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26/05/2017

Comunicado aos nossos clientes. Ratificando informação dada em nossos contatos agora na reportagem de A Gazeta desta sexta feira.

17/05/2017

Seguro contra crimes cibernéticos é insignificante no Brasil, diz executivo

Por Reuters via G1 17/05/2017

Mercado é muito pequeno, com cerca de 50 apólices por ano, movimentando R$ 2 milhões em 2016, segundo Gustavo Galrão.

O ciberataque global da última sexta-feira (12), que atingiu computadores em mais de 100 países, aumentou a curiosidade de instituições e empresas por seguros para perdas contra esse tipo de crime no Brasil, um mercado ainda irrelevante no país, disse um executivo de entidade representativa do setor.

“É um mercado muito pequeno, de 40, 50 apólices por ano”, disse à Reuters o coordenador da subcomissão de linhas financeiras da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Gustavo Galrão.

Segundo a entidade, as apólices de proteção contra crimes cibernéticos movimentaram cerca de R$ 2 milhões em 2016, enquanto nos Estados Unidos esse mercado movimenta cerca de US$ 4 bilhões anualmente.

O valor inexpressivo de apólices no país, segundo Galrão, reflete em parte a dificuldade dos próprios corretores de seguros de mostrar a importância do produto para as empresas, especialmente aquelas em que a tecnologia é fundamental para seus modelos de negócios, como as instituições financeiras.

Além disso, disse ele, os principais executivos das corporações evitam tomar eles próprios a decisão sobre a eventual contratação do seguro, que é repassada aos responsáveis pela área de TI.

“Estes, por sua vez, frequentemente consideram suficiente ter outras formas de proteção, em geral da própria tecnologia.”

Adicionalmente, alguns tipos de apólices de seguros vendidas no mercado já incluem eventuais perdas derivadas de ataques cibernéticos, como as de responsabilidade civil.

08/05/2017

Por dia, 100 carros com seguro foram roubados no Rio de Janeiro no primeiro trimestre. 90% dos roubos ocorreram na capital fluminense e na região metropolitana.

O roubo de carros segurados no estado do Rio de Janeiro aumentou 16% no primeiro trimestre deste ano, de acordo com dados divulgados nesta sexta-feira (5/5) pela Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), totalizando 100 veículos roubados por dia. No mesmo período do ano passado, a média de roubos era de 84 veículos/dia. Noventa por cento dos roubos ocorreram na capital fluminense e na região metropolitana do Rio de Janeiro.

De acordo com o diretor executivo da FenSeg, Julio Rosa, o aumento é resultado da violência crescente no estado. A redução da oferta de peças automotivas de reposição pela indústria, decorrente da diminuição da produção de veículos, desabasteceu os distribuidores e também influenciou o incremento dos roubos de automóveis, segundo a entidade.

O horário que registrou maior número de ocorrências de roubos foi das 18h às 24h, com 47% do total, seguida do período de 6h e 18h, com 40%. O horário de 24h às 6h somou 13% das ocorrências.

Julio Rosa destacou que o Rio de Janeiro está entre os quatro piores resultados do Brasil em termos de roubos de veículos nas capitais. Os demais são Rio Grande do Sul, São Paulo e Minas Gerais. “Esses quatro estão com uma violência acima da média”. Em Pernambuco, que lidera os roubos de veículos no Nordeste do país, a proporção é pequena em comparação aos demais estados, em razão do tamanho menor da frota, explicou. As seguradoras estão levantando os dados referentes ao mercado nacional.

Regulação

Para enfrentar essa situação de roubos crescentes, o mercado segurador pode adotar dois tipos de ação. Uma delas é a regulação de preços. A outra é a regulação de subscrição, ou seja, há bairros nesses estados que o mercado não aceita mais fazer seguro. “Dependendo do percentual de roubo dessas regiões do Brasil, o mercado pode começar a recusar a aceitação do seguro, de forma ampla e condicional.” Julio Rosa disse que não aceitar pode significar também colocar preço que a demanda não vai pagar.

Da frota circulante de veículos no país, apenas 30% têm seguro. “Setenta por cento não adquirem seguro por dois motivos: falta de condições financeiras e porque parte da frota tem mais de dez anos e o mercado segurador não aceita ainda”, disse o diretor da FenSeg. Ele acredita que com o fortalecimento do seguro auto popular, que vai atingir carros mais velhos, o percentual de veículos segurados terá sua participação ampliada. O auto popular já está em vigor mas ainda é incipiente, apontou Rosa. Um projeto piloto se acha em curso em São Paulo, informou. “Ainda não tem produto à disposição do auto popular.”

O levantamento feito pela FenSeg revela que a zona sul do município do Rio de Janeiro, que historicamente apresenta um percentual baixo de roubo de veículos, em relação a outras regiões da cidade, teve um crescimento de 45,77% nos roubos, nos três primeiros meses deste ano. Os bairros da região com maior número de ocorrências são: Flamengo, Ipanema e Lagoa. A Ilha do Governador, na zona norte, também chamou a atenção pelo crescimento de 77,56% dos roubos de veículos, no mesmo período.

A sondagem constatou ainda que os veículos roubados têm como destinos principais o desmanche, para revenda das peças, e a clonagem, com transferência dos carros para outros estados e países.

Mandamentos

A FenSeg elaborou uma cartilha para os segurados com algumas “dicas” ou mandamentos de segurança contra roubo de carros. O primeiro deles é que, ao sair da garagem de casa, em horários de pouco movimento na rua, o proprietário do veículo deve verificar as condições de segurança, como, por exemplo, observar se há algum estranho por perto ou se objetos estão interrompendo o caminho. “Caso não sinta segurança em sair, aguarde um pouco; ao chegar em casa, aja da mesma forma”, recomenda a Federação.

Outra sugestão é que, após as 22h, o usuário deve ter cuidado ao parar nos sinais. “Fique atento ao movimento das ruas”. De acordo com a cartilha, os motoristas nunca devem colocar bolsas, celulares ou qualquer outro objeto de valor sobre o banco do carona. “Guarde tudo embaixo do banco.”

Independente do local e horário, os usuários não devem permanecer dentro do carro parado com o motor ligado para enviar mensagens pelo celular, entre outras atividades, diz a FenSeg. Da mesma maneira, recomenda que nunca se deve esperar pessoas dentro do carro, muito menos com o motor ligado. Segundo a entidade, escolas e academias, entre outros locais, são bastante visados pelos assaltantes.

Outros mandamentos indicam cuidado ao entrar e sair do veículo em estacionamentos de shoppings e supermercados e, ainda, que ao sair de grandes estacionamentos, o usuário verifique se os trincos das portas estão travados.

Recuperação

No bairro do Méier, zona norte da capital fluminense, a Operação Méier Presente conseguiu recuperar 58 veículos roubados ou furtados em 17 meses de atuação na área da segurança, de acordo com números divulgados hoje (5) pelo governo do estado, que desenvolve o projeto em parceria com a Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ).

A Operação Méier Presente efetuou na região mais de 860 prisões em flagrante e cumpriu 57 mandados de prisão, sendo 21 por roubo e 17 por furto.

O capitão Rafael Andrade, coordenador do Méier Presente, disse que os moradores do bairro estão relatando uma circulação de veículos mais tranquila pelas ruas. “Desde a nossa chegada, esse tipo de crime vem sendo reduzido na região. Estamos diariamente atuando de forma qualificada e os números provam isso”, afirmou.

O policiamento na área é feito a pé, de bicicleta e de moto, em trios formados por policiais militares e agentes civis, que filmam todas as abordagens para assegurar a transparência e dar legitimidade à operação. As equipes também são monitoradas por GPS, informou a assessoria do governo fluminense.

Fonte: Revista PEGN 05/05/2017

05/05/2017

A importância do Corretor entregar cada vez mais uma proposta de valor ao cliente.
Leonardo Freitas, diretor de Canal Mercado da Bradesco Seguros, participou da segunda edição do Café e Seguros do Sincor-GO. O evento aconteceu nos dias 26 e 27 de abril, em Rio Verde, na Região Sudoeste de Goiás e reuniu mais de 100 pessoas entre corretores de seguros e seguradores que puderam discutir o futuro do mercado de seguros sob a ótica da inovação, tecnologia e empreendedorismo.



Freitas fez a palestra de abertura e falou sobre Empreendedorismo. “O grande desafio do corretor de seguros na atualidade é entregar ao cliente uma proposta de valor mais tangível. Por isso, um bom negócio depende agora de se pensar no que o consumidor precisa e não propriamente no que eu quero vender”, disse em sua palestra.



O executivo da Bradesco Seguros fez um raio-x das oportunidades que o mercado reserva aos corretores, dando um foco nas Oportunidades no Estado de Goiás. Segundo ele, ainda há muito para ser explorado no Brasil, mas é preciso estar atento às mudanças de comportamento das pessoas, entender o perfil e o sonho dos novos consumidores e as tendências do mercado, alerta o segurador. “Em momentos de crise, é extremamente importante e propício que comecemos a enxergar as novas oportunidades”, argumentou Leonardo.



Para ele sempre haverá para onde avançar na relação com o segurado, completou o diretor. As portas estão abertas para todos os lados. Na classe C, por exemplo, está diagnosticado que 19% das pessoas estão dispostas a adquirir um imóvel nos próximos meses . Eis aí um campo a se subsidiar com o seguro residencial e seus derivados. “O corretor de seguros é o profissional que cuida da vida, do patrimônio, da saúde, do futuro e do sorriso das pessoas”, observou.



O executivo alertou que os tempos são novos e é preciso interagir com o cliente também. “O novo consumidor hoje é multicanal, ele em algumas vezes deseja comprar por WhatsApp, não quer mais ligar e falar”, analisou. Na atualidade, o corretor de seguros precisa estar preparado para assistir seus clientes via e-mail, redes sociais, blogs, sites, SMS e mensageiros eletrônicos. “Você tem fatalmente que expandir seus pontos de contato com o segurado”, finalizou.

Fonte: Aconseg-RJ

11/04/2017

Os modelos de veículos preferidos pelos ladrões de carros

Celta: o preferido pelos ladrões no últimos 12 meses

A Superintendência de seguros privados, Susep, divulgou a lista dos veículos mais roubados ou furtados nos últimos 12 meses.

A publicação integra o Índice de Veículos Roubados (IV-R) da entidade, com base nos dados obtidos por meio da divisão do número de sinistros (roubos e furtos) pela quantidade de unidades seguradas de cada modelo nos últimos 12 meses.

Entre os motivos que levam os bandidos a ver com mais interesse um determinado modelo está a grande quantidade do modelo nas ruas, o que gera uma demanda aquecida de peças no mercado paralelo ilegal e a facilidade em revendê-los com os chassis “clonados”.

Alguns dos veículos mais roubados estão na lista por serem modelos mais antigos, os preferidos para desmanches clandestinos. O motivo são as peças serem difíceis de serem encontradas no mercado legal.

Além disso, os modelos com mais tempo de mercado são os preferidos para o desmanche clandestino, uma vez que as peças são mais difíceis de serem encontradas no mercado legal.

Confira os 10 modelos preferidos dos ladrões:

1.º Chevrolet Celta - Unidades seguradas: 170.826

Índice de roubo: 2,72%

2.º Fiat Stilo - Unidades seguradas: 8.145

Índice de roubo: 1,99%

3.º Hyundai HB20 - Unidades seguradas: 122.029

Índice de roubo: 1,67%

4.º Fiat Siena (1.4 e 1.6) - Unidades seguradas: 41.131

Índice de roubo: 1,62%

5.º Fiat Siena 1.0 - Unidades seguradas: 67.500

Índice de roubo: 1,58%

6.º Peugeot 308 - Unidades seguradas: 7.977

Índice de roubo: 1,55%

7.º Volkswagen Voyage - Unidades seguradas: 109.972

Índice de roubo: 1,44%

8.º Volkswagen Amarok - Unidades seguradas: 12.083

Índice de roubo: 1,44%

9.º Peugeot 307 - Unidades seguradas: 14.428

Índice de roubo: 1,42%

10.º Fiat Strada - Unidades seguradas: 137.723

Índice de roubo: 1,40%

10/04/2017

Sono é responsável por 20% dos acidentes de trânsito.

O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) alerta para um comportamento que pouco se dá atenção, mas que pode ser tão perigoso quanto dirigir embriagado: dirigir com sono. Até 20% de todos os acidentes de trânsito estão associados à sonolência.

É o que mostra um estudo conduzido pela Academia Brasileira de Neurologia (ABN). Segundo os resultados da pesquisa, lançada em março, os horários com mais incidência de acidentes são durante a madrugada e após o almoço.

O Detran-SP orienta que os motoristas só dirijam se tiverem condições para isso. “Assim como os acidentes causados em decorrência do consumo de bebida alcoólica, os acidentes ocasionados pelo sono podem e devem ser evitados. Para isso, é preciso conscientização dos motoristas. É importante que o cidadão sempre conduza seu veículo com segurança”, ressalta o diretor-presidente, Maxwell Vieira.

A partir da pesquisa, a ABN se uniu com a Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet) para promover a campanha “Não dê carona ao sono”. A ação visa reduzir os acidentes, principalmente nas estradas, e conta com o apoio do Detran-SP.

Dados merecem atenção

A pesquisa, que entrevistou 495 pessoas, mostra que 40% dos participantes afirmaram que já ziguezaguearam na estrada e metade já parou na via por sentir sono.

Entre os entrevistados, 61% assumiram que costumam dirigir no dia seguinte a uma péssima noite de sono. Cerca de 10% das pessoas afirmaram dirigir com sono e 23% o fazem de duas a três vezes por semana.

O resultado? Mais da metade dos participantes conhece pelo menos uma pessoa que quase se acidentou e 39% conhecem alguém que efetivamente sofreu acidente por ter pegado o volante com sono.

Fique atento

Ar frio, tomar água ou ouvir música alta não resolvem o problema para quem está com sono, tendo, no máximo, efeito por poucos minutos.

“Mesmo recorrendo a medidas paliativas, como tomar café, o motorista está sujeito a micro sonos, de quatro a cinco segundos”, diz o neurologista Gilmar Fernandes do Prado, presidente da Academia Brasileira de Neurologia.

Pode parecer pouco, mas nesses segundos, em alta velocidade, percorre-se uma distância considerável sem prestar atenção no trânsito.

“Se estiver a 120km/h, é dificílimo parar o carro e, ao despertar, a chance de acidente é enorme. Em dez metros você já sai da estrada e cai em uma ribanceira ou pode atravessar a pista e bater de frente em um veículo que trafega em direção oposta nas inúmeras de nossas estradas que ainda não contam com divisórias, ou mesmo se chocar contra uma dessas barreiras”, ressalta Prado.

Um motorista com sono sente dificuldades em manter os olhos abertos e focados, além dos pensamentos ficarem vagos e desconexos. O condutor começa a piscar mais lentamente, e sente dificuldades em manter a mesma velocidade, podendo até sair da pista. Não notar sinalizações, retornos ou errar o caminho também podem ser consequências da privação do sono.

Então esqueça o café ou qualquer tentativa de burlar a sonolência. O que realmente funciona é não pegar o volante com sono, evitar dirigir por períodos longos sem parada, viajar sozinho depois de uma noite mal dormida ou após um longo dia de trabalho.

Também é importante observar a bula de remédios para não dirigir após tomar medicamentos que têm como efeito colateral a sonolência e, em hipótese alguma, dirigir após consumir bebida alcoólica.

L.S. Revista Apólice

06/04/2017

Criminalidade e seguro

O aumento da criminalidade, particularmente, do roubo de veículos, é um dos principais fatores de encarecimento do seguro de automóveis

Os números do Instituto de Segurança Pública não deixam dúvidas. Entre 2015 e 2016, a quantidade de veículos roubados no Estado do Rio cresceu 34%; o roubo de cargas aumentou 37%, e o roubo de residências, 11%.

O aumento da criminalidade, particularmente, do roubo de veículos, é um dos principais fatores de encarecimento do seguro de automóveis. Não surpreendem, portanto, a reação das seguradoras e a percepção dos consumidores de que as apólices tenham ficado mais caras. É relação de causa e efeito.

No Rio, dependendo da região e do modelo de veículo, o valor dos prêmios nessa modalidade subiu até 20% entre 2015 e 2016. O mercado de seguros chama de “sinistralidade” o quociente entre despesas com sinistros e receitas de prêmios, e é natural que, se tal quociente estiver aumentando, ajustes terão de ser feitos para que a seguradora se mantenha saudável.

Em geral, a empresa restringirá a aceitação do risco que foi agravado ou aumentará o prêmio desse risco. Ou fará uma combinação de ambas as opções. Entre meados de 2015 e fim de 2016, segundo a Susep, a sinistralidade da carteira de seguros de autos no Brasil subiu de 61% para 66%.

No Rio, o aumento absoluto foi superior a dez pontos. A Lei do Desmonte, que propõe a regulamentação dos ferros-velhos, poderia ajudar em muito. A lei determina que os Detrans controlem o comércio de autopeças e gerenciem o credenciamento de empresas habilitadas.

Exige que o estabelecimento que compra o veículo para desmanche emita nota fiscal de entrada e peça baixa do registro do veículo. Após a desmontagem do veículo, as peças devem ser registradas, e a empresa deve manter em arquivo documentos e certidões.

O pleno funcionamento da lei viabilizaria também o recém-regulamentado seguro de carros populares devido à possibilidade de reaproveitamento nos consertos de peças usadas, porém certificadas. O reflexo seriam apólices mais baratas e acessíveis.

A Lei do Desmonte, porém, determina severa fiscalização dos desmanches e punição dos envolvidos em ilegalidades, o que infelizmente ainda não acontece. Ferros-velhos continuam irregulares, seja por operar com veículos roubados ou por funcionar sem o completo respeito à lei.

De qualquer modo, institutos de pesquisa demonstram mais uma vez a importância do seguro. Enquanto permanecer a situação de insegurança, mais vale ser precavido do que desatento.

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03/04/2017

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