Izabela Silva

Izabela Silva Nossa empresa foi fundada com o propósito de te mostrar a estratégia que já fez diversas pessoas acer

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19/10/2021

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18/10/2021

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17/10/2021

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Diminua os gastosOs valores desnecessários devem ser revistos. Gastos supérfluos precisam ser eliminados ou reduzidos, p...
16/10/2021

Diminua os gastos
Os valores desnecessários devem ser revistos. Gastos supérfluos precisam ser eliminados ou reduzidos, porque essa é a chave para uma vida financeira saudável. Para isso, é preciso de disciplina.
Por meio dela, você ajusta seu modelo de vida ao seu orçamento. Mais do que isso, garante que todas as etapas realizadas até aqui serão efetivadas. Com o tempo, as dívidas estarão pagas, e você poderá criar uma reserva de emergência.
A ideia, com isso, é simples: ter uma quantia guardada para usar em caso de imprevistos. Isso pode ocorrer ao perder o emprego, ter uma queda brusca na renda, precisar de um tratamento de saúde ou fazer uma viagem inesperada.
Essa reserva de emergência depende da forma como você trabalha. A média é de seis meses de salário. Então, se você ganha R$3.000,00, deve ter R$18.000,00 guardados. No entanto, essa quantia pode ser menor ou maior.
Caso seja um servidor público, que tem mais estabilidade no trabalho, essa equivalência pode ser de três meses. Ou seja, em vez dos R$18.000,00, poderia ter R$9.000,00. Por outro lado, se atuar como autônomo ou empresário, aumente o prazo para nove meses. Assim, de R$18.000,00, passe para R$27.000,00.
Essa dica financeira vai garantir sua preparação para qualquer situação que apareça na sua vida. Além disso, é fundamental para essa reserva de emergência que você se acostume a poupar, pelo menos, 10% da sua renda. Se puder economizar mais, melhor.

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16/10/2021

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O que você está fazendo para aumentar sua renda e diminuir suas despesas?
16/10/2021

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16/10/2021

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5 Dicas para uma boa Saúde Financeira e Mental
16/10/2021

5 Dicas para uma boa Saúde Financeira e Mental

Faça um planejamento financeiroO primeiro passo é deixar as desculpas e a preguiça de lado. Você deve encarar sua situaç...
16/10/2021

Faça um planejamento financeiro
O primeiro passo é deixar as desculpas e a preguiça de lado. Você deve encarar sua situação com seriedade. Para isso, faça um diagnóstico preciso e planeje suas finanças. Primeiro, mapeie gastos e ganhos, o que pode ser feito ao anotar todos os valores em um papel e analisar os resultados.
Se necessário, faça esse processo por um mês, para ter certeza dos dados. Pode parecer desnecessário, mas uma pesquisa mostra que 41% dos brasileiros têm poucas informações sobre suas contas básicas. Além do mais, 59% desconhecem os valores de produtos e serviços comprados no crédito, e 38% dos inadimplentes vivem fora do seu padrão de renda.
Então, o que fazer para planejar sua vida financeira? Algumas dicas importantes são:
ajuste seu padrão de vida ao seu orçamento;
conheça todos os gastos e acompanhe a movimentação do dinheiro na sua conta bancária;
compre somente o necessário — use a ideia do consumo consciente e evite o desperdício. É isso que algumas das pessoas mais ricas do mundo fazem;
economize sempre — compare preços, evite comer fora de casa e lembre-se da regra do Julius, de "Todo Mundo Odeia o Chris": "Se eu não comprar nada, o desconto é maior";
faça seu dinheiro render — depois de pagar todas as suas dívidas, aplique em investimentos e na compra de bens.
Todo esse processo precisa ser feito em alguma planilha ou aplicativo financeiro. Liste todos os dados e analise a situação atual. Aproveite e coloque os valores dos próximos meses que já estão empregados, por exemplo, no caso do crédito consignado. Assim, você já sabe que, naquele período, o salário recebido será menor.
Também categorize os gastos. Divida-os, por exemplo, em moradia, transporte, educação, alimentação, lazer etc. Essa é a maneira mais eficiente de entender como estão os valores supérfluos, para reduzi-los ou eliminá-los.
Aqui, é importante lembrar que não há regra clara. Tudo depende do que tem mais valor para você. Por exemplo, para uma pessoa, a TV a cabo pode ser dispensável. Para outra, não. Por esse motivo, a análise do seu orçamento precisa ser individual.
A partir disso, vale a pena estabelecer percentuais de gastos. Uma forma de fazer isso é com a ajuda de alguma metodologia específ**a, como a 50-15-35. Ela prevê a divisão da sua renda da seguinte forma:
50% para gastos essenciais: são aqueles necessários para se manter no dia a dia. Por exemplo: moradia, saúde, educação, alimentação e transporte;
15% para prioridades financeiras: se você tem dívidas, esse percentual deve ser usado para quitá-las. Caso contrário, pode construir sua reserva de emergência e começar a investir;
35% para manter seu estilo de vida: para entretenimento, lazer e outros gastos importantes para você, como TV a cabo, salão de beleza, bares e baladas, academia e compras.
O objetivo dessa e de outras metodologias é permitir que você gaste de forma consciente. Assim, não precisa deixar seus hábitos de lado. Você apenas dará preferência para o controle do orçamento. Com isso, aplicar essa dica financeira se torna muito mais fácil.

6 Dicas para diminuir custos!
16/10/2021

6 Dicas para diminuir custos!

Confira 6 dicas de como usar cartão de crédito com tranquilidadeUm recurso que facilita a vida das pessoas é o cartão de...
16/10/2021

Confira 6 dicas de como usar cartão de crédito com tranquilidade
Um recurso que facilita a vida das pessoas é o cartão de crédito. Hoje, ele é um dos meios de pagamento mais importantes e o responsável pela maioria das compras online, que não param de crescer. Só que, infelizmente, é algo que acaba sendo muito visado para fraudes e golpes. Por isso, precisamos saber como usar cartão de crédito de um jeito seguro.
E pensando nas finanças pessoais, pagar no cartão pode ser bastante simples e prático, mas exige cuidados para que as compras sejam não só seguras, mas bem planejadas. Tanto nas lojas físicas quanto nas virtuais, algumas boas práticas ajudam a diminuir a chance de prejuízos.
Que tal aprender sobre como se proteger usando o cartão? Este conteúdo traz boas dicas que preparamos para você tirar o melhor proveito desse tipo de pagamento. Anote aí e coloque em prática!
1. Não compre de sites desconhecidos
É preciso ter muito cuidado falamos das transações com o cartão de crédito pela internet. Desconfie de sites desconhecidos, principalmente quando a compra for de alto valor. Suas informações pessoais poderão ser compartilhadas e disponíveis para usos de má fé se o site não for de total confiança.
O melhor caminho é analisar postagens de outros usuários sobre compras realizadas no site ou pesquisar no Google se a loja de e-commerce é confiável. Procure por comércios online que sejam reconhecidos no mercado e que sejam bem avaliados pelos clientes. Cheque a veracidade da plataforma e nunca compre só por impulso, pois isso pode se tornar um grande problema no futuro.
Saber como usar cartão de crédito é uma forma de sempre evitar anúncios chamativos que possam ser maliciosos na internet. Nem tudo que parece ser bom é seguro e confiável. Antes de arriscar realizar uma compra e enviar suas informações pessoais e financeiras, estude tudo muito bem e, assim, fuja de armadilhas.
Além disso, utilize uma conexão HTTPS na URL. Ou seja, acesse endereços com um ícone de cadeado ou outro modelo de certif**ado de segurança digital.
2. Tenha apenas um cartão de crédito
Para saber como usar cartão de crédito, você deve centralizar seus gastos em apenas um. Contar com diferentes opções dá uma sensação de que você tem mais dinheiro, e isso pode dificultar o seu controle financeiro ao longo do tempo.
Imagine que, em um cartão, o seu limite é de 1 mil reais e que, em outro, esse limite chega a 4 mil reais. A soma de tudo isso pode ultrapassar os seus ganhos mensais, o que não é nada saudável para a saúde financeira.
Se for necessário ter um cartão de crédito extra ou solicitar outro, opte por um que não cobre anuidade e centralize seus gastos. Por exemplo, você poderia utilizar um deles para pagar boletos e outro somente para as compras do dia a dia.
3. Não clique em links remetidos por fontes desconhecidas
Um método muito usado em golpes é enviar e-mails exigindo que o usuário clique em links para ser redirecionado para um determinado site. geralmente, pessoas maliciosas utilizam simulações de e-mail para se passar por instituições bancárias, empresas populares e órgãos governamentais a fim de conseguir a confiança do usuário.
Sendo assim, somente clique em links enviados por e-mails quando você tiver solicitado na plataforma oficial determinado suporte. Além disso, dê preferência em entrar na plataforma oficial e sane suas dúvidas relacionadas ao funcionamento de como se deve proceder com a solicitação ou procedimento.
4. Evite pagar somente o mínimo
Uma das grandes dicas de como usar cartão de crédito é evitar ao máximo pagar apenas o valor mínimo da fatura. Em longo prazo, é uma prática que pode se tornar um pesadelo para as finanças. Afinal, o cartão é uma das categorias mais custosas de financiamento, f**ando atrás somente das financeiras, sabia?
Dessa forma, não faça pagamento de valor mínimo do seu cartão. Para quem já se encontra em dívidas, o melhor mesmo é procurar por formas mais baratas de sair do ciclo de endividamento. Se você tiver problemas para lidar com o valor total de sua fatura, é mais aconselhável tomar um empréstimo no crédito pessoal, pagar sua dívida à vista e parcelar essa nova conta, uma vez que os juros são, em tese, bem menores.
Tenha mente que, na verdade, a melhor forma de evitar tudo isso é montar um planejamento financeiro antes de sair comprando produtos ou serviços com cartão de crédito, ok?
5. Cancele seu cartão sempre que desconfiar
Caso houver alguma desconfiança de que alguém possa ter acesso aos seus dados bancários, a melhor ação a se tomar é entrar em contato com o seu banco rapidamente. Essa é uma situação de quem perdeu seu cartão, clicou em links duvidosos ou respondeu e-mails que pediam informações pessoais, por exemplo.
Mesmo que você tenha sito vítima desse tipo de situação, é possível evitar maiores contratempos ao falar com um atendente responsável pelo cancelamento do cartão. Feito isso, é preciso apenas solicitar um novo cartão e ter a cautela de não repetir esse mesmo erro novamente.
6. Faça um planejamento financeiro
Um dos meios mais recomendados para evitar problemas com o seu cartão de crédito é colocar em prática um planejamento financeiro eficiente. E o recomendado é fazer isso antes mesmo de utilizar o cartão.
Agindo assim, dá para se programar e saber qual será o momento certo de gastar no cartão. Principalmente para ter certeza de que o seu capital é suficiente e garantirá que você conseguirá pagar o valor total da fatura na data do vencimento.
Um bom planejamento financeiro também dribla o uso desnecessário do cartão. E o resultado disso? Menos gasto de dinheiro com produtos ou serviços supérfluos. Para as despesas do cotidiano, opte por comprar sempre com dinheiro: ver o valor saindo do bolso ajuda a refletir sobre se é mesmo preciso realizar uma compra ou não.
Saber como usar cartão de crédito faz toda a diferença para manter a sua saúde financeira. Siga as orientações que a gente mostrou aqui e elabore um planejamento financeiro que permita que você esteja preparado para qualquer imprevisto e fique com as contas no azul!
E aí, gostou das dicas?

5 efeitos perigosos das dívidas na saúde física e mental!Se no fim do mês não há dinheiro suficiente para quitar dívidas...
16/10/2021

5 efeitos perigosos das dívidas na saúde física e mental!
Se no fim do mês não há dinheiro suficiente para quitar dívidas ou pagar contas, a preocupação toma conta da rotina. E se ela é recorrente, a sua saúde física e mental pode ser prejudicada. De acordo com uma pesquisa de 2017 do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), 69% dos inadimplentes sofrem com ansiedade quando enfrentam essa realidade.
Nem todo mundo consegue reunir forças para se organizar financeiramente e conservar a qualidade de vida. Segundo o levantamento, pelo menos 16,8% das pessoas que não consegue pagar contas descontam a ansiedade em algum vício, como a comida, a bebida ou o cigarro. Mas com alguns cuidados e novos hábitos, é possível dar a volta por cima mais facilmente.
Essas constatações são muito graves, e agora que você já conhece um pouco mais a respeito delas, que tal entender melhor sobre o assunto? Conheça 5 efeitos perigosos das dívidas para nosso bem-estar e saiba o que fazer para não entrar para as estatísticas!
Quais são os efeitos das dívidas na saúde física e mental?
Os efeitos das dívidas na saúde física e mental são variados. Nem sempre eles aparecem sozinhos, e é comum que uma pessoa lide com mais de um ao mesmo tempo. Agora, vamos mostrar os 5 principais casos, para você f**ar de olho!
1. Insônia
Cerca de 54,8 milhões de brasileiros não conseguem dormir bem por causa do endividamento, conforme mostra uma pesquisa do Instituto Locomotiva em parceria com a Negocia Fácil, um serviço de cobrança digital. Você se encaixa nessa estimativa?
A insônia acarreta inúmeros outros problemas e complicações de saúde. Para muito além do estresse e da mente que nunca descansa pensando nas dívidas, esse distúrbio do sono causa estafa, fadiga, mal-estar, dores de cabeça fortes, ardência nos olhos e até mesmo obesidade.
A falta de concentração e o cansaço excessivo do corpo e do cérebro ainda prejudicam, e muito, a produtividade. Em especial no trabalho, afinal, a pouca confiança na vida financeira pode se tornar um preocupação grande a ponto de diminuir o foco e a energia.
2. Ansiedade
A ansiedade não está atrelada somente ao estresse de pensar em como resolver os problemas financeiros. Há quem passe a aderir a outras práticas prejudiciais para tentar suprir esse incômodo. Os resultados de um levantamento nacional de 2016, feito pelo SPC e pela CND, mostrou que quatro em cada dez consumidores inadimplentes têm o hábito de fazer compras por impulso, inclusive quando reconhecem o cenário desfavorável em que se encontram.
O que faz com que tudo piore e a ansiedade continue em alta. Para completar, há ainda o medo frequente de que seja tarde demais para buscar uma solução, o que gera atrasos nas tomadas de decisão e pode agravar novamente as finanças.
3. Baixa autoestima
A partir do momento em que fazem parte da lista de devedores, ainda segundo o levantamento do SPC e da CNDL, 6 em cada 10 inadimplentes f**am com a autoestima baixa. Isso porque se sentem incapazes de lidar com a situação financeira e, por consequência, preferem se isolar socialmente.
A vergonha de contar para a família sobre sua condição também interfere na questão. Responsáveis pelo sustento dos parentes, principalmente, costumam carregar uma carga ainda mais pesada nesse quesito, uma vez que a situação financeira está diretamente ligada ao bem-estar de outras pessoas.
4. Depressão
Quem não consegue lidar com as dívidas f**a constantemente sob pressão e estresse. E isso pode desencadear a depressão, especialmente em pessoas com predisposição genética. O que é muito preocupante, porque uma em cada cinco pessoas já enfrentou, enfrenta, ou ainda enfrentará um quadro da doença em algum momento da vida.
Não é difícil relacionar o efeito que as dívidas têm em um indivíduo depressivo. Afinal, ele convive todos os dias com a angústia das cobranças, a ansiedade para saber como solucionar a questão e a realidade financeira que já não vai muito bem.
Diante disso, é normal que ele se sinta mal-humorado, desmotivado e pessimista. A apatia para com o mundo exterior, se convertida em uma situação aguda, começa pelas dívidas, mas pode afetar todas as outras prioridades de vida.
5. Gastrite
Procurar co***lo em vícios alimentares, no tabagismo e no alcoolismo é o que intensif**a os números de endividados que desenvolvem gastrite. Como não se hidratam e nem se alimentam corretamente, priorizando apenas o consumo desses produtos que fazem mal para a saúde, as células gástricas do organismo são rapidamente destruídas.
A depender do caso, há ainda aquela parcela de indivíduos que depende de medicamentos, seja para depressão, ou para outras causas associadas ao endividamento. Quanto maior e mais constante o consumo, maior é a inflamação das partes internas do organismo.
Como atuar para melhorar esses sintomas e levar uma vida financeira mais tranquila?
Para que você fuja do efeito “bola de neve” e possa cuidar melhor de sua saúde física e mental, organizar a sua vida financeira deve ser prioridade. Mas fique tranquilo, porque não é preciso se desesperar para simplesmente quitar todas as dívidas de uma única vez. Pelo contrário, é muito importante ter calma para fazer renegociações inteligentes e favoráveis para seu bolso.
É possível, por exemplo, pedir juros menores ou ainda conversar a respeito de um parcelamento. É claro que, com dinheiro à vista disponível, f**a mais fácil conseguir condições interessantes. Entretanto, quando isso não é possível, vale a pena verif**ar as reais possibilidades e ser muito sincero na hora de negociar e conversar. Nunca assuma uma responsabilidade maior do que a que você pode no momento, para que as dívidas não voltem a acontecer.
Depois, assim que você estiver com tudo em ordem, invista em dicas de educação financeira para se reestabelecer. Aprenda a poupar, a economizar e a fazer investimentos que realmente tragam um bom retorno.
Com essas boas práticas, você f**a livre do endividamento e se policia para manter um planejamento mensal que garante o melhor controle de gastos e contas. E ainda prioriza a sua saúde física e mental, o que é mais importante! Se você quiser garantir seu bem-estar, pode contar com a gente: a em Dia proporciona geração de acordo de dívidas, com descontos e de forma 100% digital, com o acompanhamento do acordo e das parcelas.

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Belo Horizonte, MG

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