26/11/2025
A principal ferramenta do gestor financeiro de empresas é o DFC, o Demonstrativo do Fluxo de Caixa.
Com ele, é possível ter o domínio da situação financeira da empresa de qualquer setor e de qualquer porte.
Contudo, o que se observa é que as empresas não dispõem de um DFC adequado para extrair os dados para analisar o desempenho financeiro do negócio.
Como consequência, perda de dinheiro, falência ou a empresa não cresce como poderia crescer.
O DFC deve ser estruturado por Grupos, Contas e Subcontas em ordem hierárquica de aglutinação.
Os grupos são: OPERACIONAIS, INVESTIMENTOS e FINANCIAMENTOS. O grupo Operacionais são as entradas e saídas de caixa referentes à atividade principal da empresa, é o que faz a empresa crescer ou sofrer.
O grupo de Investimentos são as movimentações preponderantemente de saídas, mas não que não dizem respeito à atividade principal.
O grupo de Financiamentos são preponderantemente de entras e que não se referem à atividade principal.
O DFC pode também ser filtrado por unidade/projeto/contrato. Se a empresa possuir lojas em diferentes regiões, poderá nomear cada uma como unidade, se for uma empresa de prestação de serviço, poderá estabelecer os projetos e se for uma indústria, por exemplo, poderá classificar cada encomenda como um contrato.
Dessa forma, a empresa saberá qual o resultado de cada uma e sua contribuição no todo.
É importante também que se estabeleça os fundos, que são cada uma das contas bancárias, das aplicações em fundos, de CDB e outras modalidades. Havendo a segregação por fundo, a empresa terá mais controle sobre o registro dos fluxos e portanto mais segurança.
Há mais sobre o DFC no:
- Livro Gestão Financeira por Fluxo de Caixa (https://abrir.link/ThRRR); e
- Curso online (https://go.hotmart.com/S9301547P).
Confira lá.