Ecasa Brasil

Ecasa Brasil Negócios Imobiliários

A E-Casa Brasil nasce no Rio de Janeiro com o papel de inovar o mercado de negócios imobiliários, oferecendo soluções inteligentes para, moradia, investimentos e incorporação. Com um relacionamento baseado na responsabilidade, transparência, confiança e respeito as pessoas, a E-Casa Brasil esta preparada para encantar nossos clientes atendendo suas necessidades, realizando sonhos e concretizando projetos.

MINIBAIRROSDiversas reportagens recentes apontam uma nova tendência urbana: empreendimentos inteligentes, que podem melh...
10/03/2013

MINIBAIRROS

Diversas reportagens recentes apontam uma nova tendência urbana: empreendimentos inteligentes, que podem melhorar o trânsito das metrópoles e a qualidade de vida de seus habitantes. Assim são os produtos denominados minibairros – localidades que reúnem, em um mesmo espaço geográfico, moradia, trabalho, lazer, educação, compras e saúde.

A vantagem mais óbvia desses empreendimentos é a possibilidade de circular menos pela cidade para fazer atividades cotidianas. Isso não só descarrega o tráfego como também barateia o custo de vida dos proprietários. Afinal, morar e trabalhar na mesma área permite economias e privilégios como almoçar em casa, não gastar com transporte e também diminuir a manutenção de veículos.

A permanente preocupação com qualidade de vida é outra orientação desses condomínios, que vocacionam as áreas a serem exploradas para atender a esse anseio. Dessa forma, essa tendência imobiliária contribui para proporcionar melhorias particulares e coletivas na cidade.

A E-Casa Brasil possui empreendimentos com essas características, como o Cidade Jardim e Rio Parque Residencial.

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SAIBA COMO ESCOLHER NA PLANTA!ITENS ESSENCIAIS PARA GARANTIR O SUCESSO DO SEU INVESTIMENTO.Adquirir uma propriedade nova...
03/03/2013

SAIBA COMO ESCOLHER NA PLANTA!

ITENS ESSENCIAIS PARA GARANTIR O SUCESSO DO SEU INVESTIMENTO.


Adquirir uma propriedade nova é um investimento que pode atingir uma valorização significativa até a entrega das chaves – desde que seja feita a escolha certa. A seguir, os cuidados básicos que devem ter tomados na hora de decidir.

1) Procure informações sobre a construtora

A idoneidade das partes é condição essencial para a realização de um bom negócio. Por isso, é altamente recomendável se informar sobre o passado da incorporadora contratada, pesquisar sobre a qualidade de suas entregas (se é tudo igual ao que foi vendido) e conversar com quem conhece os seus imóveis. Empresas com responsabilidade social e que investem nas pessoas também devem ser preferidas.

2) Conheça o local do imóvel pessoalmente

Visitar o terreno antes de fechar o negócio é fundamental. Só assim é possível observar as características da vizinhança, as condições de trânsito e mobilidade, o fluxo de pessoas, o clima, a cor e o cheiro de seu futuro bairro.

3) Verifique as possibilidades de customização

Imóveis comprados nesse estágio costumam oferecer algumas opções de plantas, que podem ser totalmente adaptáveis às necessidades individuais dos seus futuros moradores. Menos quartos para uma sala mais ampla, dependências de empregados transformadas em escritório e lavabo – nada disso é impossível quando se compra na planta.

4) Preste atenção ao memorial descritivo

É nesse documento que você vai encontrar todos os detalhes sobre o imóvel comprado e as áreas comuns do condomínio, incluindo revestimentos e acabamentos. No momento da entrega, não esqueça de levar o memorial para fazer sua vistoria.

5) Entenda as taxas de financiamento

O índice de correção das prestações mais utilizado pelas incorporadoras durante o período da construção é o INCC – o Índice Nacional de Custo da Construção, elaborado pela Fundação Getúlio Vargas. Após o fim da obra, o índice de reajuste passa a ser o IGP-M, o Índice Geral de Preços, também calculado pela FGV e divulgado ao final de cada ano. Ao IGP-M são acrescidos 12% ao ano, pelo sistema Price – um tipo de financiamento em que as parcelas são iguais, a amortização é declinante e os juros crescentes. Em caso de financiamento bancário, o índice de reajuste passa a ser a TR, ou Taxa Referencial de Juros, que é acrescida de uma taxa de financiamento previamente estabelecida pelo banco contratado.

6) Avalie bem sua situação financeira

É preciso lembrar que um financiamento imobiliário é uma transação de longo prazo, que talvez possa ser afetada por um imprevisto, como a perda de um emprego ou um caso de doença na família. Além disso, há o reajuste normal das parcelas ao longo dos anos e os gastos com a documentação, que também devem caber no seu orçamento.

7) Mantenha a transação oficializada

Uma parte desta tarefa é da própria construtora: pela lei no 4.591, de 1964, é obrigatório que as incorporadores registrem em cartório um conjunto de quinze documentos antes de começar um negócio imobiliário. Já no momento da compra, o próprio comprador também pode oficializar o negócio, mediante pagamento de 30% do valor final do registro da escritura. Os outros 70% podem ser pagos no momento da confecção da escritura definitiva.


Fontes: Estado de S.Paulo, Fórum Imobiliário, Veja, G1, Cyrela.

RIO - A cidade que recebe, a partir de quarta-feira, a Conferência das Nações Unidas Sobre Desenvolvimento Sustentável (...
10/06/2012

RIO - A cidade que recebe, a partir de quarta-feira, a Conferência das Nações Unidas Sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) começa a costurar nesta segunda-feira uma legislação incentivando os “prédios verdes” — que adotam métodos construtivos menos agressivos ao meio ambiente e tecnologias de economia e eficiência no uso de água e energia. A proposta, que será encaminhada pelo prefeito Eduardo Paes à Câmara dos Vereadores, prevê benefícios fiscais, como descontos de até 50% ou mesmo isenção de IPTU e ITBI, além de redução de ISS, durante as obras e após o habite-se. A nova legislação prevê ainda que os prédios ecológicos possam se beneficiar de mudanças pontuais na legislação urbanística, como coberturas e pavimentos de uso comum maiores, e vagas de garagem menores.







Leia mais sobre esse assunto em

http://oglobo.globo.com/rio/pacote-da-prefeitura-preve-reducao-de-impostos-para-construcao-de-predios-sustentaveis-5159087

Diferença na prestação pode não valer a penaValor da mensalidade de um financiamento de R$ 100 mil cai entre R$ 20 e R$ ...
09/06/2012

Diferença na prestação pode não valer a pena

Valor da mensalidade de um financiamento de R$ 100 mil cai entre R$ 20 e R$ 40

Cai entre R$ 20 e R$ 40 o valor da prestação de um financiamento imobiliário de R$ 100 mil, quando se aumenta o prazo de 30 para 35 anos. É o que mostra cálculo feito pelo economista Maurício Visconti, da Reit Soluções Financeiras. A simulação foi feita com a taxa fixa de 8,85%: pela tabela Price, a prestação, no pagamento em 30 anos, seria de R$ 769,63 (sem os seguros) e, pela tabela SAC — a mais utilizada atualmente —, de R$ 986,95. Aumentando o prazo para 35 anos, a prestação da tabela Price cairia para R$ 747,61 e da SAC para R$ 947,27.
Se você está entre os milhões de brasileiros que sonham com a casa própria e já começava a comemorar as medidas anunciadas hoje pela Caixa Econômica Federal — que aumentou de 30 para 35 anos o prazo máximo para pagamento do crédito imobiliário e reduziu os juros do financiamento de 9% para 8,85% ao ano — é recomendável pegar lápis e papel e fazer as contas.
— Vale a pena pagar cinco anos a mais para economizar R$ 20 ou R$ 40 por mês? — pergunta Visconti e completa: — Ampliar o prazo de financiamento não faz o cliente procurar mais crédito nem aumenta sua capacidade de pagar porque depois de um determinado prazo, o financiamento imobiliário é muito mais sensível à taxa de juros que ao limite de tempo para pagar.
O economista Roberto Zentgraf concorda. Para ele, a medida é mais um incentivo ao crédito, mas dificilmente vai provocar mudanças, já que a redução das prestações, mesmo em financiamentos mais altos, é muito pequena.
— Talvez só faça diferença para pessoas mais jovens, que com prazo maior para pagar, possam resolver pegar o crédito mais cedo. Mas não acredito que a medida tenha força suficiente para aumentar a procura pelo financiamento até porque os imóveis ainda estão muito caros e não acho que o valor da prestação seja o motivo pelo qual a procura por financimento imobiliário vem diminuindo — analisa.
Já o economista Marcus Vinícius Valpassos acredita que a mudança dê algum espaço para o aumento das vendas, mas nada muito significativo.
— A redução no valor da prestação vai girar em torno dos 4%. Isto significa que uma família com determinada renda pode arcar com imóveis até 5% mais caros do que podia anteriormente pagando a mesma prestação.
Os três economistas também não acreditam que o prazo mais longo vá aumentar a inadimplência, já que ela está ligada à capacidade de pagar e não ao tempo de pagamento.
— O mais importante para a inadimplência é a velocidade da amortização do saldo devedor e, em ambos os casos, ela é muito parecida — analisa Valpassos.
Visconti lembra ainda que não existe um correlação direta entre inadimplência e o limite de tempo para pagar. Mas volta aos valores das prestações para analisar a questão:
— Alguém que precise esticar em cinco anos o prazo do financimento para diminuir tão pouco a sua prestação está no limite de sua capacidade de pagamento. E se houver muita gente nesse limite, a probabilidade de inadimplência aumenta. Mas nesses casos, o banco nem deveria dar esse crédito.


Fonte: O Globo

CERÂMICAS: IMPERMEABILIDADE E RESISTÊNCIAAs placas cerâmicas também são classificadas de acordo com o grau de absorção d...
06/06/2012

CERÂMICAS: IMPERMEABILIDADE E RESISTÊNCIA

As placas cerâmicas também são classificadas de acordo com o grau de absorção de água. Estes diferentes níveis interferem diretamente em suas características. Sua resistência mecânica, por exemplo, está diretamente relacionada a esta propriedade: quando menor a absorção de água, maior sua resistência.

Em função dos níveis de absorção de água, as placas cerâmicas são classificadas:


Porcelanatos: baixa absorção - resistência mecânica alta (BI a - de 0 a 0,5 %)
Grês: baixa absorção - resistência mecânica alta (BI b - de 0,5 a 3%)
Semi-Grês: média absorção - resistência mecânica média (BII a - de 3 a 6%)
Semi-Porosos: alta absorção - resistência mecânica baixa (BII b - de 6 a 10%)
Porosos: alta absorção - resistência mecânica baixa (BIII - acima de 10%)


Dicas para Escolher a Cerâmica
Considere o grau de absorção de água para escolher:

Piso
Quanto a resistência mecânica: os materiais que revestem o piso devem oferecer maior resistência aos impactos, pois tanto o caminhar constante de pessoas como os móveis e objetos pesados sobre o piso podem danificá-lo. Por tanto, nunca deve-se utilizar os modelos semi-porosos e porosos para estas áreas;
Quanto a impermeabilidade: para os locais com maior umidade, como banheiros, cozinhas e áreas de serviço, é recomendado a utilização de revestimentos com absorção de água menor. Já ambientes que não apresentam contato com a água podem receber um acabamento cerâmico de média absorção de água.

Parede

Quanto a resistência mecânica: os revestimentos cerâmicos de grande absorção de água – acima de 10% - são recomendados para serem utilizados como revestimento de parede, conhecidos como azulejos, tendo em vista o baixo impacto que eles sofrem neste tipo de colocação;
Quanto a impermeabilidade: quando se trata de áreas que são expostas todos os dias a grande quantidade de água, recomenda-se materiais de média e baixa absorção.


* Existem cerâmicas de fundo vermelho e de fundo branco: as de cor vermelha tem maior absorção de água, não sendo indicadas para locais úmidos, como banheiros e lavanderias, pois mancham facilmente;

* Para cerâmicas de absorção nula ou quase nula (porcelanatos): o assentamento deve ser feito com argamassa de elevada carga polimérica, para que tenha um bom desempenho.

A Caixa Econômica Federal anunciou ontem a ampliação do prazo dos financiamentos habitacionais de 30 para 35 anos nos im...
06/06/2012

A Caixa Econômica Federal anunciou ontem a ampliação do prazo dos financiamentos habitacionais de 30 para 35 anos nos imóveis de até R$ 500 mil, financiados com recursos da poupança. É o maior prazo da história do país, destacou o vice-presidente de Governo e Habitação, José Urbano Duarte. O banco também fez um segundo corte na taxas de juros do crédito imobiliário para a classe média (renda acima de R$ 5.400). As novas regras entram em vigor na próxima segunda-feira e só valem para novos contratos.

Antes de fechar o financiamento do seu imóvel, consulte as melhores taxas!
03/06/2012

Antes de fechar o financiamento do seu imóvel, consulte as melhores taxas!

Dicas para fazer a vistoria do imóvel sem erroCuidados na vistoria evitam problemas futuros.Na hora da vistoria do imóve...
02/06/2012

Dicas para fazer a vistoria do imóvel sem erro


Cuidados na vistoria evitam problemas futuros.
Na hora da vistoria do imóvel novo é essencial checar desde a metragem de cada cômodo do imóvel até a qualidade dos materiais. Porém, neste momento surgem várias dúvidas de como fazer. Para AMSPA – Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências é importante que o comprador conte com ajuda de um especialista para lhe auxiliar na inspeção do apartamento.

Chegou o tão aguardado momento de receber as chaves do imóvel e com a entrega do bem vem a vistoria. Nesta hora todo cuidado nos detalhes será essencial para evitar dor de cabeça adiante, alem de gastos com reparos. Para isso é necessário checar a parte elétrica, hidráulica, pintura, janelas, persianas, vidros, revestimentos cerâmicos, louças, metais, ralos e metragem de cada cômodo do apartamento, entre outras particularidades.

Segundo Marco Aurélio luz, presidente da AMSPA – Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências é fundamental que o novo morador faça uma vistoria minuciosa do interior do imóvel. “Percebemos que na ânsia de receber as chaves ou até mesmo por desconhecimento técnico, o proprietário não toma as devidas precauções na verificação do empreendimento. Por isso, que nesta etapa é importante ter um auxílio de um profissional especializado para que possa ajudar caso encontre erro no apartamento”, explica. “Percebendo as dúvidas do dono do bem, a AMSPA disponibiliza um engenheiro para fazer a conferência e cuidar dos documentos específicos no caso de solicitação de reparos”, acrescenta.

Luz aconselha que no momento da compra guarde todas as propagandas feitas na mídia e folhetos disponíveis no stand da construtora. Além disso, exija da incorporadora, no momento de fechar o contrato, todas as especificações do imóvel que será entregue. “Todos esses cuidados serão úteis para servir de comparação no dia da inspeção, sem esquecer-se de levar a cópia do memorial descritivo”, esclarece.

Ao constatar defeitos aparentes no imóvel, o adquirente deve reclamar por escrito à construtora no prazo de 90 dias. Caso o erro for exposto no dia da vistoria os reparos devem ser feitos pela construtora em até 30 dias. Se não for possível um acordo, o dono do bem pode entrar com o pedido de indenização ou solicitar a rescisão do contrato com a atualização dos valores e acrescido de multa. Se o vício for oculto, a reclamação escrita deve ser feita no prazo de um ano. A construtora não solucionando o problema de forma amigável, o comprador prejudicado tem o prazo de até 20 anos para recorrer ao judiciário conforme decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O pedido para entrar com a ação deve estar acompanhado do laudo técnico de engenheiro civil discriminando os vícios e defeitos e até fotos dos problemas. Antes o tempo de garantia era de cinco anos a partir da liberação do Habite-se.

Fonte: Portal VGV

Financiamento: fique atento ao índice de correção de imóvel pronto e em obrasSÃO PAULO - Próximo da compra de um imóvel,...
25/05/2012

Financiamento: fique atento ao índice de correção de imóvel pronto e em obras


SÃO PAULO - Próximo da compra de um imóvel, controle a emoção e preste atenção ao contrato de financiamento: os reajustes mensais da dívida, permitidos para repor a inflação, são diferentes entre imóveis em construção e aqueles já prontos.

De acordo com a advogada Andréa Ribeiro de Almeida, do Viviane Amaral Advogados Associados, quanto ao índice de correção monetária, durante o período de construção do imóvel, deve ser utilizado aquele referente ao setor. "O incorporador pode optar pela aplicação do CUB (Custo Unitário Básico) ou pelo INCC (Índice Nacional da Construção Civil). Os dois refletem a variação dos preços de materiais de construção e da mão-de-obra do setor".

Por outro lado, caso o comprador ainda tenha saldo a ser pago depois das entregas da chave, não é correto aplicar o índice setorial, já que a entrega da obra não está mais vinculada a tais variações. "O mais praticado hoje é o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado), sendo que, após a obra, há cobrança de juros de 1% ao mês".

Caso real A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) não acolheu recurso de uma imobiliária que queria cobrar o CUB de imóvel já pronto.

A Turma manteve decisão de segunda instância que entendeu que o índice só é aplicável aos contratos de comercialização de imóveis anteriores à conclusão da obra, o que não acontecia no caso em questão, em que o comprador adquiriu o imóvel já pronto.

O comprador do imóvel usou como defesa a alegação de cobrança de encargos abusivos na escritura pública de compra e venda de imóvel e confissão de dívida com contrato acessório de hipoteca firmado entre eles.

Cobrança de juros Ao analisar a questão, o relator ministro Sidnei Beneti permitiu a capitalização dos juros. No entanto, só a permitiu sob a forma anual, em razão de que a norma que prevê a capitalização mensal é restrita às instituições que atuam no âmbito do Sistema Financeiro Nacional.

Sobre a cobrança de juros, a advogada disse que não há nenhum dispositivo legal que a proíba em contratos de promessa de compra e venda do imóvel no período que vai da compra até a efetiva entrega das chaves. Por outro lado, o mercado imobiliário, na sua grande maioria, adota a não cobrança de juros durante a construção.

"Com a entrega das chaves, como inicia a utilização do imóvel (capital) pelo comprador, cabe a incidência de juros, sendo que aplica-se o limite constitucional de 12% ao ano", explicou a advogada.

Fonte: Infomoney

23/05/2012

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Ecasa Brasil - E-Casa Brasil, especialista em negocios imobiliários no Rio de Janeiros

Primeira Casa Cor do País abre as portas e dá dicas para criar um ambiente fashionPOR FABIO DOBBSRio -  As portas da cas...
23/05/2012

Primeira Casa Cor do País abre as portas e dá dicas para criar um ambiente fashion

POR FABIO DOBBS

Rio - As portas da casa e do guarda-roupa estão abertas e vão dar no mesmo lugar, na temporada deste ano da Casa Cor, que tem como tema ‘Moda, Estilo e Tecnologia’. Seguindo a tendência que vai logo, logo se espalhar pelo País, o primeiro Casa Cor do Brasil foi realizado no fim de semana passado em Florianópolis (SC), e mostrou que é possível ter uma casa fashion, sem gastar muito, usando apenas a criatividade.

“O estilista Waldemar Iódice já disse que moda e estilo é como o rio e sua água. A moda é o rio e o estilo, a água”, cita Lucas Petrelli, diretor do Casa Cor Santa Catarina. E já que o estilo é de cada um, tem para todos os gostos e bolsos.

Deseja comprar seu imóvel por financiamento? Siga essas dicas na hora de contratar seu crédito. Para uma análise persona...
19/05/2012

Deseja comprar seu imóvel por financiamento? Siga essas dicas na hora de contratar seu crédito. Para uma análise personalizada envie e-mail para [email protected].



Taxas variam de acordo com cliente

Um ponto importante na hora de escolher seu crédito imobiliário é que cada banco negocia uma taxa para um determinado tipo de cliente. Entre os itens que podem diminuir os juros de um financiamento estão:

- Ser cliente e receber salário no banco
- Possuir investimentos, títulos de capitalização realizar pagamentos no prazo na instituição
- Ter uma renda mais alta
- Buscar imóvel com valor mais baixo (menos de R$ 150 mil)

Os bancos também possuem uma cota máxima de comprometimento da renda do comprador para ser utilizada no pagamento das parcelas do crédito imobiliário. No geral, pode-se gastar 30% da renda líquida mensal da pessoa ou do casal, o que significa que se o seu salário é R$ 5 mil, apenas R$ 1,5 mil poderá ser revertido para pagamento das prestações. E o prazo máximo chega a 30 anos para quitar todo o valor.


Imóvel de R$ 500 mil ou mais

Melhores taxas para quem pode dar entrada de cerca de 20%
Banco do Brasil 11% + TR
Bradesco 11% + TR
HSBC 11% + TR
Itau Unibanco 11% + TR
Santander 11% + TR
Caixa 8,8% + TR

Quando o perfil muda, aumentando o valor do imóvel para mais de R$ 500 mil, as taxas também sobem. O Banco do Brasil, Bradesco, HSBC, Itaú e Santander cobram juros de 11% ao ano mais a TR para financiamentos desse tipo. No HSBC é possível encontrar também uma outra linha, cujos juros chegam a 12,68% mais a TR, e o Itaú, assim como no perfil anterior, tem uma opção na qual os juros podem diminuir após 36 prestações.

Já a Caixa oferece juros de até 8,8% ao ano mais TR, taxa que antes da redução anunciada mês passado, era de 11%.

Além do Banco do Brasil, o HSBC também informou, por meio de sua assessoria de imprensa, estar estudando possíveis alterações nas taxas para o futuro. Já o Bradesco, Itaú e Santander evitaram fazer qualquer tipo de previsão sobre os números.

Fonte: O dia Online

Endereço

Rio De Janeiro, RJ

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