas para o balanço da companhia ajudando, o que fez zerar as perdas acumuladas pelos papéis em 2018.

- CIELO caiu 0,9 por cento, revertendo ganhos iniciais, em meio a uma notícia da Reuters de que o Banco Central quer teto em taxas cobradas nas compras a débito.

- PAGSEGURO saltava mais de 30 por cento na estreia de suas negociações na bolsa de Nova York no final do pregão em Wall Street. A empresa de meios de pagamento eletrônico controlada pelo portal de Internet Universo Online precificou sua oferta pública inicial (IPO) na véspera, em operação que movimentou cerca de 2,3 bilhões de dólares e foi a maior oferta inicial de empresa brasileira desde abril de 2013.

25/01/2018

Planos de saúde perdem mais de 3 milhões de usuários em 3 anos
Ritmo de queda em 2017 foi menor com melhora da economia, dizem especialistas

por Luciana Casemiro
25/01/2018 4:30

O número de brasileiros com planos de saúde registrou queda pelo terceiro ano consecutivo. Em 2017, 281,6 mil pessoas deixaram de ter acesso à saúde suplementar. Eram 47,3 milhões de beneficiários em dezembro passado ante 47,6 milhões no mesmo mês de 2016, de acordo com dados Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Em três anos, houve redução de 3,1 milhões de usuários. A velocidade dessa retração, no entanto, caiu signif**ativamente. Em 2016, o setor havia registrado perda de 1,6 milhão de consumidores. O resultado, dizem especialistas, é fruto da recuperação da economia brasileira, que deve registrar em 2017 o primeiro resultado positivo — a expectativa é de crescimento de 1% — após dois anos de recuo do PIB (Produto Interno Bruto).

— Quando olhamos os dados mais recentes percebemos uma pequena recuperação, mas no ano o número ainda é negativo, o que está totalmente conectado à situação econômica do país. Esperamos uma recuperação gradual, que dependerá do mercado de trabalho. Vínhamos de uma década de crescimento constante com a melhora da renda e a expansão do acesso da população à saúde suplementar. Estamos num momento de reversão do ciclo — avalia Sandro Leal, superintendente de Regulação da Federação Nacional de Saúde (FenaSaúde).

A recuperação apontada por Leal, pode ser vista quando se compara o número de usuários de novembro aos de dezembro de 2017, quando foi registrado aumento de 108.551 pessoas atendidas pela saúde suplementar.

— A maior queda se deu no primeiro trimestre, quando perdemos cerca de 200 mil beneficiários. De abril em diante vivemos pequenas flutuações, mas o número se manteve mais estável — diz o superintendente da FenaSaúde.

NO RIO, 123 MIL DEIXARAM DE TER PLANO

A Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) aposta que o número de beneficiários do setor será ampliado este ano em até 500 mil pessoas, levando em conta as estimativas atuais feitas pelo Fundo Monetário Internacional e pelo Banco Central de crescimento da economia para 2018 — de 1,9% e de 2,7%, respectivamente. A Abramge reforça o argumento de que o setor é diretamente afetado pelo número de empregos formais. Hoje, os planos empresariais respondem por 66% do número de usuários.

André Braz, economista e professor da FGV, destaca que o plano de saúde tem peso no orçamento da família brasileira comparável ao do aluguel, ambos consomem cerca de 4% da renda.

— E esse percentual pode dobrar, de acordo com a composição da família. Quando há preponderância de idosos, o peso pode chegar a 6%, 7% da renda — estima.

Segundo Braz, a saída de beneficiários da saúde suplementar tem um efeito perverso sobre os usuários que permanecem nos planos:

— Como se trata de um rateio de despesas, é a mesma lógica das escolas. Há um custo fixo que se mantém independentemente de se ter 40 ou 20 alunos em sala. Acontece que, se a divisão é por um número menor de usuários, o custo per capita aumenta — explica o economista. — Os planos de saúde ainda têm um agravante. Diante da redução da renda, as famílias costumam manter no plano aqueles que mais o utilizam: crianças e idosos, o que também pressiona o custo.

O estado com a maior perda de beneficiários em 2017 foi São Paulo, onde 160.226 pessoas deixaram de ser clientes do setor, o equivalente a uma redução de 60%, diz o superintendente da FenaSaúde. O Rio de Janeiro registrou perda de 123.732 usuários no período.

Treze estados, no entanto, registraram aumento no número de usuários no ano passado. A maior alta, em números absolutos, foi registrada em Minas Gerais, com ampliação de 33.350 usuários, seguido por Ceará (32.073) e Santa Cataria (22.043). Em Amazonas, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe também houve aumento na base de clientes do setor.

O segmento de planos odontológicos, por sua vez, não sofreu efeitos da crise e mantém crescimento constante, fechando 2017 com 23,2 milhões de beneficiários, aumento de quase dois milhões de clientes. Só entre novembro e dezembro, teve incremento de 155.962 de usuários.

— É um segmento de risco menor, que não sofre a mesma pressão de custo da área médica, é mais estável — explica Leal.

24/01/2018

Desemprego deve continuar estável no mundo em 2018, diz OIT em relatório
Agência Brasil
23.01.18 - 21h15

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima que o nível de desemprego no mundo deve permanecer estável em 2018, em torno de 5,5%. A projeção está no relatório Perspectivas Sociais e de Emprego no Mundo: Tendências 2018. Em 2019, segundo a entidade, o índice também não deve ter variações signif**ativas.

A perspectiva para este ano representa uma leve oscilação em relação a 2017, quando a taxa de desemprego ficou em 5,6%. Se confirmado, o resultado de 2018 marcará uma interrupção do crescimento do desemprego no mundo nos últimos três anos.

Como a taxa considera também as pessoas entrando no mercado de trabalho, a previsão da OIT é que o número total seja semelhante ao do ano passado, com 192,3 milhões de pessoas à procura de uma ocupação. Em 2019, ele deve sofrer uma leve ampliação, f**ando em 193,6 milhões.

Em 2018, segundo a OIT, 192,3 milhões de pessoas em todo o mundo devem buscar empregoWilson Dias/Arquivo/Agência Brasil

De acordo com o relatório, a manutenção dos indicadores de emprego acompanha a estabilidade do crescimento econômico. Depois da taxa de 3,6% em 2017, a projeção da entidade é que o crescimento da economia termine 2018 em 3,7% e não supere a casa dos 4% nos anos seguintes, com a normalização de um ritmo lento sem grandes estímulos e com os investimentos fixos em um nível moderado.

“O fraco potencial de crescimento está pesando na capacidade econômica global de reduzir os déficits de trabalho decente no médio prazo, notavelmente no tocante à quantidade e qualidade dos trabalhos e à forma como são distribuídos”, avalia a OIT no documento.

Diferença entre países

Apesar da estabilidade no nível de emprego mundial, o relatório aponta preocupação da OIT com o crescimento da diferença no desempenho por recorte geográfico. Nos países desenvolvidos, a taxa de desemprego vem caindo nos últimos seis anos e deve f**ar 0,2% menor em 2018. Já nos países emergentes e em desenvolvimento, a projeção da OIT é que ela cresça nos próximos dois anos.

Nas nações em desenvolvimento, um milhão de pessoas devem ir em busca de colocação no mercado nos anos de 2018 e 2019. Já nos países emergentes, o número de desempregados no mesmo período deve aumentar em 1,6 milhão.

Desigualdades de gênero e idade

A OIT alerta que o esforço para encontrar um trabalho é maior para as mulheres. Em geral, a diferença de participação entre elas e os homens no mercado de trabalho é de 26%. No Norte da África e nos estados árabes, uma trabalhadora tem duas vezes mais chances de estar desempregada do que um trabalhador.

Elas também estão nos empregos mais vulneráveis. Nos países em desenvolvimento, enquanto o índice de mulheres nesses postos é de 82% o de homens f**a em 72%.

A desigualdade se expressa também no recorte por idade. A taxa de desemprego entre os jovens deve f**ar em 13% em 2018, o triplo da prevista para adultos, de 4,3%. Em regiões como o Norte da África esse índice chega a 30%.

Empregos precários

Na avaliação do professor do Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) José Dari Krein, o número de postos de trabalho está sendo mantido com a piora na qualidade dos empregos. “O desemprego não aumentou fortemente porque tem no período recente uma certa pressão pela flexibilização do mercado de trabalho. Isso signif**a diminuir as regras públicas que regulam a relação de emprego e sujeitar as pessoas a uma condição mais vulnerável e menos segura”, argumenta.

Esse movimento se expressa, segundo o professor, em reformas nas leis trabalhistas, como as aprovadas na Espanha em 2012 e no Brasil ano passado. “As reformas trabalhistas tendem a provocar uma situação mais precarizada. O trabalho existente é redividido. A taxa de desemprego pode diminuir um pouco, mas os empregos são vulneráveis. Isso vem ocorrendo em outros países também, como Espanha, Alemanha, Reino Unido e Estados Unidos”.

O relatório da OIT também mostra que, a despeito da estabilização da taxa de desemprego, os postos de trabalhos considerados vulneráveis devem crescer em 2018.

24/01/2018

Executivos apostam no crescimento global
Estadão Conteúdo

23.01.18 7:25 AM

Executivos de todo o mundo apostam em maior crescimento global neste ano e os brasileiros estão entre os mais otimistas, segundo pesquisa da PwC realizada em 85 países. Em um ano a parcela dos brasileiros confiantes em maior prosperidade mundial aumentou de 38% para 80%. A média internacional subiu de 29% para 57%, uma taxa recorde em 21 sondagens anuais.

Os brasileiros apontaram a infraestrutura inadequada como a maior ameaça (91% das respostas) ao crescimento de suas organizações. Excesso de regulação (78%) apareceu em segundo lugar, seguida de carga tributária crescente (76%) e populismo (72%).

Em todo o mundo (e em primeiro lugar no Brasil), a pressão para responsabilizar os líderes por falhas de conduta das organizações apareceu entre as maiores preocupações. Não é, portanto, uma consequência especial da Operação Lava Jato. Em relação às ameaças específ**as do ambiente de negócios, os brasileiros indicaram como principal fator de preocupação a velocidade das mudanças tecnológicas (72%). A alteração de comportamento do consumidor surgiu em segundo lugar (67%) e as ameaças cibernéticas em terceiro ( 59%). Esse foi o item citado com maior frequência por executivos dos Estados Unidos (95%).

O populismo foi o maior perigo indicado pelo conjunto dos latino-americanos (88%). Esse item apareceu em 75% das respostas nos Estados Unidos e em 77% na média mundial. No caso dos americanos, a incerteza geopolítica ficou em primeiro lugar (94%) e o terrorismo, em segundo (92%). Na média mundial, incerteza geopolítica (85%) e regulação excessiva (83%) foram os itens indicados com maior frequência.

Rendimento. Quanto às perspectivas de expansão do rendimento de suas empresas, os brasileiros mostraram-se mais seguros em relação ao médio prazo (três anos): 54% disseram estar muito confiantes. Para o prazo de um ano essa avaliação apareceu em 39% das entrevistas.

A qualif**ação "algo confiantes" foi apontada por 54% dos entrevistados em relação ao prazo mais curto e por 41% no caso de três anos. Para o curto prazo a média mundial dos muito confiantes ficou em 42%. Para o outro, em 45%.

Dois desafios foram claramente destacados por executivos do Brasil e da maior parte dos países. O mais importante na escala global (60%) foi a pressão crescente para entregar resultados em prazos mais curtos. Esse item apareceu em segundo lugar entre os brasileiros (65%), em primeiro entre os americanos (70%) e em primeiro entre os emergentes (71%).

A pressão também crescente para responsabilizar os líderes por malfeitos organizacionais ficou em primeiro lugar no Brasil (67%), em primeiro nos Estados Unidos (empate em 70%) e em segundo entre os emergentes (63%) e na escala global (59%). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

26/07/2017
Após choro e desespero, seguro escolar vira alívio a pais desempregadosPAULO SALDAÑA
22/11/2016

Após choro e desespero, seguro escolar vira alívio a pais desempregados
PAULO SALDAÑA

A irmã Márcia Aparecida Brito, diretora da escola Jesus Maria José, em Santo Amaro, zona sul da capital paulista, conta que, neste ano, chegou a atender cinco famílias na mesma semana em busca de seguro educacional por causa de desemprego. Em 2015, essa quantidade de procura não ocorria nem em um mê...

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