Antero Consultoria & Assessoria

Antero Consultoria & Assessoria Uma organização voltada para Assessoria e Consultoria Financeira localizada na cidade de Beberibe - Ceará
85 99852-2344

Consultoria & Assessoria Financeira e de Gestão Inteligentes.

Práticas para usar o conceito de foco no cliente em sua empresa.Lembre-se: conhecer seu cliente profundamente para resol...
30/08/2019

Práticas para usar o conceito de foco no cliente em sua empresa.
Lembre-se: conhecer seu cliente profundamente para resolver seus problemas e atender suas necessidades é a estratégia por trás destas 7 ações táticas:
1- Pense como o dono do armazém da cidadezinha do interior
O dono do armazém sabe o nome de todos os seus clientes, onde moram, quais suas dificuldades e os produtos ou serviços que mais valorizam e necessitam.
Além disso, ele sempre faz um telefonema para se certificar se as entregas chegaram em dia, se estava tudo em ordem e se o cliente precisa de mais alguma coisa.
Ele se antecipa e surpreende o cliente fazendo ofertas quando se aproxima o aniversário de um filho ou quando sabe que é época de colher o que quer que seja que o cliente planta.
Transporte este comportamento para o mundo corporativo e foque no relacionamento com o cliente.
É claro, você tem muito mais clientes que o dono do armazém, a única saída para fazer seu cliente sentir que você o conhece e se preocupa com ele é com ajuda da tecnologia.
2- Construa uma cultura de relacionamento com clientes
Esta é a principal providência que deve ser tomada para que seus colaboradores aceitem o conceito de foco no cliente e a importância de atender suas necessidades.
Para isso, não basta escrever uma “missão da empresa” bonita e inspiradora, falando em atender o cliente em primeiro lugar, e colocar em uma placa na parede.
É preciso que todos na empresa entendam que estão ali para servir o cliente, não apenas os vendedores ou o pessoal do suporte, mas que todos estão lá para entregar a melhor experiência para os clientes, esforçando-se ao máximo, não importa se trabalham na contabilidade ou no almoxarifado, todas as atividades devem ser desempenhadas pensando no cliente.
3- Estimule a troca de informação e o compartilhamento de experiências
Incentive conversas entre vendedores depois que fecharam um grande uma venda, da mesma forma, quando perderam um bom cliente para a concorrência.
Faça uma reunião formal, sem “caça às bruxas” nem “jogação de confete”, mas procurando entender o que aconteceu de certo e de errado, com o objetivo de evitar as falhas e repetir os acertos no futuro.
Crie o hábito de gerar aprendizado depois de vitórias ou derrotas.
Não tire os olhos do seu cliente
4- Faça pesquisas de satisfação do cliente online
Saber exatamente o que o cliente está achando da maneira como sua empresa se relaciona com ele é fundamental para desenvolver melhorias no atendimento ao cliente.
Pesquisas do tipo NPS Score (é uma métrica que busca medir a satisfação e lealdade dos clientes no pós venda), são fáceis de fazer e podem ser gratuitas, bastando usar ferramentas de pesquisa online como Typetorm, Google Forms ou MindMiners.
Com base no feedback de seus clientes, implementar ações para melhorar o atendimento será muito mais ágil e assertivo.
5- Contrate o perfil de vendedor correto
Alguns vendedores sabem se vender muito bem, mas na hora de vender para o seu cliente, parece que a coisa muda.
É muito importante detectar desde o momento da seleção se você está contratando um “tirador de pedidos”, um “empurrador de vendas” ou um “consultor de vendas”.
É fundamental ter uma equipe que saiba como fazer vendas consultivas.
Nem sempre vai aparecer um vendedor pronto para isso, já lapidado, mas perceba seu potencial e trate de treiná-lo.
6- Treine, capacite é forneça o material necessário para sua equipe trabalhar
Além de providenciar softwares e outros equipamentos para que sua equipe comercial trabalhe com mais assertividade e agilidade, treinamento é fundamental.
Fazer workshops e dar palestras, praticar coaching de vendas, trazer novas metodologias e técnicas de vendas, compartilhar artigos, tudo isso ajuda a formar seu vendedores.
Se não é o momento de investir em um treinamento formal, existem maneiras alternativas de fazer isso, mas, o ideal, é capacitar sempre.
Capacite sua equipe para proporcionar o melhor atendimento aos clientes
7- Seja o exemplo
Por fim, seja você um empreendedor ou um líder de equipe, se não praticar o conceito de foco no cliente e demonstrar isso por meio de ações concretas, nunca conseguirá implantar uma cultura direcionada a atender as necessidades do cliente em sua empresa.
Quer saber ainda mais sobre o conceito de foco no cliente? Entre em contato com o nosso consultor.

GESTÃO FINANCEIRARESUMOO presente estudo trata acerca do assunto Gestão Financeira, e tem por finalidade mostrar a impor...
14/07/2019

GESTÃO FINANCEIRA

RESUMO

O presente estudo trata acerca do assunto Gestão Financeira, e tem por finalidade mostrar a importância de um administrador financeiro em uma empresa, fornecendo a este subsidio no que se refere a melhor administração financeira, através de análises e teorias, pois atualmente as empresas de um modo geral vêm sofrendo dificuldades por não possuírem total conhecimento de sua real situação financeira.
Isso só acontece devido à falta de controle interno de profissionais qualificados e habilitados para fazerem um planejamento adequado. Neste trabalho foram explorados alguns conceitos relacionados ao tema, mostrando de forma simples e objetiva a importância do administrador ter um controle eficiente dos recursos financeiros da empresa, de forma a garantir a estabilidade das operações da organização e por outro lado a rentabilidade. Abordou-se a gestão financeira como um instrumento de apoio á tomada de decisões, examinando de forma ampla algumas etapas do processo financeiro, apontando também conceitos e objetivos da administração financeira e do administrador financeiro, seu papel e suas áreas de atuação dentro da empresa.

Palavras-Chave: Gestão, Financeira, controle, decisão, administrador.

INTRODUÇÃO

Vem sendo comprovado através do tempo que a sociedade depende de registros contábeis e econômico-financeiro para obter bons desempenhos quer no campo governamental, empresarial ou mesmo familiar. Hoje esses conceitos são fortes aliados aos gestores financeiros, fornecendo aos mesmos relatórios que podem ser analisados e a partir daí diagnosticar a situação financeira da empresa.

A Gestão Financeira é fundamental para que as empresas sejam bem sucedidas e sustentáveis buscando a perpetuidade, essa gestão concentra-se sobre o estudo das decisões financeiras assumidas na empresa: assim sendo antes de nos debruçarmos sobre o conceito de gestão financeira, importa claramente a definição da própria empresa, A empresa é um agrupamento humano hierarquizado, que mobiliza meios humanos, materiais e financeiros para extrair, transformar, transportar e distribuir produtos ou prestar serviços e que atendendo a objetivos definidos por uma direção (pessoal ou colegial), faz interferir-nos diversos escalões hierárquicos as motivações do lucro e da utilidade social.

Esta definição de empresa é uma dentre as mais conhecidas.

Um dos focos principais desse estudo é abordar a Gestão financeira, suas formas, seu papel e suas áreas de decisões dentro de uma empresa.
O vasto conhecimento dessas funções, papéis e objetivos, áreas de atuação é de suma importância e quem responde por tudo isso na organização é o gestor financeiro. Cabe a esse profissional a responsabilidade de conhecer o mundo das finanças, pois ele utilizará esses instrumentos para a sua tomada de decisão, bem como a melhor distribuição dos recursos da empresa. Um dos objetivos fundamentais da gestão financeira é a estabilidade, no sentido de não afetação do ciclo produtivo por falta de pagamento e assegurar a capacidade de desenvolvimento, veremos no decorrer deste trabalho que o gestor financeiro conta com o apoio de recursos que desde que utilizados de forma correta e organizada servem de ferramentas de análise dos índices da situação financeira da empresa, permitindo assim ao administrador estar em condições de tomar decisões corretas no momento correto, para que dessa forma consiga atingir sua meta principal que é de alavancar a organização.

Sabendo que gestão financeira é o processo de obtenção de recursos financeiros que possibilitam a empresa atingir e manter o seu nível de atividade desejada, teremos logo a seguir neste estudo uma descrição acerca dos conceitos financeiros, através das teorias atuais.

Sabiamente, uma boa gestão de recursos financeiros reduz substancialmente as despesas financeiras. Essa deve ser a preocupação constante das empresas, pois os custos financeiros podem absorver valores significativos de sua receita operacional.

1. DESENVOLVIMENTO

1.1 O QUE É GESTÃO FINANCEIRA?

É um conjunto de atividades administrativas que envolvem as bases da administração, planejamento, análise e controle, com o objetivo de maximizar os resultados econômicos e/ou financeiros gerados pelas operações empresariais.

Entre as funções da atividade, estão à integração das ações de obtenção, operação e controle dos recursos financeiros; determinação das necessidades dos recursos financeiros; planejamento e inventário dos recursos disponíveis; captação de recursos externos de forma eficiente (em relação aos custos, prazos, condições fiscais e demais condições); e aplicação e equilíbrio adequados na perspectiva da eficiência e rentabilidade.

1.2 A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO FINANCEIRA NA EMPRESA

O Objetivo da gestão financeira é melhorar os resultados apresentados pela empresa e aumentar o valor do patrimônio por meio da geração do lucro líquido proveniente das atividades operacionais, mas nem sempre ocorre uma adequada gestão financeira na empresa.

Uma gestão correta permite que se visualize a atual situação da empresas.

Registros adequados permitem análises e colaboram com o planejamento para otimizar resultados. A gestão financeira abrange muitos aspectos dentro da empresa, tudo necessita de um certo cálculo financeiro.

2. FINANÇAS

É a arte e a ciência de administrar fundos. Ocupa-se do processo, instituições, mercados e instrumentos envolvidos na transferência de fundos entre pessoas, empresas e governos.

A maioria das decisões empresariais são medidas em termos financeiros. Todas as áreas da empresa: contabilidade, produção, marketing, recursos humanos,
pesquisas e outras necessitam interagir com a área de finanças para realizarem seu trabalho.

Principais providências que a empresa deve tomar em relação às finanças:
• Organizar os registros e conferir se todos os documentos estão sendo devidamente controlados.
• Acompanhar as contas a pagar e a receber, montando um fluxo de pagamentos e recebimentos.
• Controlar o movimento de caixa e os controles bancários.
• Classificar custos e despesas em fixos e variáveis.
• Definir a retirada dos sócios.
• Fazer previsão de vendas e fluxo de caixas.
• Acompanhar a evolução do patrimônio da empresa, conhecer lucratividade e rentabilidade.

2.1 Papel do Gestor financeiro na Organização:

O gestor moderno precisa de uma boa formação generalista, visão sistêmica e integrativa de todo o negócio e deve estar em contato permanente com todas as áreas da empresa, controlando e fomentando o negócio com informações estratégicas. A crescente complexidade no mundo dos negócios determinou, ainda, que o responsável pela área financeira desenvolvesse uma visão mais integrativa da empresa e de seu relacionamento com o ambiente externo.

O administrador financeiro pode ser um diretor, gerente ou apenas um
controlador, mas cabe a esse profissional estar preocupado com a obtenção, a análise e o controle dos recursos financeiros, e dos resultados econômicos da empresa ou de uma de suas atividades.
A gestão dos recursos financeiros da empresa vai além da simples negociação de prazos e de juros de uma transação de investimento. A otimização dos recursos financeiros pressupõe interações contínuas do administrador com os clientes, acionista, investidores, instituições financeiras, autoridades, regulamentação, bem como o acompanhamento constantes de taxas, práticas, riscos, parâmetros do mercado que, por natureza, é dinâmico e volátil.

Hoji (2004, p.21) destaca três funções básicas de um administrador
financeiro:

- Análise, planejamento e controle financeiro;
- Tomadas de decisões de investimento; e.
- Tomadas de decisões de financiamentos.
O empresário deve estar atento a estas funções básicas em seu negócio.
Deve analisar, planejar e controlar o uso de seus recursos financeiros e tomar
decisões de investimentos e financiamentos precisas e inteligentes.

2.2 FERRAMENTAS UTILIZADAS PELO GESTOR NA TOMADA DE DECISÕES:

Para realizar essas funções, tanto o gestor financeiro, quanto o empresário
usará de relatórios, ferramentas e técnicas de finanças corporativas. Os relatórios
mais comuns e eficazes na gestão financeira são: o Balanço Patrimonial (BP), o
Demonstrativo de Resultado do Exercício (DRE) e o Demonstrativo de Fluxo de Caixa (DFC).

2.2.1 Decisões da Administração Financeira:
O Gestor financeiro deve preocupar-se com três tipos áreas na gestão
financeira:

2.2.2 Orçamento de Capital
É o processo de planejamento e gestão dos investimentos de uma empresa
em longo prazo. Nessa função o gestor financeiro procura identificar as
oportunidades de investimento cujo valor para empresa é superior ao seu custo de aquisição. Em termos amplos, isto significa que o valor do fluxo de caixa gerado por um ativo supera o custo desse ativo.

2.2.3 Estrutura de capital
Combinação de capital de terceiros e capital próprio existente na empresa.
O administrador financeiro tem duas preocupações no que se refere a essa área.
Primeiramente quando se deve tomar emprestado? Em segundo lugar quais são as fontes menos dispendiosas de fundos para empresa? Além dessa questões, o gestor financeiro precisa decidir exatamente como e onde os recursos devem ser captados, e, e também cabe a esse gestor a escolha da fonte e do tipo apropriado que a empresa, por ventura tomará emprestado.

2.2.4 Administração de Capital de Giro
Capital de giro é os ativos e passivos circulantes de uma empresa. A gestão do capital de giro de uma empresa é uma atividade diária que visa assegurar que a empresa tenha recursos suficientes para continuar suas operações e evitar interrupções muito caras.

3. ANÁLISES DA SITUAÇÃO FINANCEIRA DA EMPRESA

A análise por meio de índices financeiros é ferramenta ideal para se ter o controle mais adequado para as tomadas de decisões nas empresas. Através dos indicadores financeiros é possível comparar uma organização com outras do mesmo segmento e até de segmentos diferentes de mercado (análise ross-sectional), estabelecendo critérios de avaliação do desempenho entre as empresas. Os indicadores também podem ser utilizados para comparar o desempenho da empresa.

Hoji (2004) destaca duas formas de análise de balanços, a análise vertical e horizontal. Na análise vertical o foco é verificar a participação de cada item na composição de determinada coluna, no caso do Balanço Patrimonial, verifica-se a participação de itens no Ativo e no Passivo, na DRE e DFC, verifica-se a participação dos custos na formação do lucro e a participação das saídas na formação do caixa. Na análise horizontal, o foco é mostrar a evolução dos dados por períodos.

Para o agrupamento dos índices financeiros, toma-se a classificação utilizada por Hoji (2004) por entendê-la como mais simples e prática, embora a maioria dos autores utilizem classificação semelhante. Para Hoji (2004) os indicadores financeiros podem ser divididos em quatro grupos:

• Índices de estrutura de capital: os índices de estrutura de capital mostram como o capital está sendo alocado na empresa e também a origem desse capital.
• Índices de liquidez: demonstram a condição financeira da empresas, e a capacidade de quitar suas dívidas.
• Índices de rotação: os índices de rotação mostram o giro dos ativos da empresa, são usados para analisar a forma mais eficiente de usar o capital de giro, buscando diminuir a necessidade de capital de giro, das empresas.

• Índices de rentabilidade: verificam o retorno dos capitais investidos, são indicadores vitais para a análise do desempenho das empresas, através desses indicadores é possível saber se as empresas são viáveis operacionalmente.
A análise por meio de índices consiste em relacionar contas e grupos de contas para extrair conclusões sobre tendências e situação econômico-financeira da
empresa.
O analista pode trabalhar com índice ou percentual.
A classificação dos índices pela empresa pode ser como ótimo, bom, satisfatório ou deficiente, ao compará-los com os índices de outras empresas do mesmo ramo ou porte.
Esta comparação é possível através de revistas especializadas.

3.1 AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO FINANCEIRA FUTURA DA EMPRESA

Avaliar a evolução financeira a longo de uma empresa é uma importante tarefa, a nível externo para todos os fornecedores de capital e credores da empresa e a nível interno para a formação da estratégia futura, existem numerosos exemplos de empresas que embarcaram em ambiciosos projetos e que posteriormente descobriram que o seu portfólio de projetos não podia ser financiado em termos aceitáveis. O resultado mais comum para estas situações é o abandono do projeto antes da conclusão do mesmo, tendo já incorrido em consideráreis custos financeiros e organizacionais para a empresa, distribuidores, colabores e credores.
O aspecto fundamental que se deve ter em conta quando se pretende avaliar a situação financeira da empresa em longo prazo é descobrir se os objetivos, as estratégias de marketing, os investimentos necessários e as fontes de financiamento estão ajustados.

Cada empresa deve ter definida uma missão a qual é realizada através do se um posicionamento competitivo em determinados mercados. A estratégia da empresa centra-se precisamente sobre estes posicionamentos. Assim enquanto que para alguns negócios, devido a sua maturidade e fraca rentabilidade, a empresa terá como estratégia abandoná-los, para os outros representando a maioria, a decisão será de manter a posição atual, ou fortalece-la em face de concorrência direta. Deste modo a estratégia competitiva pretende fazer com o crescimento da empresa seja, pelo menos semelhante ao do mercado onde se encontra a competir, deste modo à taxa de crescimento das vendas deve acompanhar ou exceder a taxa de crescimento esperada para o mercado.

Tendo por base o que foi exposto aqui , o diagnóstico da saúde financeira futura de uma empresa deve basear-se na investigação dos objetivos para a empresa e para cada um dos seus negócios e/ou produtos, na estratégia delineada para cada negócio na provável reação da concorrência e no desenvolvimento da posição competitiva e nas características dos mercados onde a empresa se encontra ou pretende entrar. O analista financeiro deve dedicar uma atenção especial a estas áreas uma vez que a situação financeira da empresa é fortemente influenciada pelo enquadramento econômico e competitivo dos mercados onde opera. A estratégia e o crescimento das vendas da empresa para cada um dos produtos/ negócios vai determinar em larga medida os investimentos em ativos necessários para suportar as estratégias estabelecidas. E a eficácia desta combinada com a resposta da concorrência, vai determinar a performance competitiva e financeira da empresa e os excessos aos fundos necessários para o financiamento dos investimentos em ativos.

3.2 FALHAS MAIS COMUNS NA GESTÃO FINANCEIRA

A Inexistência de uma adequada gestão financeira pelas empresas provoca uma série de problemas de análises, planejamento e controle financeiro das suas atividades operacionais, entre os quais citamos:

- Não ter as informações corretas sobre o saldo da caixa, valor dos
estoques das mercadorias, valor das contas a receber, valor das contas a pagar,
volume das despesas fixas ou financeiras, etc.
- Não saber se a empresa está obtendo lucro, ou não, em suas atividades
operacionais, porque não elaboram o demonstrativo de resultados.
- Não calcular corretamente o preço de venda de seus produtos, porque não
conhecem seus custos e despesas.
- Não conhecer corretamente o volume e a origem dos recebimentos, e o
volume e o destino dos pagamentos, porque não elaboram o fluxo de caixa.
- Não saber o valor patrimonial da empresa, porque não elaboram o balanço
patrimonial.
- Não conhecer corretamente o custo das mercadorias vendidas, porque
não fazem um registro adequado do estoque de mercadoria.
- Não saber corretamente o valor das despesas fixas da empresa, por não
ser feito a separação das despesas pessoais dos sócios em relação às despesas da empresa.
- Não saber administrar corretamente o capital de giro da organização pois
não possuem conhecimento do ciclo financeiro de suas operações.
- Não fazer análise e planejamento financeiro da empresa, porque não tem
um sistema de informação gerencial (fluxo de caixa, demonstrativo de resultados e balanço patrimonial).

4. METODOLOGIA

Os métodos utilizados neste trabalho foram o analítico e descritivo, através de pesquisas bibliográficas de áreas como: administração, economia e contábeis.
Dessa forma, buscou-se conceitos sobre administração financeira, estudo de caso e análise baseados em índices. Pesquisou-se também fontes de revistas, livros e sites de internet na área de planejamento financeiro.
A presente pesquisa é uma forma de reunir conceitos e visões de diferentes autores conceituados num só trabalho, procurando desenvolver um conteúdo interessante que contribui para uma boa administração financeira buscando maior rentabilidade e controle financeiro.

5. CONCLUSÃO

O estudo aqui exposto teve por objetivo evidenciar a importância da administração financeira como um instrumento de apoio aos gestores.
Tendo em vista que o trabalho desenvolvido, fundamenta, comprova e evidência a importância da administração financeira, cujo objetivo maior deve ser a rentabilidade e a liquidez.
Este estudo permitiu constatar através de pesquisas bibliográficas que uma das maiores dificuldades enfrentadas pelos empresários no processo decisório deve-se a falta de informação e que estes, na sua maioria, não utilizam os dados financeiros das empresas devido a sua complexidade.

Pode-se concluir que o planejamento financeiro é fundamental para continuidade das empresas, e que toda a empresa necessita de ter um bom planejamento, mas para isso a peça chave é o gestor financeiro, capacitado, habilitado que pode planejar o futuro da sua empresa utilizando-se de ferramentas baseadas nas informações geradas por sua própria administração, que irá permitir a esse gestor executar seus planos traçados, e se eventualmente encontrar alguma mudança no decorrer do caminho, terá meios para fazer a correção durante o processo de execução sem interromper ou causar danos a qualquer projeto da empresa. Na fase do controle, realizar a comparação entre o traçado e o realizado, chegando assim a um resultado final almejado.

6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICA
HOJI, Masakasu. Administração financeira: uma abordagem prática. 5° ed. São
Paulo: Atlas, 2004.
LIMA NETTO, RP. Curso básico de finanças. São Paulo: Saraiva, 1978.
PÁDUA, E. M. M de. Metodologia Cientifica: abordagem teórico-prática.10° ed.
Versão Atual. Campinas, SP: PAPIRUS, 2004.
REVISTA ELETRÔNICA Lato Sensu – Ano 2, n°1, julho de 2007. Disponível em:
administradores.com.br.
ROSS, S. A; WESTERFIELD, R. W; JAFFE, J. F. Administração Financeira:
corporate Finance. 2°edição. São Paulo: Atlas, 2002

OEE proporcionando aumento de receitaA métrica OEE (Overall Equipment Effectiveness, ou Eficiência Geral de Equipamentos...
02/06/2019

OEE proporcionando aumento de receita

A métrica OEE (Overall Equipment Effectiveness, ou Eficiência Geral de Equipamentos) pode ser uma grande aliada na identificação de oportunidades para que as empresas melhorem sua produtividade com redução nos custos, como já anteriormente discutido.
Embora o foco na redução de custos seja uma alternativa de grande apelo em períodos de estagnação do consumo, as empresas que presenciam boa aderência de sua produção ao mercado podem utilizar o OEE para aumentar seus ganhos, a partir de uma melhora na eficiência de suas máquinas.

De fato, os componentes do OEE: disponibilidade, performance e qualidade, podem apontar com facilidade os pontos em que há espaço para melhorias. Para entender melhor como pode se dar esse processo, vamos relembrar como cada um desses componentes é obtido:
• Disponibilidade = (Tempo Disponível – Tempo de Paradas) / Tempo Disponível
• Performance = Tempo planejado para a produção total realizada / Tempo efetivamente gasto para realizar a produção
• Qualidade = Tempo planejado para a produção sem rejeitos / Tempo planejado para a produção total realizada

Monitoramento e melhoria
Um dos aspectos do OEE, que auxilia muito na determinação dos pontos de melhoria, é o monitoramento constante e automatizado de cada um dos seus três componentes. Identificar desvios no momento em que são instaurados e antecipar ao máximo as ações corretivas proporcionam ganhos efetivos, seja de redução de custo ou de aumento de produção.

Os ganhos de produtividade e eficiência proporcionados pela mensuração e processamento com o uso de um software de Gerenciamento da Eficiência são rapidamente sentidos. Uma vez que, todos os pontos de atenção são identificados de forma clara, precisa e categorizada.

Isso permite que se atue exatamente onde é possível se contribuir mais para um incremento em termos de produtividade. Dados que talvez sempre estivessem disponíveis, como tempo de paradas de cada máquina, a produção de cada uma delas e outros mais, ao serem tratados com inteligência pelo sistema, tornam-se muito mais relevantes e permitem que seja visualizada uma radiografia completa do ambiente produtivo, compreendendo gargalos, relações entre as máquinas e o impacto da eficiência geral de cada uma delas no todo.

Eficiência: sinônimo de aumento de receita
Atuar no aumento da disponibilidade, da performance e da qualidade e, enfim, melhorar o OEE permite o efetivo aumento de produção sem a necessidade de investimentos em equipamentos e mão de obra, apenas utilizando de forma mais racional e eficiente os recursos já disponíveis. Consequência: produção maior, custos menores, maior receita e, acima de tudo, maiores lucros.
Por esse motivo, as organizações que atuam no setor produtivo tendem a acumular grandes benefícios ao adotar uma solução de Gerenciamento de Eficiência, que as permitem monitorar e processar os indicadores de componentes do OEE. Essa realidade é traduzida em ganhos de produtividade e em lucratividade. E esses resultados podem ser o primeiro passo de um crescimento ordenado e consistente, que pode moldar o futuro da organização.

O CONCEITO DE COST BREAKDOWEmpresas de todas as regiões do mundo estão enfrentando um desafio em comum: o aumento contín...
21/04/2019

O CONCEITO DE COST BREAKDOW
Empresas de todas as regiões do mundo estão enfrentando um desafio em comum: o aumento contínuo da competitividade.

Empresas de todas as regiões do mundo estão enfrentando um desafio em comum: o aumento contínuo da competitividade.
Este aumento está sendo causado principalmente pela entrada de novas organizações no mercado e pela exigência dos clientes por produtos cada vez melhores e mais baratos.
E para se posicionarem frente à concorrência, as empresas não estão tendo outra opção, a não ser oferecer preços mais competitivos.
Para isto, elas precisam primeiramente verificar se os preços das matérias-primas dos fornecedores estão de acordo com o mercado, para que o custo de seus produtos também esteja.
E estes preços devem permitir tanto uma boa competitividade no mercado como uma boa margem de lucro para as empresas envolvidas na cadeia de suprimentos.
E para fazer essa verificação, os gestores precisam analisar o Cost Breakdown.
No post de hoje, explicaremos o que é Cost Breakdow, e por quê a sua análise é importante para a empresa poder oferecer preços mais competitivos no mercado.
Acompanhe:
O conceito de Cost Breakdow
Cost Breakdown (no português, ‘Repartição de Custos’) é um método de análise que possibilita o entendimento dos elementos que compõem os custos dos produtos ou matérias-primas oferecidas pelos fornecedores.
Estes elementos são conhecidos como ‘fatores de custo’, e podem ser insumos, mão de obra, logística e serviços terceirizados, por exemplo.
Ao fazerem a repartição de custos, os gestores das empresas conseguem:
• Avaliar se o preço cobrado pelo fornecedor está ou não de acordo com o mercado;
• Negociar com o fornecedor para ele chegar ao ‘preço justo’;
• Explicar aos clientes as razões pelas quais as flutuações de preço ocorrem;
• Oferecer produtos com preços mais competitivos e atrair mais clientes;
• Ver como a margem de lucro de cada participante da cadeia pode ser aumentada.
Os elementos que podem compor o custo
Abaixo, listamos os elementos que geralmente compõem o custo das mercadorias ou matérias-primas oferecidas pelos fornecedores:
Insumos
Os insumos são os materiais adquiridos pelos fornecedores para eles poderem fabricar as mercadorias que serão disponibilizadas às empresas.
Mão de obra
A mão de obra é o pessoal envolvido nos processos de fabricação da mercadoria. Este elemento geralmente é contabilizado em horas de trabalho.
Logística
A logística envolve desde os custos de armazenagem da mercadoria, até os de transporte e distribuição, incluindo as taxas de desembaraço aduaneiro.
Serviços terceirizados
Muitos fornecedores também contratam empresas terceirizadas para realizar alguma etapa do processo de fabricação, e o preço de seus serviços é incluso no custo da mercadoria.
Impostos
P*S, COFINS e ICMS são alguns tipos de impostos que incidem sobre as mercadorias e que contribuem para a alavancagem de seu preço.
Como analisar o Cost Breakdow?
Para analisar o Cost Breakdow dos fornecedores, os responsáveis pela área de compras da empresa precisam solicitar à eles uma planilha, que mostre detalhadamente os elementos que compõem os custos de cada uma de suas mercadorias.
Com essa planilha, eles poderão ver, por exemplo, se um determinado fornecedor comprou um insumo por um preço maior do que o praticado no mercado.
Se sim, então os responsáveis podem contatar o fornecedor e verificar porque isso aconteceu, já que insumos com preços maiores interferem nos valores dos produtos.
A partir daí, eles podem entrar num acordo para o fornecedor comprar insumos mais baratos. Quanto mais alinhado a empresa estiver com seus fornecedores em relação a custos, mais competitiva será a cadeia, e melhores serão os frutos colhidos pelos seus participantes.

Endereço

Rua Osmar Sombra, 225/apartamento 306
Beberibe, CE
62840-000

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Antero Consultoria & Assessoria posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Antero Consultoria & Assessoria:

Compartilhar