Seu veículo em boas mãos

Seu veículo em boas mãos Faça a proteção total do seu carro ou moto e não pague franquia em caso de acidente com terceiro Condições especiais para motoristas de aplicativo

26/08/2021

Agora você pode proteger mais por menos. Plano de proteção total para veículo com preço de plano básico.
Essa é a proteção ideal para você que dirige por aplicativo.

21/07/2021

Sinta-se protegido.
Condições especiais para motoristas de aplicativo.

 ̧ãoveicular
28/02/2021

̧ãoveicular

Apesar de estar em vigor desde 2016, a lei exige que os motoristas de categorias C, D e E, ao renovar ou obter a carteir...
27/02/2021

Apesar de estar em vigor desde 2016, a lei exige que os motoristas de categorias C, D e E, ao renovar ou obter a carteira de motorista (CNH), façam o exame toxicológico.

Para você ter noção, durante o ano são emitidas em média mais de 2 milhões de CNH’s em todo o Brasil, dentre essas, estão incluídos os casos de alteração de categoria da CNH, segundo o DENATRAN – Departamento Nacional de Trânsito.

O motorista que tem interesse em subir da categoria B para a categoria C, se depara, então com a obrigatoriedade de cumprir uma importantíssima etapa adicional para conseguir emitir sua CNH: o exame toxicológico.

Mas se você também tem dúvida sobre como funciona o exame toxicológico para CNH, saiba que não há segredos ou mesmo um preparo específico. O exame não é invasivo e não causa nenhum tipo de desconforto ao motorista.

Para que fique mais clara a etapa na qual é realizado o exame toxicológico, vamos explicar o passo a passo do processo de renovação das CNHs pertencentes as categorias C, D e E.

Uma solução caseira bastante simples e eficiente para limpar os bancos pode ser um litro de água, meio copo de vinagre d...
27/02/2021

Uma solução caseira bastante simples e eficiente para limpar os bancos pode ser um litro de água, meio copo de vinagre de álcool, uma colher de sopa de bicarbonato de sódio, ¼ de copo de álcool e uma colher de sopa de amaciante. Coloque os ingredientes em um recipiente e misture e coloque o produto em um borrifador. Aplique o produto caseiro nos bancos e no teto também, use uma esponja macia para esfregar tirando aquele cheiro desagradável de alimentos ou até mesmo de cigarro, e ao mesmo tempo deixando tudo limpo.

Embora haja uma crença popular de que há economia de combustível com essa prática, esse é um mito que traz riscos a...
27/02/2021

Embora haja uma crença popular de que há economia de combustível com essa prática, esse é um mito que traz riscos ao motorista e a todos à sua volta, já que quando conduzimos o veículo em ponto morto, a comunicação entre a roda e o motor f**a parada, diminuindo o controle sobre a direção.

Ao contrário do que se acredita, essa prática pode consumir mais combustível ainda. Isso acontece porque quando o carro está em ponto morto, o sistema “cut-off” entende que há necessidade de mais combustível na aceleração do carro. Mesmo que o carro esteja em movimento, a injeção eletrônica indica ao computador do veículo que há necessidade de envio de combustível, independentemente do ponto morto.

Se a intenção é economizar, o mais indicado é não utilizar esse método: conduzir o veículo “na banguela” é uma infração de trânsito grave e pode custar 4 pontos e R$85 na carteira do motorista.

Dirigir sob a influência de álcool ou de qualquer substância psicoativa que determine dependência é infração grav...
27/02/2021

Dirigir sob a influência de álcool ou de qualquer substância psicoativa que determine dependência é infração gravíssima prevista no CTB, prevê multa de R$ 2.934,70 e a suspensão do direito de dirigir durante um ano (art. 165 do CTB). Mas o que acontece caso o condutor se recuse a fazer o teste do bafômetro (etilômetro)?

Há uma ferrenha discussão em relação a este tema. Inicialmente a disposição do terceiro parágrafo do artigo 277 do CTB implica que as penalidades aplicadas àquele que se recusar ao teste do bafômetro devem ser as mesmas sofridas pelo condutor que está dirigindo sob o efeito do álcool. Depois a inclusão do art. 165-A no CTB dispôs o mesmo.

Ou seja, recusar o bafômetro teria a mesma multa, e a mesma suspensão de 12 meses da CNH do que aquele que dirige embriagado. A jurisprudência sobre o tema, no entanto, é dividida. A resolução 432 do CONTRAN, por exemplo, determina que o bafômetro (etilômetro) é apenas uma das formas para se comprovar que o condutor está sob a influência do álcool e uma vez que se ele se recuse ao teste, o agente deveria usar outras formas para confirmar a embriaguez do condutor.

Como por exemplo o Termo de Comprovação de Alteração de Sinais Psicomotores, um formulário com diversas perguntas que o agente deve responder sobre a condição do condutor no momento da abordagem. Caso o condutor apresente um conjunto de sinais que indique a influência de álcool, ele poderia, ou deveria, ser autuado.

27/02/2021

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Belo Horizonte, MG

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