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Estudante foi espancado até a morte em crime de ódio; escola e colegas prestam homenagens e pedem justiça
08/07/2025

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Envelhecimento dessa população é tema da Parada LGBTQIA+ de SP."Que moraram comigo, viveram comigo, e eu tive que dar ru...
02/06/2025

Envelhecimento dessa população é tema da Parada LGBTQIA+ de SP.

"Que moraram comigo, viveram comigo, e eu tive que dar rumo, são quatro. Com o Diego [filho de consideração], cinco. Agora, tem gente aí que você vai perguntar e vai te falar: 'sou filho da Yone na militância, tanto meninos como meninas, cis e trans."

Aos 69 anos, Yone Lindgren não tem apenas filhos, mas netos e bisneto. Ativista histórica e colaboradora de políticas públicas como o pioneiro programa Brasil Sem Homofobia, lançado em 2004, a fotógrafa assumiu ser lé***ca aos 15 anos, em 1971, causando aquele silêncio em um almoço familiar de domingo. Sua madrinha, Ascendina, se apressou e saiu em sua defesa, calando qualquer um que pudesse discriminá-la. Yone guarda o rosto dela entre as mais de 50 tatuagens que traz no corpo, que incluem também referências aos filhos de criação e à militância.

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Pesquisa mostra que design inclusivo nos jogos pode gerar bem-estar, autoestima e afirmação de identidade para jogadores...
24/05/2025

Pesquisa mostra que design inclusivo nos jogos pode gerar bem-estar, autoestima e afirmação de identidade para jogadores trans

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Marília realiza, no dia 24 de maio, a Conferência Municipal LGBTQIAPN+ para debater direitos e propor políticas públicas...
21/05/2025

Marília realiza, no dia 24 de maio, a Conferência Municipal LGBTQIAPN+ para debater direitos e propor políticas públicas voltadas à população LGBTQIA+

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Desde 2004, a data passou a ser conhecida como o Dia Internacional de Combate à LGBTfobia celebrando os 35 anos dessa de...
20/05/2025

Desde 2004, a data passou a ser conhecida como o Dia Internacional de Combate à LGBTfobia celebrando os 35 anos dessa decisão da OMS

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Luta contra a LGBTQIA+fobia começa por inclusão no mercado de trabalhoNo Dia Internacional de Combate à LGBTQIA+fobia, q...
19/05/2025

Luta contra a LGBTQIA+fobia começa por inclusão no mercado de trabalho

No Dia Internacional de Combate à LGBTQIA+fobia, que foi celebrado em 17 de maio, CUT destaca avanços, desafios e o papel de políticas públicas e empregadores

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Neste sábado, 17 de maio, o mundo marca o Dia Internacional contra a Homofobia, a Transfobia e a Bifobia, uma data simbó...
18/05/2025

Neste sábado, 17 de maio, o mundo marca o Dia Internacional contra a Homofobia, a Transfobia e a Bifobia, uma data simbólica que reforça a importância de combater o preconceito, a violência e a desinformação contra a população LGBT+. A data remete ao ano de 1990, quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) retirou oficialmente a homossexualidade da Classificação Internacional de Doenças (CID). Desde então, o 17 de maio passou a representar uma luta constante por visibilidade, respeito e igualdade de direitos.

Apesar de avanços legais importantes — como a criminalização da homofobia e da transfobia pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2019, o reconhecimento da união estável homoafetiva e o direito à retificação de nome e gênero — o Brasil ainda ostenta um dado alarmante: é o país que mais mata pessoas LGBT+ no mundo.

De acordo com dados de entidades como o Grupo Gay da Bahia e a ANTRA (Associação Nacional de Travestis e Transe***is), a violência contra essa população é estrutural e cotidiana. No caso das pessoas trans, a expectativa de vida média no Brasil é de apenas 35 anos, um dado trágico que expõe o nível de vulnerabilidade, exclusão e risco que essa parcela da sociedade enfrenta.

Avanço da lei, retrocesso nas ruas

Enquanto as leis avançam, o cotidiano de muitas pessoas LGBT+ ainda é atravessado por medo, silêncio e evasão. As agressões não ocorrem apenas de forma física. Elas também se manifestam em discursos, ofensas, exclusões familiares, ambientes escolares hostis, piadas normalizadas e na recusa de atendimento ou direitos básicos. O preconceito, quando enraizado na cultura, ganha forma em frases e “opiniões” que desumanizam.

A ciência já explicou o que o preconceito tenta negar

Estudos da neurociência comprovam que o cérebro de pessoas homosse***is apresenta padrões de ativação semelhantes aos de pessoas heterosse***is do s**o oposto. Ou seja, um homem gay ativa, ao ver um outro homem, os mesmos circuitos cerebrais que uma mulher heterossexual ativa ao ver um homem. Isso mostra que a orientação sexual não é fruto de escolha, mas de uma configuração neurobiológica.

A ideia de que a homossexualidade é algo que pode ser “curado” ou “revertido” não apenas é falsa, mas também perigosa. No Brasil, práticas como a chamada “cura gay” são proibidas pelo Conselho Federal de Psicologia desde 1999, por não possuírem base científica e violarem os direitos humanos.

Não é “mimimi”: é sobre viver

Quando se fala em combate à homofobia, não se trata de censura ou cerceamento da liberdade de expressão. Trata-se de preservar a vida, a dignidade e a liberdade de existência de milhões de pessoas que ainda hoje sofrem por serem quem são. Não há “exagero” em cobrar respeito à identidade e à orientação sexual. O exagero, na verdade, está em viver em um país onde simplesmente ser pode significar morrer.

Junho se aproxima: o mês do orgulho começa na resistência

O Dia Internacional contra a Homofobia também marca a entrada no clima de um dos períodos mais importantes para a visibilidade LGBT+: o mês de junho, conhecido como Mês do Orgulho. A celebração tem origem nos protestos de Stonewall, ocorridos em Nova York em 1969, quando pessoas LGBT+ reagiram a uma batida policial violenta. Desde então, o mês se tornou um símbolo mundial da resistência e da luta pelos direitos civis da comunidade.

No Brasil, junho é marcado por paradas, eventos culturais, debates e campanhas de conscientização. Mas, antes da festa, está a luta — uma luta por algo que deveria ser simples: viver com respeito, amar sem medo, existir sem violência.

Neste 17 de maio, o recado precisa ser claro: a homofobia mata. O silêncio também. E o combate ao preconceito é responsabilidade de todos — governos, instituições, igrejas, escolas, empresas, famílias e indivíduos.

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15/05/2025

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Comitê irá monitorar políticas contra violências a pessoas LGBTQIA+Meta é combater agressões motivadas pela identidade d...
06/04/2024

Comitê irá monitorar políticas contra violências a pessoas LGBTQIA+
Meta é combater agressões motivadas pela identidade de gênero.

O Brasil tem, a partir desta sexta-feira (5), um Comitê de Monitoramento da Estratégia Nacional de Enfrentamento à Violência contra Pessoas LGBTQIA+, sigla para se referir a pessoas lé***cas, g**s, bisse***is, travestis, mulheres e homens transe***is, não binárias e demais dissidências se***is e de gênero.

O novo comitê terá como missão combater violências motivadas pela condição sexual e identidade de gênero das vítimas.

O Dossiê de Mortes e Violências contra LGBTI+ no Brasil, elaborado pelo Observatório de Mortes e Violências contra LGBTI+ no Brasil denuncia que, em 2022, ocorreram 273 mortes LGBT de forma violenta no país, sendo 228 assassinatos, sobretudo de pessoas trans e g**s, além de 30 suicídios e 15 outras causas. O levantamento aponta que o Brasil assassinou um LGBT a cada 32 horas, em 2022.

A homofobia é crime, após julgamento do Supremo Tribunal Federal, em 2019, tal como o racismo. A pena pode variar entre 1 e 5 anos, dependendo do ato homofóbico, além de multa.

O comitê
A portaria publicada pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) no Diário Oficial da União, prevê que a atuação do Comitê de Monitoramento da Estratégia Nacional de Enfrentamento à Violência contra Pessoas LGBTQIA+ terá duração prevista de dois anos, podendo ser prorrogada.

Neste período, o grupo deverá acompanhar, monitorar e apoiar a articulação e implementação de políticas públicas para combater as violações de direitos desse segmento social. Na prática, o comitê deverá colaborar tecnicamente em programas, planos, projetos e ações que tenham o propósito de proteger e promover a defesa dos direitos das pessoas LGBTQIA+ em situação de vulnerabilidade ou risco social.

Além disso, a representação deve monitorar dados de violência com desenvolvimento de metodologia para compilação desses indicadores para que sirvam de base em processos de tomada de decisão.

A estratégia deve, ainda, construir a Rede de Enfrentamento à Violência contra Pessoas LGBTQIA+, composta por entidades públicas e não governamentais.

No fim de cada ano, o comitê deverá elaborar relatório final com a análise detalhada do progresso, de desafios enfrentados e recomendações para aprimoramento desta estratégia.

O Comitê será composto por três representantes da Secretaria Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, um integrante do Conselho Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+; e dois representantes da sociedade civil. Além deles, poderão comparecer nas reuniões do colegiado como convidados e, portanto, sem direito a voto, os representantes de outros órgãos e entidades públicas ou privadas, empresas, especialistas, pesquisadores e membros da comunidade LGBTQIA+, como forma de fortalecer a participação social.

Casas de Acolhimento
Nesta sexta-feira, o MDHC ainda instituiu outro comitê de monitoramento do Programa Nacional de Fortalecimento das Casas de Acolhimento LGBTQIA+, por meio de portaria.

Chamado de Comitê Acolher+, esta iniciativa tem o objetivo de fortalecer e implementar casas de acolhimento provisório para pessoas LGBTQIA+ em situação de violência, abandono familiar ou na possibilidade de rompimento desses vínculos, em razão da identidade de gênero, orientação sexual e/ou características se***is. O público-alvo são pessoas do segmento LGBTQIA+ entre 18 e 65 anos.

As casas de acolhimento a médio e longo prazo pretendem ser ambientes acolhedores e seguros, com estrutura de residência compartilhada a médio e longo prazo, com a oferta alimentação e higiene nestes abrigos.

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Fonte: Agência Brasil
Foto: Fernando Frazão

24/01/2022

Muito bonito da parte do Tadeu dá voz a Linn, nós decidimos como querermos ser tratados sem precisar ficar repetindo.

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