22/03/2026
Eu aprendi que as pessoas não passam pela nossa vida por acaso.
Cada olhar, cada gesto, cada história vivida
— até mesmo as que não duraram — deixaram marcas em mim. E, diferente do que muitos pensam, eu não vejo isso como peso… eu vejo como construção.
Eu carrego comigo um pouco de cada pessoa que já amei, e ainda amo...
Não no sentido de prender, nem de querer de volta, mas no sentido de reconhecer. Houve verdade, houve entrega, houve aprendizado. E isso, pra mim, já é suficiente para dar valor ao que foi vivido.
Eu não preciso apagar o passado para seguir em frente.
Também não preciso reviver para provar que foi importante.
Eu apenas aceito.
Aceito que algumas pessoas vieram para ficar.
Outras, para ensinar.
E algumas, simplesmente para marcar.
E está tudo bem.
Hoje, eu sigo em paz com as minhas escolhas, com os caminhos que a vida tomou… e principalmente, com as pessoas que fizeram parte dela, e ainda fazem.
Porque amar, para mim, nunca foi sobre posse.
Sempre foi sobre verdade.
E toda verdade vivida, merece ser respeitada — mesmo quando se transforma em lembrança.