Marcéla Sega Advocacia

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Marcela Duarte Sega Advocacia é um escritório especializado no Direito Tributário, que conta com profissionais altamente qualificados trabalhando especialmente no nicho da Execução Fiscal e da Isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física.

Quem recebe aposentadoria e pensão, duas aposentadorias, reforma e pensão ou ainda valores de previdência privada pode t...
24/08/2026

Quem recebe aposentadoria e pensão, duas aposentadorias, reforma e pensão ou ainda valores de previdência privada pode ter uma dúvida importante:

Se houver direito à isenção do Imposto de Renda por doença grave, ela pode alcançar mais de um desses rendimentos?

A resposta exige olhar para cada um deles separadamente.

Isso porque não basta considerar o valor total que entra na conta todos os meses. 

É preciso identificar de onde vem cada rendimento, qual é a sua natureza e se ele se enquadra na hipótese legal de isenção.

Em uma mesma situação, podem existir fontes pagadoras diferentes e rendimentos que precisam ser analisados individualmente.

Por isso, quando uma pessoa recebe valores de mais de uma fonte, a pergunta não deve ser apenas: “Tenho direito à isenção?”

Também é importante perguntar: 
“Quais dos meus rendimentos podem estar abrangidos por esse direito?”

Essa análise é especialmente relevante para quem acumula diferentes rendimentos, como aposentadoria e pensão, mais de uma aposentadoria, reforma e pensão ou determinados rendimentos de previdência privada.

⚖️ Ter uma doença grave prevista na legislação não significa, por si só, que todo valor recebido estará automaticamente isento. A natureza de cada rendimento e os demais requisitos legais precisam ser considerados.

📌 Se você recebe rendimentos de mais de uma fonte e possui uma doença grave prevista na legislação, vale a pena entender como cada um deles deve ser analisado.

📩 Clique em “Saiba Mais” ou acesse o link da bio para mais informações.

22/08/2026
20/08/2026

“Se eu tiver direito à isenção, alguém vai me avisar?”

Essa é uma expectativa mais comum do que parece.

Mas, quando falamos em isenção do Imposto de Renda por doença grave, não é seguro partir do pressuposto de que alguém necessariamente irá avisar que você pode ter esse direito.

Muitas pessoas convivem durante anos com um diagnóstico e continuam tendo Imposto de Renda descontado sem nunca terem verificado se a própria situação pode se enquadrar na hipótese de isenção prevista em lei.

Por isso, o primeiro passo é conhecer a própria situação e verificar se existem elementos que justifiquem uma análise.

E essa análise não considera apenas o nome da doença.

É preciso compreender, entre outros aspectos, o diagnóstico, o histórico clínico, os rendimentos recebidos e os demais requisitos aplicáveis ao caso.

É nesse momento que a documentação ganha importância.

Exames e relatórios médicos antigos podem ajudar a compreender a evolução do quadro. Comprovantes de rendimentos e documentos relacionados ao benefício ajudam a identificar quais valores estão sendo recebidos e tributados.

Ter esses documentos não significa ter direito à isenção.

Significa ter informações que permitem compreender melhor a situação e verificar se ela pode se enquadrar na hipótese prevista em lei.

⚖️ O direito não aparece sozinho. Conhecer a própria situação é o primeiro passo.

Se você é aposentado, pensionista ou militar inativo, possui uma das doenças previstas na legislação e nunca verificou se a isenção pode se aplicar à sua situação, clique em “Saiba Mais” para mais informações.

18/08/2026

Ter uma doença renal não significa, automaticamente, ter nefropatia grave para fins de isenção do Imposto de Renda. E essa diferença é importante.

A legislação prevê a nefropatia grave entre as doenças relacionadas à isenção, mas o diagnóstico de uma doença nos rins, isoladamente, não permite concluir que esse requisito esteja preenchido. Por isso, a análise precisa ir além do nome da doença.

É necessário compreender o quadro clínico, o comprometimento da função renal e o que exames, laudos e demais documentos médicos demonstram sobre a condição e sua evolução.

E existe também o caminho inverso: pessoas que convivem há anos com uma doença renal relevante podem nunca ter considerado que seu histórico clínico merecesse uma análise sob o ponto de vista jurídico.

Por isso, duas conclusões precipitadas devem ser evitadas:

“Tenho uma doença renal, então tenho direito à isenção.”

ou

“Minha doença não tem o nome de nefropatia grave, então não há nada a analisar.”

Nenhuma dessas respostas deveria ser dada sem compreender o quadro concreto.

⚖️ Quando saúde e Direito se encontram, o diagnóstico é importante — mas a análise não termina nele.

Se você possui uma doença renal e quer entender quais aspectos são considerados na análise da nefropatia grave para fins de isenção do Imposto de Renda, clique em “Saiba Mais”.

Ter uma doença grave prevista em lei não significa que todos os rendimentos recebidos serão isentos de Imposto de Renda....
15/08/2026

Ter uma doença grave prevista em lei não significa que todos os rendimentos recebidos serão isentos de Imposto de Renda.

Para quem é aposentado e continua trabalhando, existe uma pergunta essencial:

De onde vem o rendimento sobre o qual o Imposto de Renda está incidindo?

Isso porque uma mesma pessoa pode receber, no mesmo mês, valores de naturezas diferentes — e eles não necessariamente terão o mesmo tratamento tributário.

Por isso, a análise não deve considerar apenas o diagnóstico ou o valor total recebido.

É importante identificar cada fonte pagadora e compreender a natureza dos rendimentos sobre os quais há incidência do Imposto de Renda.

Esse cuidado evita uma conclusão bastante comum: acreditar que, pela existência de uma doença grave, todos os rendimentos recebidos passam automaticamente a ser isentos.

A pergunta não é apenas “tenho uma doença grave?”

É também: “qual rendimento está sendo tributado?”

Se você é aposentado, possui uma doença grave e continua trabalhando, este é um ponto importante para compreender a tributação dos seus rendimentos.

Salve este conteúdo para consultar depois e compartilhe com alguém que também possa ter essa dúvida.

13/08/2026

Ter uma doença no fígado significa ter direito à isenção do Imposto de Renda?

Essa é uma dúvida que pode surgir para quem recebe um diagnóstico de hepatite, cirrose ou outra doença hepática.

E existe um ponto importante nessa análise: a Lei nº 7.713/1988 prevê a HEPATOPATIA GRAVE entre as hipóteses de isenção.

Por isso, o nome da doença, isoladamente, não determina a existência do direito.

É necessário compreender o quadro clínico, o comprometimento da função hepática e o que a documentação médica demonstra sobre a situação.

Exames, relatórios, prontuários e outros registros podem trazer informações importantes para essa análise.

⚖️ É justamente aqui que está a diferença: ter uma doença hepática e apresentar um quadro que possa ser juridicamente analisado como hepatopatia grave não são, necessariamente, a mesma coisa.

Por isso, cada situação precisa ser avaliada individualmente, considerando os aspectos médicos e os requisitos previstos na legislação.

Por aqui, explico as principais dúvidas sobre a isenção do Imposto de Renda por doença grave e os cuidados que precisam ser observados em cada situação.

Se você é aposentado, pensionista ou militar inativo e possui uma doença hepática, compreender essa diferença pode ser o primeiro passo para saber se a hipótese prevista em lei pode se aplicar à sua situação.

📩 Para mais informações, clique em “Saiba Mais” ou acesse o link da bio.

11/08/2026

Você pesquisou a sua doença no Google e encontrou uma resposta sobre a isenção do Imposto de Renda?

Talvez tenha encontrado um “sim”. Talvez um “não”.

Ou até respostas completamente diferentes para a mesma doença.

E é justamente nesse ponto que é preciso ter cuidado. 

A internet pode ser um excelente ponto de partida para buscar informação. Mas uma resposta genérica nem sempre é suficiente para compreender uma situação individual.

Quando falamos em isenção do Imposto de Renda por doença grave, não é apenas o nome do diagnóstico que precisa ser considerado.

A natureza dos rendimentos, a documentação médica, o histórico clínico e as particularidades de cada situação podem ser relevantes para a análise.

Por isso, a experiência de um conhecido, de um familiar ou até de alguém que contou seu caso nas redes sociais não determina automaticamente a conclusão aplicável à sua situação. Da mesma forma, encontrar na internet que determinada doença “dá” ou “não dá” o direito à isenção não deveria, isoladamente, encerrar a questão.

A informação é um começo. O contexto também importa.
 
Cada situação possui particularidades que precisam ser compreendidas antes de qualquer conclusão.

📩 Se você encontrou informações diferentes sobre a sua doença e quer entender melhor como a legislação trata a isenção do Imposto de Renda por doença grave, clique em “Saiba Mais” ou acesse o link da bio para mais informações.

07/08/2026

Nem todo transtorno psiquiátrico significa alienação mental. Mas isso também não quer dizer que essa possibilidade deva ser descartada automaticamente.

E é justamente aqui que muita gente se confunde.

A expressão “alienação mental” está prevista na Lei nº 7.713/1988 entre as hipóteses relacionadas à isenção do Imposto de Renda por doença grave.

Mas existe um ponto importante: o nome do diagnóstico, sozinho, não é suficiente para concluir se determinada situação se enquadra, ou não, nessa hipótese legal.

Por isso, dois pensamentos podem levar a conclusões precipitadas:
❌ “Tenho um transtorno psiquiátrico, então tenho direito à isenção.”
❌ “Meu diagnóstico não se chama alienação mental, então essa possibilidade está descartada.”
A análise depende das particularidades de cada situação.

O quadro clínico, os documentos médicos, a evolução da doença e outros elementos podem ser relevantes para compreender como aquela situação deve ser analisada sob o ponto de vista jurídico.

Por isso, diante de um diagnóstico psiquiátrico, não é adequado presumir a existência do direito, nem simplesmente afastar essa possibilidade de forma automática.

Se você é aposentado, pensionista ou militar inativo, ou possui um familiar nessa situação, e quer entender melhor como a legislação trata a alienação mental para fins de isenção do Imposto de Renda, clique em “Saiba Mais” ou acesse o link da bio para mais informações.

Informação jurídica também é uma forma de evitar conclusões precipitadas.

Quando o assunto é isenção do Imposto de Renda por doença grave, uma das decisões mais arriscadas é chegar a uma conclus...
05/08/2026

Quando o assunto é isenção do Imposto de Renda por doença grave, uma das decisões mais arriscadas é chegar a uma conclusão antes de conhecer o que a legislação prevê. 

Isso acontece com mais frequência do que parece. 

Há quem deixe de buscar uma análise porque ouviu que determinada doença “não dá direito”. Outras acreditam que o simples diagnóstico seja suficiente para garantir a isenção. E também existem pessoas que desistem após uma resposta negativa, sem compreender quais critérios foram considerados naquela decisão.

Em comum, todas essas situações têm um ponto importante: elas são baseadas em informações incompletas. 

No Direito, respostas seguras dependem da análise do caso concreto. 

Cada situação possui particularidades que precisam ser avaliadas à luz da legislação e da documentação disponível. 

Por isso, antes de concluir que possui — ou que não possui — o direito à isenção do Imposto de Renda, vale a pena compreender como as normas se aplicam ao seu caso. 

Conhecer a legislação não significa criar expectativas. 

Significa tomar decisões com mais segurança, informação e fundamento. 

A informação jurídica de qualidade não serve apenas para resolver problemas. 

Ela também ajuda a evitar decisões precipitadas. 

📩 Se você é aposentado, pensionista ou militar inativo e tem dúvidas sobre a possibilidade de isenção do Imposto de Renda por doença grave, clique no botão “Saiba Mais” ou no link da bio para mais informações. 

04/08/2026

Agosto é o mês de conscientização sobre a Esclerose Múltipla, uma campanha que busca ampliar o conhecimento sobre a doença, incentivar o diagnóstico precoce e combater a desinformação. 

Mas existe um aspecto que também merece atenção: o conhecimento sobre os direitos previstos na legislação. 

Receber o diagnóstico de esclerose múltipla costuma trazer inúmeras mudanças para a rotina, para o tratamento e para o planejamento da vida. 

Em meio a tantas preocupações, é comum que questões relacionadas aos direitos do paciente fiquem em segundo plano. 

É justamente por isso que muitas pessoas passam anos convivendo com descontos de Imposto de Renda sem nunca questionar se essa cobrança realmente deveria continuar acontecendo. 

Na prática, o desconhecimento acaba sendo um dos maiores obstáculos para o exercício de um direito. Por isso, sempre reforço a importância de buscar informação de qualidade. 

Conhecer a legislação não significa que o direito exista automaticamente, mas permite compreender quais requisitos precisam ser preenchidos e em quais situações uma análise jurídica é recomendada. 

💛 Neste mês de conscientização sobre a Esclerose Múltipla, além de falar sobre saúde, também vale lembrar que conhecer os direitos previstos na legislação também faz parte do cuidado com a qualidade de vida. 

⚖️ A informação é o primeiro passo para compreender os direitos aplicáveis a cada situação. 

📩 Se você é aposentado, pensionista ou militar inativo e possui diagnóstico de esclerose múltipla, clique no botão “Saiba Mais” ou no link da bio para entender como a legislação pode se aplicar ao seu caso. 

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