MPT - Mobilidade e Planeamento do Território, Lda.

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MPT - Mobilidade e Planeamento do Território, Lda. A mpt® é uma empresa de planeamento e gestão da mobilidade.

Planeia cidades, projeta e promove territórios com qualidade de vida, seguros, confortáveis, inclusivos, sustentáveis e bonitos. A mpt® é uma empresa de planeamento e gestão da mobilidade, com uma visão absolutamente contemporânea. Incide essencialmente na procura da qualidade de vida das pessoas e na relação destas com os lugares. Por outro lado, a mpt® promove a investigação do design inclusivo, executando todos os trabalhos com o objetivo de desenhar cidades e vilas com mobilidade para Todos. Tornar os territórios acessíveis no edificado, no espaço público, nos transportes, na comunicação e na infoacessibilidade é assim, um dos seus maiores desígnios e anseios.

O ESPAÇO PÚBLICO É A EXTENSÃO DAS NOSSAS CASASA MPT esteve presente na sessão de abertura e apresentação do estudo “Urba...
21/10/2026

O ESPAÇO PÚBLICO É A EXTENSÃO DAS NOSSAS CASAS

A MPT esteve presente na sessão de abertura e apresentação do estudo “Urbanismo e Mobilidade: Que papel na inclusão social?”, a convite da EAPN Portugal, em Viseu. A iniciativa destacou como as dificuldades de acesso aos transportes e aos serviços essenciais podem limitar o acesso ao emprego, à saúde e à educação, tornando a mobilidade um fator de exclusão social e pobreza.

O seminário arrancou com a sessão de abertura sobre o tema "da escala urbana à escala humana", a cargo de Adelino Ribeiro, em representação da Engª Paula Teles, da CEO da MPT. Prosseguiu com uma mesa redonda que reuniu Carla Gonçalves, do Conselho Local de Cidadãos de Viseu da EAPN Portugal, Eduardo Gouveia, presidente da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Viseu, João Pedro Cruz, vice-presidente da Câmara Municipal de Mangualde, Nuno Martinho, secretário executivo da CIM Viseu Dão Lafões e Rúben Gonçalves, da área de Planeamento e Urbanismo da Câmara Municipal de Oliveira de Frades. A discussão foi moderada por Armanda Branquinha, da EAPN Portugal, e a sessão de encerramento contou com José dos Santos Costa, reitor da Universidade Politécnica de Viseu.

A MPT reforçou a importância de colocar as pessoas no centro do planeamento urbano, apostando na cidade dos 15 minutos, na descarbonização e na humanização do espaço público, para construir cidades mais acessíveis, sustentáveis e inclusivas, onde todos possam participar plenamente na vida em comunidade.

Esta terça-feira, no JN, a CRÓNICA SEMANAL de Paula Teles  "Quem cuida das cidades?"A nossa casa comum, o planeta, está ...
20/10/2026

Esta terça-feira, no JN, a CRÓNICA SEMANAL de Paula Teles "Quem cuida das cidades?"

A nossa casa comum, o planeta, está doente. Incêndios, tempestades, furacões e cheias deixam destruição e mortes, revelando como estamos mal preparados para os fenómenos climáticos extremos.

E, como se não bastasse, acrescentamos sofrimento ao sofrimento.

Na Ucrânia, em Gaza e no Médio Oriente, cidades são destruídas por guerras marcadas por interesses económicos e geopolíticos. Perdem-se vidas, casas, escolas, hospitais e memórias. Desaparecem lugares que gerações levaram séculos a construir.

Enquanto estas guerras agravam os desafios da Europa, as nossas cidades enfrentam outra crise: a habitação.

Jovens que não conseguem sair de casa dos pais, famílias incapazes de pagar uma renda, cidadãos afastados dos bairros onde cresceram. Ter uma casa, o mais elementar dos direitos, tornou-se um privilégio.

Do Porto a Madrid, passando por Paris, crescem os protestos e a indignação. Inflamam-se as cidades perante problemas que exigem respostas públicas urgentes.

Afinal, quem cuida das cidades? Quem as protege das guerras, das alterações climáticas e da exclusão social? Quem pensa nas gerações que ainda estão por chegar?

Eu, que dediquei a vida a planear cidades, sofro hoje por antecipação. Sempre acreditei que planear era cuidar, proteger e construir esperança. Mas começo a recear que já não tenhamos tempo para desenhar as cidades com que sonhámos.
Perante tanta destruição, tanta crise e tanta incerteza, parece que estamos a deixar de planear o futuro para passar a reconstruir o presente.

E entristece-me pensar que, em vez de construirmos cidades de esperança para as próximas gerações, tenhamos de lhes deixar a missão de curar as cidades de que não soubemos cuidar.

Fonte: Jornal de Notícias
https://www.jn.pt/opiniao/artigo/quem-cuida-das-cidades/18138971

PRAÇAS CHEIAS DE VIDA E PESSOAS DE TODAS AS IDADES A USUFRUIR DO ESPAÇO PÚBLICOÉ assim que Paula Teles, CEO da MPT, gost...
19/10/2026

PRAÇAS CHEIAS DE VIDA E PESSOAS DE TODAS AS IDADES A USUFRUIR DO ESPAÇO PÚBLICO

É assim que Paula Teles, CEO da MPT, gostaria de ver o Porto, numa entrevista à revista Praça, na edição dedicada à mobilidade.

A especialista em mobilidade destacou a importância de desenhar passeios acessíveis, interfaces de transporte mais confortáveis e uma rede de transportes públicos de qualidade, criando alternativas reais ao uso do automóvel.

Defendeu assim, uma visão de futuro para um Porto mais humanizado, acessível, sustentável e com maior qualidade de vida.

Leia aqui a entrevista completa
https://www.porto.pt/pt/noticia/gostaria-de-ver-mais-pessoas-na-rua-pracas-cheias-de-vida-sublinha-paula-teles

14/10/2026

O TGV COMEÇA NO CHÃO, ANTES DA ESTAÇÃO

A mobilidade sustentável começa à porta de casa, nos passeios acessíveis e sem obstáculos, nas paragens confortáveis e nas ligações entre os diferentes meios de transporte. É por isso que, Paula Teles, CEO da MPT, em entrevista à Antena 1, defendeu que o planeamento do TGV deve começar no chão da cidade, colocando as necessidades das pessoas no centro das decisões.

Esta visão implica olhar para a mobilidade como um todo. Tão importante como a localização da estação é a intermodalidade. É necessário garantir que os transportes estão articulados e que as pessoas conseguem sair de casa a pé, chegar às paragens com abrigo, aceder à rede de transportes públicos e chegar ao seu destino de forma simples e eficiente, sem depender do automóvel.

Para que isso aconteça, é fundamental planear a mobilidade de forma integrada. Os Planos de Mobilidade Urbana Sustentável (PMUS) são ferramentas essenciais, mas, como sublinha Paula Teles, este não é apenas um desafio técnico, exige também decisão política.

Pensar a mobilidade é pensar a saúde pública, a qualidade de vida e o futuro das cidades. Precisamos de espaços urbanos mais humanos, onde caminhar seja seguro, os transportes funcionem em conjunto e as alternativas sustentáveis sejam uma escolha real para todos.

MPT EM PAINEL SOBRE O PAPEL DO URBANISMO E DA MOBILIDADE NA INCLUSÃO SOCIALHoje, dia 13 de outubro, a MPT estará em Vise...
13/10/2026

MPT EM PAINEL SOBRE O PAPEL DO URBANISMO E DA MOBILIDADE NA INCLUSÃO SOCIAL

Hoje, dia 13 de outubro, a MPT estará em Viseu para debater a relação entre a mobilidade, o urbanismo e a inclusão social.

O seminário, organizado pela Rede Europeia Anti-Pobreza Portugal, tem como objetivo divulgar o estudo "Urbanismo e Mobilidade: Que papel na inclusão social?", uma publicação composta por três volumes que reúne contributos de diversos cidadãos e atores institucionais.

A iniciativa convida à reflexão sobre o papel do urbanismo e da mobilidade na construção de uma sociedade mais justa e inclusiva, destacando a sua importância para a justiça social, da coesão territorial e do direito à cidade.

Esta terça-feira, no JN, a CRÓNICA SEMANAL de Paula Teles "Entregas rápidas, cidades lentas"As nossas cidades estão a tr...
13/10/2026

Esta terça-feira, no JN, a CRÓNICA SEMANAL de Paula Teles "Entregas rápidas, cidades lentas"

As nossas cidades estão a transformar-se em centros de distribuição. O comércio eletrónico trouxe carros, carrinhos, motas, bicicletas e, agora, até trotinetes, que circulam por todo o lado, mas ainda, veículos em segunda fila, passeios ocupados e conflitos com peões, ciclistas e transportes públicos.

Queremos tudo à porta. Compramos hoje, exigimos amanhã e, por vezes, no próprio dia. Mas esquecemos o preço desta comodidade para a vida urbana.

A distribuição de última milha tornou-se um desafio da mobilidade. Não basta trocar carrinhas a gasóleo por elétricas: reduzem-se emissões, mas mantém-se a ocupação do espaço público e os obstáculos à circulação.

É urgente organizar esta atividade: centros de consolidação de mercadorias, pontos de recolha de encomendas, horários de distribuição, lugares de cargas e descargas e fiscalização. Temos novos problemas. Cada cidade precisa de soluções ajustadas às suas ruas.

Mas nenhuma medida resolverá tudo sem uma mudança de atitude.

Voltar a fazer compras no bairro, procurar primeiro no comércio tradicional aquilo de que precisamos, caminhar até às lojas de proximidade, são escolhas que reduzem deslocações de entrega, mitigam impactos e ajudam a manter viva a economia local e circular.

O espaço público não é um armazém gratuito. Os passeios pertencem às pessoas, não às encomendas. A rapidez das entregas não pode ser conseguida à custa da lentidão, da insegurança e da perda de qualidade de vida urbana.

Este terá de ser o caminho: cidades onde a proximidade vale mais do que a pressa. Porque uma cidade eficiente não é aquela onde as encomendas chegam mais depressa. É aquela onde as pessoas vivem melhor.

Fonte: Jornal de Notícias

https://www.jn.pt/opiniao/artigo/entregas-rapidas-cidades-lentas/18136264

AVENIDA REDESENHADA PELA MPT COMEÇA HOJE A SER TRANSFORMADAA Avenida de Camilo, no Porto, começa hoje a ser transformada...
12/10/2026

AVENIDA REDESENHADA PELA MPT COMEÇA HOJE A SER TRANSFORMADA

A Avenida de Camilo, no Porto, começa hoje a ser transformada, com obras de requalificação que visam dar prioridade às pessoas, através da eliminação de barreiras arquitetónicas e humanizando o espaço público.

O projeto contempla a criação de uma zona de coexistência junto à Escola Alexandre Herculano, com espaços verdes e mobiliário urbano, para permitir que este espaço seja usado como local de lazer e estadia no espaço público.

A intervenção inclui ainda a plantação de 60 árvores, entre jacarandás e plátanos, e a ampliação do separador central, que funcionará como uma vala de retenção e infiltração de águas pluviais.

Mais um projeto MPT que aposta na humanização das cidades, devolvendo o espaço público às pessoas e transformando-o num lugar de encontro, convívio e lazer e não apenas de passagem.

IMPLEMENTAR MEDIDAS DE ACALMIA DO TRÂNSITO PARA AUMENTAR A SEGURANÇA PEDONAL E CICLÁVELFoi uma das mensagens-chave defen...
09/10/2026

IMPLEMENTAR MEDIDAS DE ACALMIA DO TRÂNSITO PARA AUMENTAR A SEGURANÇA PEDONAL E CICLÁVEL

Foi uma das mensagens-chave defendidas por Paula Teles, CEO da MPT, no Bikes Summit, durante uma mesa-redonda dedicada à mobilidade suave em Portugal.

A especialista destacou a importância de reduzir a velocidade dos automóveis, promover zonas de velocidade 30 km/h e implementar medidas que tornem as cidades mais seguras. Reforçou também a necessidade de integrar a bicicleta com os transportes públicos, facilitando as deslocações e oferecendo alternativas ao automóvel.

O debate, moderado pelo jornalista Luís Costa Branco, contou ainda com Paulo Guerra dos Santos, do projeto Ecovias de Portugal, João Quintão, da Câmara Municipal de Matosinhos, e Nuno Lavrador, fundador e CEO da UpNorth.

Uma reflexão sobre o papel da mobilidade ciclável e da intermodalidade na construção de cidades mais sustentáveis, acessíveis e seguras.

07/10/2026

TEMOS DE TER UMA REDE DE TRANSPORTES PÚBLICOS ARTICULADA QUE SEJA UMA ALTERNATIVA AO AUTOMÓVEL

Foi esta uma das ideias destacadas por Paula Teles, CEO da MPT, em entrevista ao Fórum da TSF, a propósito do estudo da Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT) sobre o fim das concessões rodoviárias.

Para a especialista em mobilidade, uma verdadeira mudança de hábitos de mobilidade só será possível se existirem alternativas ao automóvel que sejam acessíveis, frequentes, confortáveis e articuladas com o planeamento urbano.

Paula Teles defende ainda que quem optar por utilizar o transporte individual deve contribuir através de taxas de utilização das infraestruturas, devendo ser repensada a forma como estas infraestruturas são financiadas.

Esta terça-feira, no JN, a CRÓNICA SEMANAL de Paula Teles "Mapas com Inteligência"Vivemos tempos de desafios sobrepostos...
06/10/2026

Esta terça-feira, no JN, a CRÓNICA SEMANAL de Paula Teles "Mapas com Inteligência"

Vivemos tempos de desafios sobrepostos. No mundo e no nosso país acumulam-se problemas: fenómenos climáticos extremos, eventos imprevisíveis, uma crescente falta de humanismo, envelhecimento acelerado da população e ausência de recursos humanos qualificados.

Tudo isto exige respostas rápidas, integradas e bem fundamentadas. Mas a verdade é que continuamos a trabalhar com metodologias lentas, muitas vezes desatualizadas. Um exemplo é o Sistema de Informação Geográfica, este já não pode ser “o serviço que faz mapas”.

Por mais que gostemos deles, alguns verdadeiras obras de arte, coloridos e expressivos, por mais que sejam indispensáveis nos estudos, análises e sínteses do território, é preciso mais. Tem de ser integrada a Inteligência Artificial para cortar tempo, ganhar precisão e antecipar decisões. A introdução das tecnologias na elaboração de mapas será essencial para a competitividade territorial e das organizações técnicas e políticas.

Hoje, a combinação SIG + IA já permite antecipar riscos de cheias e incêndios; simular impactos de novos projetos urbanos na mobilidade, no ambiente e na economia; monitorizar o território quase em tempo real, cruzando dados de satélite, drones e sensores no terreno. A IA não substitui o conhecimento humano - amplifica-o, tornando-o mais rápido, acessível e estratégico. Assim, urge de uma grande reforma das entidades do governo central às autarquias, para este novo mundo da inteligência artificial aplicada aos mapas.

O mundo já viaja em alta velocidade. E nós, não podemos continuar a carvão. Se não mudarmos agora, não será apenas o futuro a fugir-nos das mãos, será o presente a desmoronar diante dos nossos olhos.

Fonte: Jornal de Notícias
https://www.jn.pt/opiniao/artigo/mapas-com-inteligencia/18133756

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